Vasco sofre sem dinheiro, mas já projeta venda de jogadores e equilíbrio financeiro

O final de 2019 foi excelente, em termos financeiros para o Vasco da Gama, mas o presidente Alexandre Campello já havia dito que, sem venda de jogadores, não seria possível equilibrar as contas. Em entrevista recente a um importante canal do Youtube, Campello disse que os times brasileiros só sobrevivem de maneira ‘tranquila’ se aproveitarem as janelas de transferência e negociarem talentos.

Em 2019, o Vasco cresceu suas receitas, mas todas associadas a sua torcida. O programa sócio-torcedor foi um sucesso, colocando o time como top10 no planeta, em número de sócios e a receita com bilheteria também subiu.

Entretanto, desde a declaração da pandemia por Coronavírus, a situação do clube voltou a se complicar.

Receitas de vendas de jogadores

Em 2018 a venda de Paulinho rendeu ao Vasco R$ 76 milhões. O atleta foi para o Bayer Leverkusen. Já em 2019, o ano foi ruim em relação às negociações. Apenas  Evander, foi negociado com o Midtjylland, da Dinamarca, gerando R$ 10,7 milhões.

Quem deve ser vendido nesta janela?

Segundo Campello, a venda de jogadores nesta janela de julho é essencial para equilíbrio das contas. As bolas da vez são MArrony, Andrey, Ricardo Graça e claro, Talles Magno, que poderia ter sido vendido na última janela, mas uma lesão no pé esquerdo o deixou no estaleiro por cerca de 4 meses.

No balanço do clube, o Vasco previu cerca de R$ 46 milhões em vendas de jogadores. Ainda há uma expectativa com o mecanismo de solidariedade, que poderia, por exemplo, render uma boa grana ao Vasco, com a venda de Phillipe Coutinho. A negociação do atleta poderia render algo em torno de R$ 20 milhões ao clube,

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