Vasco vende lateral para time de Portugal, mas pode não receber valor por conta de ‘negócio que ninguém lembra’, entenda

VAI PRA JUSTIÇA! CLUBE DO RIO QUER PARTICIPAÇÃO EM VENDA DE JOIA DO VASCO. CAMPELLO NEGA ACORDO

O Vasco negociou o lateral Nathan com o Boavista, de Portugal. Mas a transação pode ter uma reviravolta. O clube em que o jovem iniciou a carreira garante ter um acordo com o Gigante em caso de venda do jogador. Tanto que eles já entraram na Justiça pelo percentual dos direitos e ameaçam até a melar a negociação. Confira essa e outras notícias nesse Bom Dia Gigante, que está bem quente!

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 Portuguesa vai tentar bloquear

Portuguesa-RJ tentará bloquear venda
Antes de concretizar a venda, o Vasco enfrentará uma tentativa de bloqueio da transferência por parte da Portuguesa-RJ, clube que Nathan defendia antes de chegar a São Januário. O presidente da Lusa, Marcelo Barros, confirma que o clube da Ilha do Governador irá atrás do que considera ter direito.

O litígio entre os clubes já vem desde janeiro de 2019, quando o jogador, então com 17 anos, esteve perto de ser vendido ao Valencia, da Espanha.

Na ocasião, a Portuguesa alegou que, caso Nathan assinasse contrato profissional com o Vasco, caberia ao clube de São Januário repassar 30% dos direitos econômicos de uma futura venda. O Vasco não reconheceu tal acordo, o que fez a Lusa notificar o co-irmão judicialmente.

Vale destacar que nos registros de Nathan junto à CBF não consta vínculo anterior do atleta com a Portuguesa-RJ. Entretanto, no Carioca Sub-17 de 2017, última temporada antes de chegar ao Vasco, o nome de Nathan esteve listado em súmulas da Portuguesa durante a disputa da competição.

Em matéria publicada pelo ge no ano passado, foi revelada a reclamação da Lusa. Obtido com exclusividade pelo ge, o contrato em papel timbrado enviado pelo jurídico do Vasco traz na cláusula segunda o seguinte: “Na hipótese de assinatura de contrato profissional entre ATLETA e VASCO, este último passará a ser detentor de 100% (cem por cento) dos Direitos Federativos e Econômicos sobre o primeiro e pagará a PORTUGUESA o percentual de 30% (trinta por cento) sobre o valor de uma futura transferência onerosa, sendo que o prazo para pagamento e/ou repasse do valor equivalente, será de 72 horas a contar da data do recebimento da importância pelo VASCO”.

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