Novo post criado em 20 de Sep de 2023 as 01:48:24

Por: Matheus Babo, São Januário

O penúltimo dia do especial de aniversário dos 25 anos da conquista da Copa Libertadores, o Site Oficial falará sobre o comandante daquela conquista: Antônio Lopes. O “Delegado” chegou ao Vasco em 1996 para sua quarta passagem como treinador e iniciou a montagem daquela que foi a equipe mais vitoriosa da história do clube.

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– Aquele elenco começou a ser montado quando cheguei, no final de 96. O time da época era muito fraco. Iniciamos uma reformulação e dispensamos vários jogadores daquele grupo. Em 97, pegamos jogadores de times pequenos, como o Odvan, do Americano e o Nasa, do Madureira. Mesmo sem dinheiro, buscamos jogadores experientes que estavam em baixa nos seus clubes, como o Evair e o Mauro Galvão. Alguns nomes da base, como Felipe, Pedrinho e Maricá se destacaram e o time começou a responder bem. Em 97 ganhamos o Brasileirão e em 98 a base já estava pronta. O Edmundo foi vendido e o Evair era dono do passe, preferiu sair. Buscamos o Donizete e o Luizão e eles deram conta do recado. Inclusive, marcaram os gols decisivos nas finais, foram protagonistas. Era um timaço – explica Lopes.

A campanha não foi nada fácil. Pelo caminho, o Vasco encarou só grandes equipe. Na fase de grupos, foram Grêmio, Chivas e América (MEX). O time oscilou, mas embalou e conseguiu a classificação. Nas fases eliminatórias, vieram os três últimos campeões da competição: Cruzeiro (campeão de 97), Grêmio (campeão em 95) e River Plate (campeão em 96). Lopes ressalta que o time cresceu jogo a jogo naquela Libertadores.

– A Libertadores é um campeonato muito difícil, você só enfrenta clubes campeões. É muito complicado. Nós fomos crescendo jogo por jogo, a primeira fase foi bem dura. Perdemos os dois primeiros jogos, mas recuperamos e conseguimos passar adiante. Só veio pedreira, Cruzeiro, Grêmio, River Plate, equipes copeiras, que eram os três últimos campeões da competição e isso fortaleceu o nosso time, que fez grandes jogos e com muita seriedade, passou etapa por etapa – disse Lopes.

COBRANÇAS EM DONIZETE E LUIZÃO

Conhecido pelo estilo “disciplinador”, Lopes teve trabalho com a nova dupla de ataque vascaína. Os primeiros embates vieram logo no início da competição, principalmente porque o comandante cobrava que a marcação fosse iniciada pela dupla, que demorou a aceitar.

– Tive dificuldades com o Lopes no início. Ele me cobrava muito para voltar e marcar. Os primeiros jogos na Libertadores foram ruins. Dei uma entrevista, ele ficou chateado e decidiu que não me queria mais. O pessoal segurou. Enfrentamos o Grêmio em São Januário, fiz um dos gols, arrebentei naquele jogo e no final deu tudo certo – relembra Donizete.

Foto: Agência O Globo

Para Luizão a missão foi um pouco mais “fácil” de ser assimilada. Como na época, o cartão amarelo não suspendia, o então camisa 9 do Vasco apelava para a força mesmo:

–  Eu acho que nós fomos, assim, os primeiros atacantes a marcar a saída de bola mesmo. Fiz um pouco isso no Palmeiras com o Vanderlei, mas com o Lopes, ele era chato pra caramba. Se a gente não fizesse ele matava a gente. Na época, o cartão amarelo era 100 dólares, não contava como suspensão, eu descia a porrada mesmo.

A relação do artilheiro com o treinador não parava por aí. Luizão conta que era sincero com o treinador sobre as escapadas que dava pelas noites cariocas:

– Nunca menti para o Lopes. Nossa relação era boa. Quando eu ia pra noite, eu falava, ele ficava jogando verde para saber se eu tinha ido ou não. Sempre foi muito verdadeiro, meu amigo. Gosto muito dele.

A ETERNA CAMISA VERDE DE LINHO

Companheira de Antônio Lopes até hoje, Dona Elza, esposa do treinador, também teve papel importante naquela conquista. Figurinha carimbada no dia a dia em 98, ela reunia as esposas dos jogadores e sempre que podia, reunia os jogadores para unir ainda mais o elenco. Principalmente na reta final. Além disso, Dona Elza tinha outra função fundamental: deixar a camisa verde de linho da sorte de Lopes sempre preparada.

Foto: AntonioLopes.com.br

– Ela sempre teve um relacionamento muito bom com a família dos jogadores. Se envolvia sempre. Eu aprovava e isso dava resultado. Ela sabia de algumas coisas antes de mim e até me ajudava a resolver alguns problemas. Quanto à camisa, ela dava um carinho especial. Eu usava sempre nos jogos e ela já lavava pra eu usar de novo no próximo. Eu sempre fui muito supersticioso, então acreditava na camisa. Ela deu muita sorte para o Vasco – finaliza Lopes.

GRATIDÃO DO EX-COMANDADO

– O Lopes foi o treinador mais importante da minha carreira. Eu era um pouco irresponsável, não fora de campo, porque nunca fui um cara de sair, mas em treinar mais forte, me cuidar mais. Eu, naquela época, precisava de um cara pulso firme como era o Lopes naquela época – Felipe

Obs.: Algumas entrevistas desta matéria foram realizadas em 2018, quando a conquista completou 20 anos

Novo post criado em 20 de Sep de 2023 as 01:47:49

Por: João Pedro Isidro, São Januário

As categorias Sub-15 e Sub-17 do Vasco da Gama encaram o Nova Iguaçu neste sábado, às 9h e às 11h, respectivamente, pela quarta rodada do Campeonato Carioca. As partidas serão transmitidas pela VascoTV.

Treinador do Sub-15, Diogo Calhau comentou sobre a preparação da equipe para manter os 100% de aproveitamento na competição.

– Tivemos uma ótima semana de treino. Os atletas estão muito concentrados no trabalho. O Nova Iguaçu é uma equipe tradicional na formação de base. Sempre com jogadores em nível muito competitivo, mas vamos focados em busca da vitória – disse o treinador, que comentou o momento da equipe, que conta com três vitórias em três jogos, 15 gols marcados e apenas um sofrido.

– A equipe está num momento muito bom. Os atletas estão em um nível de confiança alto. Temos um elenco muito equilibrado e estamos contribuindo bastante para o desempenho deles. A equipe vai manter o foco para seguir na liderança da Taça Guanabara – analisou Calhau.

Diogo Calhau, técnico do Sub-15 (Foto: Matheus Lima/Vasco)

Já a equipe Sub-17 conta com dois desfalques, um deles fora do campo, isso porque o goleiro Phillipe Gabriel e o treinador Ramon Lima estão com a Seleção Brasileira Sub-17. O Brasil treina na Granja Comary em preparação para a Copa do Mundo da categoria, que será realizado em novembro, na Indonésia. O auxiliar técnico João Bonfatti vai comandar a equipe à beira do gramado e falou sobre assumir a equipe interinamente.

– Estar a frente de uma categoria em um clube gigante como o Vasco é sempre uma responsabilidade e uma honra enorme. A vantagem é que Ramon sempre adotou uma liderança inclusiva, onde todos tem voz e constroem o trabalho em conjunto, isso facilita a continuidade do trabalho na ausência dele, e com o suporte de toda comissão estamos buscando seguir o trabalho da melhor maneira possível – disse João, que completou falando sobre a semana de trabalho visando a partida deste sábado.

– Muito importante ressaltarmos mais uma boa semana de preparação, pois acredito que dela saem as respostas sobre o que esperar da partida. Foi uma semana intensa e de muita entrega por parte dos atletas e com isso não podemos esperar menos do que um grande jogo buscando impor nosso ritmo do primeiro ao último minuto da partida – finalizou o auxiliar técnico.

João Bonfatti, auxiliar técnico assume a equipe neste sábado (Foto: Matheus Lima/Vasco)O Sub-17 está na segunda colocação com sete pontos, mesma pontuação do líder Flamengo e do terceiro colocado Fluminense. Os oito primeiros colocados da Taça Guanabara se classificam para as quartas de final do Campeonato Carioca

Novo post criado em 20 de Sep de 2023 as 01:47:16

Por: João Pedro Isidro, São Januário

Vasco tem quatro representantes na Seleção Brasileira que visa o Mundial

Os atletas Rayan e Phillipe Gabriel estão com a Seleção Brasileira Sub-17 na Granja Comary, onde realizam treinamentos visando a Copa do Mundo da categoria, que será realizada em novembro, na Indonésia. Outros representantes do Vasco são o treinador de goleiros da equipe profissional, Mateus Famer e o treinador da equipe Sub-17, Ramon Lima, que é auxiliar técnico do Brasil.

Ramon Lima, Phillipe Gabriel, Mateus Famer e Rayan

Ramon falou sobre a sensação de representar o Brasil mais uma vez, realizando um sonho de infância.

– Representar a seleção é a realização de um sonho presente desde a infância. Poder representar o país, escutar o hino nacional na beira do campo e vestindo a amarelinha é uma sensação única e sempre emocionante como se fosse a primeira vez. Poder contribuir com todo processo me faz sentir honrado e orgulhoso para dar o meu melhor junto com toda equipe em busca dos objetivos – disse Ramon, que também exaltou o seu auxiliar, João Bonfatti, que vai comandar o Vasco contra o Nova Iguaçu neste sábado (26) pelo Campeonato Carioca Sub-17.

– João e eu já trabalhamos juntos a algum tempo em outras instituições e tenho plena confiança nele e toda comissão na realização do trabalho e busca dos objetivos a serem alcançados. A sinergia e a construção do trabalho se faz de forma coletiva e numa maneira muito similar de trabalho o que facilita todo o processo do dia a dia e nos jogos – finalizou o treinador.

Novo post criado em 20 de Sep de 2023 as 01:46:32


O Vasco da Gama venceu o Nova Iguaçu por 3 a 0 na manhã deste sábado, no Estádio Nivaldo Pereira, em Nova Iguaçu, pela quarta rodada do Campeonato Carioca Sub-15. Lucas Rafael, Jonatas Simas e Luis Felipe anotaram os gols do Vasco, que mantém os 100% de aproveitamento na competição.

Foto: Matheus Lima/Vasco

O Vasco dominou a partida do início ao fim do jogo, avançando, principalmente, pelos lados do campo com Davi e Luis Felipe. A equipe do Nova Iguaçu apostou nos contra-ataques, mas sem sucesso.

Os Meninos da Colina abriram o placar com Lucas Rafael cobrando falta rasteira e enganando o goleiro. O segundo gol veio em cobrança de escanteio de Luís Felipe na cabeça de Jonatas Simas, que de cabeça, ampliou. Já no fim da partida, Pedro Augusto invadiu a área pela direita e chutou colocado para dar números finais ao jogo.

Escalação do Vasco: João Cláudio, Lucas Melim (Renan), Jonatas Simas, Lucas Rafael (Ricardo) e Vinicius (João Carlos); Ítalo, Léo Félix (Bernardo), Davi e Luis Felipe; Andrey (Medina) e Diego Minete (Pedro Augusto) – Técnico: Diogo Calhau

Novo post criado em 20 de Sep de 2023 as 01:46:14

Por: Matheus Babo, São Januário

Na última reportagem da série especial dos 25 anos da conquista da Libertadores, vamos relembrar algumas histórias contadas por quem fez parte daquela campanha, como Antônio Lopes, Felipe, Mauro Galvão, Luizão e Donizete, mostrando que a decisão diante do Barcelona, em Guaiaquil, não foi tão fácil quanto parece e que o bom ambiente entre boa parte daquele grupo se mantém até os dias atuais, mesmo duas décadas depois daquele título.

Foto: Agência O Globo

A “GUERRA” NO EQUADOR

Depois de eliminar o River Plate na Argentina, o clima de oba-oba ganhou os torcedores, mas os jogadores e a comissão técnica sabiam que ainda havia um adversário forte pela frente. E a decisão diante do Barcelona (EQU) não foi tão fácil quanto parece. Ainda mais por conta dos fatores extra-campo, onde os equatorianos fizeram de tudo para atrapalhar.

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– Nós tivemos problemas desde o primeiro minuto que pisamos em Guaiaquil. Eles passaram uma imagem para os torcedores e a imprensa de lá que tinham sido maltratados aqui, talvez pra justificar a derrota. No aeroporto e no hotel era uma barulheira insuportável. Atrapalharam nosso treino na véspera, mas sabíamos disso tudo. Era só assim que eles podiam ganhar. Como capitão, reuní o time e entramos ainda mais concentrados. No estádio, o vestiário tinha fumaça, tinta pra atrapalhar. No campo eles atiravam pedras. Nós aquecemos no corredor do estádio – conta Mauro Galvão.

Para o lateral-esquerdo Felipe, que era um dos jogadores mais jovens daquele elenco, a confusão criada pelos equatorianos só serviu de motivação para o Vasco, que possuía um elenco mais forte e mais qualificado, além da vantagem confortável construída no jogo de ida, em São Januário.

– Chegamos no Equador e já tinha toda uma confusão no aeroporto, tivemos muita dificuldade para sair, escoltados pelo exército, tinham pessoas do exército armadas no ônibus que nos levou para o hotel. Entramos pela porta lateral. O Barcelona sabia que nosso time era superior tecnicamente e utilizou dessas artimanhas para desestabilizar. Felizmente, ou infelizmente, no futebol isso é utilizado para desestabilizar o adversário. Nós tinhamos uma vantagem confortável e isso só serviu de motivação – explica Felipe.

Após o jogo, foi só festa. Com a sensação do dever cumprido, os jogadores vibraram com a conquista e comemoraram durante dias. Na volta ao Rio, desfile em carro aberto, muito pagode e cerveja.

Válber: do Bloco de Carnaval a decisivo nas oitavas

Linha-dura, Antônio Lopes não dava folga aos atletas durante o Carnaval. Mesmo assim, alguns deles, davam um jeito de curtir a folia. E o coringa daquele elenco, Válber, nem fez questão de esconder que estava aproveitando a farra ao chegar num treino vestido de mulher:

Valber, a esquerda, ao lado de Mauro Galvão e Donizete – Foto: Reprodução/Twitter

– Teve um treino durante o carnaval, pouco antes de começar a Libertadores. O Lopes não deu folga e faltava só o Válber. O professor disse que o treino só começaria quando ele chegasse e assim foi. Só que ele apareceu com aquela moto verde (Kawasaki Ninja) pelo portão de São Januário, vestido de mulher. Com um fio dental. Todo mundo riu demais, ele era maluco – conta o volante Fabrício Carvalho.

– Ele chegou de cinta liga. Veio lá do Metropolitan. O Valber era maluco. Foi um treino de manhã. Eu estava no baile com ele. Eu sempre cheguei no horário, ele sempre gostava de chegar atrasado – conta Luizão, aos risos.

O Vasco teve uma primeira fase difícil e avançou com a pior campanha. Nas oitavas, o adversário seria o Cruzeiro, campeão do ano anterior. No primeiro jogo, o Cruzmaltino venceu por 2 a 1 em São Januário. Antes da partida de volta, Lopes perdeu vários jogadores após um jogo contra o Friburguense, pelo Carioca: Luisinho, com afundamento no crânio; Juninho, torção no tornozelo; Ramon, lesão no joelho; e Luizão, com oito pontos na boca após uma cotovelada. Além de Odvan e Alex Pinho, vetados. Após uma conversa com o superviso Isaías Tinoco, Lopes decidiu:

– O Válber tinha faltado a um treino e ficou fora da relação. Eu relutei, mas acabei ouvindo o Isaías na época. Ele que administrava os problemas extra-campo e o time também precisava do Válber, que era muito bom. Ele, Nelson e Nasa fizeram um grande jogo contra o Cruzeiro lá em Minas, seguramos o 0 a 0 e avançamos para às quartas de final.

PANTERA X ODVAN

Foto: Reprodução Twitter

Na véspera de alguma partida que o Vasco fez fora de casa, o zagueiro Odvan, conhecido pela força física, quase tirou Donizete do jogo. E de uma forma bem diferente da que qualquer torcedor pode imaginar, como o próprio Pantera conta:

– Nós concentrávamos juntos. Eu tinha mania de dormir como vim ao mundo. Ele também. No meio da noite, eu acordei e fui ao banheiro. Pra não atrapalhar, não acendi a luz, nem dei descarga. O problema foi que o “negão” acordou na mesma hora. Na hora que voltei, ele tava indo. Um trombou com o outro. Joelho com joelho, cabeça com cabeça… foi bem desagradável. O meu joelho inchou e tive que ser medicado. Quase fiquei fora do jogo. O Odvan batia até na concentração (risos).

GRUPO MANTÉM CONTATO

Duas décadas e meia depois, aquele grupo que fez história de 97 a 2000 ainda mantém contato. Muitos jogadores daquela geração vitoriosa ainda mora no Rio de Janeiro, então costumam se reunir sempre que possível. E com os que moram longe, o Whatsapp e a internet facilitam a comunicação.

– Temos um grupo dos campeões da Libertadores. A gente mantém esse contato. Estou em Ribeirão sempre com o Mauricinho, vou encontrando a galera. Nosso time era muito unido. Era uma mescla entre os caras mais experientes e a molecada, você pode reparar que nunca teve nenhuma briga. Queríamos ganhar mesmo. A retaguarda era muito boa. Com o Lopes, Alcir, Isaías, Bebeto de Oliveira, os roupeiros, médicos, era uma família. Dá muita saudade – conta Luizão.

Foto: Agência O Globo

Novo post criado em 20 de Sep de 2023 as 01:45:58

Por: João Pedro Isidro, Assessoria de Imprensa

O Vasco da Gama sediou o Encontro de Psicólogos de Futebol do Rio de Janeiro na tarde da última sexta-feira (25), em São Januário. O evento reuniu os psicólogos dos quatro clubes grandes do Rio de Janeiro que trabalham com o futebol profissional, de base e feminino.

Neste domingo (27) comemora-se os 61 anos da regulamentação da psicologia como ciência e profissão no Brasil. O  evento, que não acontecia desde 2012, reuniu 20 profissionais da área que compartilharam suas experiências e trocaram ideias para unificar a psicologia do esporte, quebrando a barreira da rivalidade entre os clubes.

Além dos psicólogos dos clubes, o encontro contou com a presença de Maria Helena Rodrigues, a primeira psicóloga das categorias de base de um clube no Brasil, que chegou ao Vasco  em 1986. Ela é também a idealizadora da primeira reunião, na época denominada Encontro Interdisciplinar do Futebol, com profissionais da psicologia, nutrição e serviço social. A psicóloga falou sobre a importância de reuniões como esta para fortalecer a área da saúde mental no esporte.

– Desde quando eu iniciei aqui, em 1986, até 2012, nós do serviço de psicologia do Vasco da Gama, fazíamos esses encontros com todos os clubes. Inclusive, fazíamos também com serviço social e com a nutrição. Eram as três áreas que nós nos reuníamos pra fazer essa troca. Sempre achei isso importante, porque nós não fazemos nada sozinhos, existe uma equipe e é importante essa união. A importância da psicologia no futebol ou em qualquer outra modalidade, vai ajudar o atleta na parte cognitiva, na parte da ansiedade, a sua agressividade, o atleta vai ter esse controle todo. Acho que é fundamental que todos os clubes tenham psicologia desde a base.

Maria Helena Rodrigues (Foto: Matheus Lima/Vasco)

Psicóloga da equipe profissional do Vasco, Carol Muniz também ressaltou a importância de reunir os profissionais

– O objetivo principal deste encontro é pensar em novas formas de promover saúde mental e consequentemente, aprimorar a performance de nossos atletas. Esse encontro foi pensando em comemoração aos 61 anos de profissão regulamentada da Psicologia e quase 40 anos do início da Psicologia no futebol carioca, onde o Vasco é pioneiro nessa história. O primeiro clube do Rio a formar um setor de Psicologia focado na performance de seus atletas e o clube que há alguns anos também promoveu esse mesmo encontro interclubes pela primeira vez. É uma honra dar continuidade a essa história, com nosso setor recém reformulado composto por 5 profissionais de Psicologia e 4 estagiárias das categorias de base ao profissional.

Carol Muniz (Foto: Matheus Lima/Vasco)

Coordenadora de Psicologia das categorias de base, Larissa Carlos falou sobre o orgulho de sediar o evento.

– O Vasco foi primeira instituição a sediar esse encontro e hoje, é um prazer retomar esse projeto tão valioso para fomentar a Psicologia do Esporte.
É um privilégio dar continuidade a um trabalho que iniciou a 30 anos atrás. Atualmente com um departamento tão completo, eu como psicóloga do sub 20 busco manter um trabalho alinhado com a psicóloga do futebol profissional e juntas orientar as estagiárias afim de seguirmos formando bons profissionais para o mercado.

Coordenadora de Psicologia da base, Larissa Carlos (Foto: Matheus Lima/Vasco)

Léo Jardim é o goleiro com mais defesas nas últimas 6 rodadas do Brasileiro

Léo Jardim é o goleiro com mais defesas nas últimas 6 rodadas do Brasileiro Terça-feira, 19/09/2023 – 08:16 Sofascore Brazil @SofascoreBR
🔎 Léo Jardim (28 anos) é o goleiro com mais defesas nas últimas 6 rodadas do @Brasileirao 2023. 🔥🔥

🚫 5 gols sofridos (!)
👐 26 defesas (4.3 / j!)
🙌 10 defesas difíceis (1.7 / j!)
📊 84% bolas defendidas (!)
❌ 0 erros defensivos graves (!)
💯 Nota Sofascore 7.48

Fonte: X Sofascore Brazil

Torcedores do Olympique de Marselha protestaram nesta 3ª-feira pela saída de Payet, hoje no Vasco

Torcedores do Olympique de Marselha protestaram nesta 3ª-feira pela saída de Payet, hoje no Vasco Terça-feira, 19/09/2023 – 09:03 NewsColina @newscolina
Ultras do Marseille protestaram na manhã desta terça-feira pela saída de Dimitri Payet do clube francês.

Os torcedores alegam que o time está perdendo a sua identidade e não valorizou um de seus maiores ídolos.

🥇 | @lequipe
📸 | AFP

Fonte: X NewsColina