Vasco não vence desde o dia 12 de junho

Lucas Pedrosa @pedrosa

O Vasco não vence desde o dia 12 de junho de 2025. São 7 jogos, 3 derrotas, uma eliminação humilhante e 4 empates. Não há análise de desempenho que possa justificar tantos fracassos. Nem boa vontade com algum tipo de evolução. Não há filosofia de trabalho que se sustente com tantos “quase”. É nessa que o Vasco está quase no Z4. E mais cedo ou mais tarde, com o que o campo mostra, vai entrar.

Vai entrar porque o Vasco tem um grupo frágil. Empilha erros que são suficientes para estragar qualquer ponto positivo que esse time tenha. No 1°T fez o Mirassol errar. Aproveitou? Não. No 2°T o Mirassol abriu 2 a 0 em falhas individuais do Vasco. E a diferença na tabela (5° para 16°) mostra a diferença de um time consistente para um que vive de lampejos efetivos. Vive de cansar o torcedor.

Lucas Piton foi responsável por gerar dois gols ao Vasco. Dois cruzamentos perfeitos. Gols de Pumita e Vegetti (com assistência de Pumita) saíram do pé dele. Mas qual é o retrato do Vasco? Logo depois os dois laterais, que estavam sendo destaques, falharam no terceiro do Mirassol. Sintomático.

Assim como Diniz, que segue insistindo em João Victor, inseguro o tempo todo, que não tem leitura pra tirar um Coutinho cansado, e, apesar de não ser o maior dos culpados, seus resultados não se sustentam. E assim segue o Vasco… Sem reforços em AGOSTO (alô, diretoria…), sem vencer na Sula, sem vencer no Brasileiro, sem vencer uma equipe da Série C na Copa do Brasil. Sem vencer.

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Fonte: X do jornalista Lucas Pedrosa/SBT

Vasco chegou a empatar o jogo após o Mirassol abrir 2 a 0, mas tomou o 3º gol no fim da partida

Vasco chegou a empatar o jogo após o Mirassol abrir 2 a 0, mas tomou o 3º gol no fim da partida

Não foi desta vez que o Vasco se reconciliou com as vitórias. Em mais uma atuação repleta de altos e baixos, sucumbiu ao bom time do Mirassol, que melhorou bastante depois do intervalo e oscilou menos que os cariocas. A etapa final foi muito emocionante e movimentada, com direito a cinco gols em um intervalo de 32 minutos. O Leão dormirá na histórica 5ª posição do Brasileirão.

O Cruzmaltino fez um bom início de jogo. Gerou dificuldades incomuns ao Mirassol na condição de mandante, mas segue com curvas muito bruscas de desempenho. Já tinha caído na segunda metade do 1º tempo. Voltou do intervalo com problemas defensivos, levou dois tentos, foi buscar um improvável empate rapidamente. Quando parecia mais perto da virada, cedeu outro gol no final.

Escalações

Rafael Guanaes contou com os retornos do zagueiro João Victor e do volante Danielzinho. Manteve a estrutura do restante da equipe. Um 4-3-3 com Edson Carioca e Negueba nas pontas. Reinaldo foi o desfalque e Felipe Jonatan estreou na lateral-esquerda.

Fernando Diniz não pôde contar com Léo Jardim e Paulo Henrique. Daniel Fuzato foi o goleiro e Puma Rodriguez o lateral-direito. João Victor seguiu formando a defesa com Maurício Lemos. Philippe Coutinho voltou a ser titular depois de 20 dias. David foi para o banco.

O jogo

O Vasco foi um pouco melhor que o Mirassol durante os 46 minutos de 1ª etapa no Maião. Por mais que o time da casa também tenha gerado perigo ao gol de Daniel Fuzato, o Cruzmaltino acabou executando sua proposta com maior capacidade e por mais tempo. Ela consistia em dominar os anfitriões com a bola nos pés. Superou bem algumas pressões rivais e forçou erros na saída do Leão.

Hugo Moura e Philippe Coutinho fizeram Walter trabalhar nas duas principais finalizações dos cariocas. Rayan também foi agudo e arrematou duas vezes. A eficiência nas conclusões, no entanto, principal defeito do time nas últimas partidas, voltou a ficar longe do ideal. Já nos donos da casa, Danielzinho, Edson Carioca e Lucas Ramon foram os autores dos chutes mais contundentes.

O Gigante da Colina subia a marcação com referências individuais nos primeiros minutos. Sem sobra na defesa. O Mirassol demorou a entender qual era melhor maneira de superar o cenário. Depois de cometer erros, fez algumas ligações diretas para ganhar ”primeira” e ”segunda” bola, e permanecer no campo de ataque. Ao conseguir objetivo, mostrou o porquê é a grande sensação da competição.

Gabriel e Danielzinho se mexeram de forma incessante na intermediária ofensiva. Buscaram infiltrações perigosas na área e associações com pontas e laterais. O primeiro pela esquerda e o segundo pela direita. Lucas Ramon e Felipe Jonatan aos poucos subiam e ocupavam os flancos. Liberavam diagonais de Edson Carioca e Negueba na direção da área.

Neste cenário o Vasco teve um pouco mais de dificuldade. Mas protegeu bem a área com Lemos e João Victor e não permitiu chances reais aos mandantes. Tchê Tchê era peça importante na puxada de algumas transições ofensivas, nas saídas de pressão, e por se mover por todo o meio-campo. Esteve envolvido nas principais jogadas ofensivas da equipe.

Vale destacar também o bom trabalho defensivo dos zagueiros do Mirassol. Cortaram passes perigosos e bloquearam finalizações. Jemmes ainda acrescentou na saída de bola quando a pressão do Vasco caiu de intensidade. Fernando Diniz pôs Thiago Mendes no intervalo. Hugo Moura saiu.

O Mirassol voltou melhor do intervalo. Foi a vez dos donos da casa conseguirem sair bem das pressões que o Vasco tentava no campo de ataque. Com bola de pé em pé e apoios constantes aos zagueiros e laterais, progrediu no gramado com qualidade e chegou a ter um gol de Gabriel bem anulado logo no primeiro minuto.

A intensidade da pressão vascaína não era a mesma, e isso ficou nítido na jogada que gerou o primeiro tento ao Leão. O time da casa saiu da defesa ao ataque, da esquerda para a direita, com boa troca de passes, velocidade e agressividade para aproveitar os espaços que surgiram no campo de defesa cruzamltino. Negueba recebeu de Lucas Ramon e bateu de longe para a falha de Daniel Fuzato.

O domínio do Mirassol ficou ainda mais evidente na sequência. O time manteve a postura ofensiva e foi somando chegadas perigosas. Aproveitou um erro de passe de Lemos e o escorregão de João Victor na saída de bola visitante para aumentar o placar. Edson Carioca conduziu e serviu Gabriel, que escorou para Chico da Costa marcar.

Lemos foi sacado logo depois, assim como Nuno Moreira, que esteve muito apagado. Jair e David entraram. Thiago Mendes, contratado para dar mais imposição e qualidade ao meio-campo, virou zagueiro. Não restou outra alternativa ao Vasco a não ser se lançar ainda mais ao ataque.

Sofreu contragolpes perigosos, mas conseguiu empatar rapidamente a partida no poder ofensivo de seus laterais. Lucas Piton fez dois ótimos cruzamentos na segunda trave. Puma Rodriguez atacou as costas de Felipe Jonatan e marcou de cabeça. Na sequência, o uruguaio recebeu nova bola alçada pelo brasileiro e escorou para Vegetti empatar na pequena área.

Reação positiva do Vasco, que não se abateu diante do início ruim de 2ª etapa e puniu rapidamente a breve queda de concentração dos anfitriões. Alesson e José Aldo foram as duas primeiras mexidas de Rafael Guanaes, já depois dos 30 minutos. Edson Carioca e Neto Moura deixaram o gramado.

Pouco depois foi a vez do inseguro Felipe Jonatan e de Negueba saírem. Daniel Borges e Carlos Eduardo entraram. Philippe Coutinho deu lugar a Loide Augusto no time carioca, que voltou a ser melhor. Ganhou confiança e poderia ter virado o jogo. Vegetti se antecipou a Walter em novo cruzamento de Piton e raspou de cabeça para fora.

Quando parecia mais perto de fazer, e não de sofrer um gol, o Vasco mostrou toda a sua inconstância mais uma vez. Deu espaços pela esquerda da defesa em uma inversão de jogo do Mirassol, e Carlos Eduardo cruzou rasteiro para Alesson marcar. Ambos haviam acabado de entrar. Os dois laterais do Cruzmaltino foram mal no lance, assim como Loide Augusto, totalmente perdido em campo.

Abalado nos minutos finais, o Vasco não conseguiu gerar uma pressão efetiva, e quase entregou o quarto gol ao adversário em falha de saída de bola de Daniel Fuzato. Se Santos ou Fortaleza vencerem seus jogos na rodada, o Gigante da Colina entrará no Z4.

Fonte: Blog do Rodrigo Coutinho – ge

Vitória do Fortaleza, empate ou vitória do Santos poderá empurrar o Vasco para o Z4 nesta rodada

Vitória do Fortaleza, empate ou vitória do Santos poderá empurrar o Vasco para o Z4 nesta rodada

Sábado, 02/08/2025 – 21:20

NCB Vasco @ncbvasco

O Fortaleza enfrenta o Corinthians amanhã, na Neo Química Arena.

O Santos enfrenta o Juventude na segunda-feira, na Vila Belmiro.

Caso qualquer um dos dois times consiga uma vitória, o Vasco voltará para a zona de rebaixamento.

Fonte: X NCB Vasco

Fernando Diniz: ‘Temos que parar de errar e fazer o que temos de fazer: começar a ganhar jogo’

Fernando Diniz: ‘Temos que parar de errar e fazer o que temos de fazer: começar a ganhar jogo’

O Vasco perdeu para o Mirassol por 3 a 2 neste sábado, no estádio de Maião, e segue sem vitórias desde o retorno do calendário dos jogos após a pausa para Copa do Mundo de Clubes. O jejum deixa o time de Fernando Diniz à beira da zona de rebaixamento do Brasileirão, que já pode entrar no grupo dos quatro últimos ainda nesta rodada, a depender dos resultados de Santos e Fortaleza.

Após a derrota, Diniz concedeu entrevista coletiva e comentou a sequência de erros individuais do sistema defensivo na partida. Todos os três gols do adversário saíram de falhas da defesa vascaína. Para o treinador, a equipe necessita parar com os erros para, enfim, conseguir vencer os jogos.

— Psicologicamente não tem o que falar. A equipe tomou dois gols, reagiu e poderia ter feito o terceiro antes do Mirassol. O problema não foi psicológico hoje, não tem nada a ver e não tem que abalar nada. Temos é que ser fortes e buscar resultado. Vai abalar o que o psicológico? Temos que parar de errar e fazer o que temos de fazer: começar a ganhar jogo.

— Lógico que teve coisa (que agradou). A primeira é o poder de superação. Fizemos dois gols, criamos. Hoje o Mirassol é o time que tem mais pontos se pegar de nove rodadas para cá. Sabíamos que vinha de um momento importante. Finalizamos mais do que eles, tivemos mais posse, embora o jogo estivesse equilibrado. Tivemos chance de ganhar, era um jogo importante para ganhar. O momento do Mirassol é melhor que o do Vasco. Se estivéssemos vivendo um bom momento, provavelmente teríamos vencido. Temos de saber nos fortalecer cada vez mais e melhorar a equipe para vencer o quanto antes.

Agora, o Vasco volta as atenções agora para a Copa do Brasil. Na quinta-feira, o time de Fernando Diniz enfrenta o CSA, às 20h, em São Januário. Após empate em 0 a 0 na ida, a equipe precisa vencer para garantir a classificação às oitavas de final. Em caso de nova igualdade, a decisão será nos pênaltis.

Fonte: ge

Em final emocionante, Brasil bate Colômbia e é campeão da Copa América

Emocionante, imprevisível, de tirar o fôlego e no embalo da craque Marta e da goleira Lorena. Nem mesmo o melhor roteirista do mundo poderia prever uma final de Copa América Feminina tão perfeita para o Brasil. O placar final ficou em 4 a 4. E, nos pênaltis, as brasileiras confirmaram a conquista do título por 5 a 4. A conquista no Estádio Casa Blanca, em Quito (Equador), confirmou a hegemonia verde e amarela no continente. São nove títulos em 10 edições do torneio. Além do Brasil, apenas a Argentina já foi campeã.

A primeira atleta a balançar as redes na tarde de Quito foi Linda Caicedo. Aos 24 minutos da etapa inicial, a estrela do Real Madrid, de apenas 20 anos, aproveitou a desatenção da zaga brasileira para concluir com talento a jogada que passou por Izquierdo e Mayra Ramírez.

O jogo estava muito difícil para o Brasil. O técnico Arthur Elias fez três substituições, ainda na primeira etapa. E, praticamente no último lance da etapa inicial, Carabalí acertou uma cabeçada em Gio Garbelini. Com auxílio do VAR, Dione Rissios confirmou a penalidade para o Brasil. E a capitã Angelina deixou tudo igual aos 53 minutos.

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Na etapa final, quando o Brasil era melhor, a zagueira Tarciane recuou errado uma bola para a goleira Lorena e acabou marcando contra. Placar: Colômbia 2 x 1 aos 23 minutos da etapa final.

Aos 34 minutos, a artilheira Amanda Gutierres mostrou o faro da goleadora. A atacante do Palmeiras ajeitou no peito o cruzamento de Gio e soltou a bomba de esquerda para igualar o placar: 2 a 2. Gutierres finalizou a Copa América dividindo a artilharia geral do torneio com a paraguaia Claudia Martínez (seis gols para cada uma das atletas).

Seguindo o ritmo frenético, aos 42 minutos, Mayra Ramírez finalizou com muita categoria o excelente contra-ataque puxado por Linda Caicedo.

Já nos acréscimos, aos 50 minutos (praticamente no último lance do tempo normal), entrou em cena a rainha Marta. A maior jogadora da modalidade de todos os tempos pegou o rebote, soltou uma bomba de perna esquerda e deixou tudo igual mais uma vez. Golaço de craque e placar em 3 a 3.

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Prorrogação

Na prorrogação, ela de novo. Aos 14 minutos do primeiro tempo, Marta recebe cruzamento na área e finaliza com o pé direito para colocar o Brasil na frente. Só que a decisão ainda estava longe de acabar. Aos 9 minutos da etapa final da prorrogação, um golaço de falta da Colômbia. Leicy Santos, a camisa 10, mandou um lindo chute no ângulo. Com um incrível placar de 4 a 4, ficou tudo para os pênaltis.

Nas cobranças, Angelina perdeu primeiro para o Brasil. Mas, Paví bateu muito alto e recolocou o Brasil no jogo. A zagueira Mariza fez. E, Leicy Santos bateu para defesa da goleira Lorena, que já havia defendido duas penalidades na campanha brasileira durante os Jogos Olímpicos no ano passado. Era a primeira chance de título da Seleção Brasileira. E, quis o destino que fosse a vez da craque Marta cobrar. Ela, que estava fazendo a última partida em uma Copa América e buscava aquele que seria o tetracampeonato da carreira e o nono título da Seleção, acabou batendo rasteiro e facilitando para a defesa da goleira Kathe Tapia. A grande estrela e responsável direta pelo Brasil ter chegado vivo até aquele momento acabou perdendo a primeira chance de finalizar a competição e dar o título.

Na sequência, chegaram as cobranças alternadas. E aí voltou ao palco uma das personagens dessa final. A zagueira Carabalí, que havia cometido o pênalti no primeiro gol do Brasil, foi para a cobrança. E a goleira Lorena escreveu mais um capítulo dessa incrível final. A ex-jogadora do Grêmio e medalhista de prata e melhor goleira dos Jogos Olímpicos de Paris em 2024 defendeu o chute e confirmou a conquista. Brasil campeão da Copa América. O nono título da equipe nacional em 10 edições do torneio continental.