Adilson, que jogou no Vasco nos anos 60 e 70, completa 78 anos nesta 3ª-feira

Adilson, que jogou no Vasco nos anos 60 e 70, completa 78 anos nesta 3ª-feira

Terça-feira, 27/01/2026 – 22:20

Pavilhão Cruzmaltino @PavilhaoCrvg

Hoje o Adilson Moraes Albuquerque faz 78 anos! 🎂💢

Meia em 1966-69/71-72 (141J/16G), lançado no profissional no pós título Rio SP, ganhou a Taça Estadual Rivadavia 67 e Bicampeão Aspirantes 66/67. É irmão do ídolo Almir Pernambuquinho e em Recife ligado no Vasco.

🗞MauroPrais

Fonte: X Pavilhão Cruzmaltino

Atlético Nacional se despede de Marino Hinestroza: ‘Obrigado por deixar tudo por essa camisa”

Atlético Nacional se despede de Marino Hinestroza: ‘Obrigado por deixar tudo por essa camisa”

Terça-feira, 27/01/2026 – 22:24

Atlético Nacional @nacionaloficial

Gracias por dejarlo todo por esta camiseta, Marino 🎣💚

Te deseamos el mayor de los éxitos en tu carrera ⚽️🔥

Fonte: X oficial do Atlético Nacional

Há 75 anos o Vasco se tornava o 1º campeão carioca do Maracanã

Há 75 anos, em 28 de janeiro de 1951, o Vasco derrotava o America por 2 a 1 e se sagrava o primeiro campeão carioca da Era Maracanã. Conheça, abaixo, mais essa conquista gloriosa do Expresso da Vitória.

A história do Maracanã é bem conhecida pela maioria dos brasileiros. O Brasil teve o privilégio de sediar a primeira Copa do Mundo do pós-guerra e o ponto alto dessa organização foi a construção de um estádio novo, gigantesco, o Pacaembu e São Januário já não acomodavam a massa cada vez maior de apaixonados pelo futebol.

O Maracanã foi inaugurado em 16 de junho de 1950, com capacidade para 200 mil espectadores. Foi palco de cinco dos seis jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, incluindo a final do dia 16 de julho. Precisando apenas do empate, o Brasil perdeu por 2 a 1 para o Uruguai e terminou como vice-campeão, gerando uma onda de frustração por todo o país.

Passado o choque inicial, era chegada a hora de utilizar o Maracanã para o Campeonato Carioca. O Vasco era então o campeão da competição e, ainda por cima, invicto. O Expresso da Vitória estivera no auge de sua forma em 1949 e obtivera 18 vitórias e 84 gols em 20 jogos, numa campanha que até hoje detém o recorde de ter sido a melhor da história do futebol profissional carioca.

Mas em 1950 os jogadores vascaínos estavam abatidos. Também, pudera: nada menos do que oito jogadores (Barbosa, Augusto, Danilo, Ely, Ademir, Chico, Maneca e Alfredo II), e mais o treinador (Flavio Costa), haviam tomado parte na delegação brasileira derrotada em casa pelo Uruguai na Copa do Mundo.

Os torcedores rivais, com ajuda de parte da imprensa, tentaram explorar ao máximo o trauma da perda da Copa, a fim de prejudicar a equipe cruzmaltima. E quase conseguiram seu objetivo. O Vasco realmente teve um começo irregular e, só no primeiro turno, sofreu três derrotas (America, Fluminense e Botafogo), fato raro para um time reconhecidamente superior a todos os outros.

No entanto, à medida que a tristeza pela perda da Copa foi passando, o Vasco foi ganhando mais e mais confiança e voltou a ser o velho “Expresso” de outros tempos, goleando, no segundo turno, o Flamengo por 4 a 1 (e mantendo um tabu de 6 anos sem derrotas para o rival) e o Fluminense por 4 a 0.

Só que, mesmo atropelando os seus adversários um após o outro no segundo turno, o Expresso da Vitória só conseguiu alcançar a liderança na penúltima rodada, ao derrotar o Botafogo por 2 a 0. O Vasco ficou, então, um ponto à frente do America: 32 a 31. E, como a tabela marcava para a última rodada o jogo Vasco x America, uma vitória rubra poderia pôr a perder a brilhante recuperação da equipe vascaína.

E foi nessa situação que pisaram o gramado do Maracanã no dia 28 de janeiro de 1951 (por causa da Copa do Mundo, o Campeonato Carioca começou atrasado e só pôde ser concluído no ano seguinte) Vasco da Gama e America: ao America, só a vitória interessava para que conquistasse o seu sétimo título carioca; ao Vasco, um empate bastaria para conquistar o nono título carioca de sua história, o quarto em seis anos.

Mais de 100 mil pessoas foram ao Maracanã, (na época, chamado apenas de “Estádio Municipal”) naquele domingo, para acompanhar essa verdadeira decisão. O America tinha um ataque perigoso, conhecido como “tico-tico no fubá”. Outro ingrediente da decisão era um confronto entre dois irmãos: Ely do Amparo, do Vasco, e Osny do Amparo, do America.

O Vasco iniciou melhor e saiu na frente logo aos 4 minutos, com um gol de Ademir Menezes. O America empatou aos 40 minutos, por intermédio de Maneco. O primeiro tempo terminou com um empate por 1 a 1.

Foi no vestiário do Vasco, durante o intervalo, que ocorreu o fato que decidiu o campeonato. Ipojucan, atacante cruz-maltino, não se sabe por que motivo, estava reclamando de falta de ar e não queria de maneira alguma voltar para a etapa final. O técnico Flavio Costa, que conhecia muito bem seus jogadores, achou que o vascaíno estava fazendo corpo mole e mandou-o de volta a campo debaixo de tapas.

Anos depois, Flavio Costa explicou, em uma entrevista, como tudo aconteceu: “‘Eu levantei o Ipojucan no peito e dei-lhe duas bofetadas. Mas não foram bofetadas de agressão, não. Foram terapêuticas. E ele se apavorou e saiu correndo. Eu atrás dele: ‘Você vai entrar de qualquer maneira!’.”

A tática do comandante do Expresso da Vitória funcionou parcialmente. Se, por um lado, Ipojucan não jogou nada no segundo tempo, limitando-se a fazer número na ponta-direita, por outro lado foi dele o passe que resultou no gol da vitória do Vasco, de Ademir Menezes, aos 29 minutos.

Ainda aconteceu, no campo, uma briga que resultou na expulsão de dois jogadores de cada time pelo árbitro Carlos de Oliveira Monteiro (conhecido como “Tijolo”), aos 43 minutos: Ely e Laerte, do Vasco, e Osmar e Godofredo, do America.

A torcida do Vasco, no entanto, pouco ligou para a briga, pois já estava comemorando o título e homenageando Ademir Menezes (artilheiro do Carioca com 25 gols) com uma paródia de uma música do Carnaval de 1951:

“Oi zum-zum-zum zum-zum-zum-zum/ Vasco dois a um/ Ademir pegou a bola/ e desapareceu/ foi mais um campeonato/ que o Vasco venceu…”

Ficha Técnica

VASCO 2 X 1 AMERICA

Data: 28/01/1951 (domingo)

Local: Maracanã (Rio de Janeiro)

Árbitro: Carlos de Oliveira Monteiro, o “Tijolo”

Renda: Cr$ 1.577.014,00

Público: 104.775 (pagante); 121.765 (presente)

Gols: Ademir (VAS) 4/1T, Maneco (AME) 40/1T, Ademir (VAS) 29/2T

Expulsões: Laerte 43/2T (VAS), Ely 43/2T (VAS), Osmar 43/2T (AME), Godofredo 43/2T (AME)

VASCO: Barbosa; Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Ademir, Ipojucan, Maneca e Dejayr. Técnico: Flavio Costa.

AMERICA: Osny; Joel e Osmar; Rubens, Osvaldinho e Godofredo; Natalino, Maneco, Dimas, Ranulfo e Jorginho. Técnico: Delio Neves

Campanha

20/08/1950 – São Januário – Vasco 6 x 0 São Cristóvão – Maneca (2), Ipojucan (2), Ademir e Lima

27/08/1950 – Maracanã – Vasco 3 x 2 Bangu – Ademir (2) e Tesourinha

03/09/1950 – São Januário – Vasco 2 x 3 América – Maneca e Ademir

10/09/1950 – Leônidas da Silva – Vasco 4 x 0 Bonsucesso – Ademir (3) e Maneca

17/09/1950 – Rua Bariri – Vasco 3 x 1 Olaria – Ipojucan (2) e Lima

24/09/1950 – Maracanã – Vasco 2 x 1 Flamengo – Ademir e Alfredo II

01/10/1950 – Maracanã – Vasco 1 x 2 Fluminense – Ipojucan

08/10/1950 – Maracanã – Vasco 0 x 1 Botafogo

15/10/1950 – São Januário – Vasco 9 x 1 Madureira – Dejayr (4), Ademir (2), Alvaro (2) e Maneca

22/10/1950 – São Januário – Vasco 7 x 0 Canto do Rio – Ademir (2), Dejayr (2), Jansen, Maneca e Tesourinha

29/10/1950 – Figueira de Melo – Vasco 5 x 1 São Cristóvão – Dejayr (3), Ademir e Tesourinha

05/11/1950 – Conselheiro Galvão – Vasco 3 x 2 Madureira – Ademir (2) e Dejayr

19/11/1950 – São Januário – Vasco 4 x 0 Olaria – Ademir (3) e Alfredo II

26/11/1950 – Maracanã – Vasco 4 x 1 Flamengo – Ipojucan (3) e Alfredo II

10/12/1950 – São Januário Vasco 7 x 2 Bonsucesso – Ademir (3), Dejayr (3) e Maneca

17/12/1950 – Caio Martins – Vasco 4 x 2 Canto do Rio – Maneca (4)

31/12/1950 – Maracanã – Vasco 2 x 1 Bangu – Ipojucan e Maneca

06/01/1951 – Maracanã – Vasco 4 x 0 Fluminense – Ipojucan (3) e Ademir

14/01/1951 – Maracanã – Vasco 2 x 0 Botafogo – Maneca e Ademir

28/01/1951 – Maracanã – Vasco 2 x 1 América – Ademir (2)

Galeria

Fonte: NETVASCO (texto, ficha), Divulgação (foto), Jornal dos Sports (imagens), A Noite (imagens)

Basquete: Jogadores do Vasco inauguraram as melhorias da quadra da Praça Carmela Dutra, na Barreira do Vasco

Basquete: Jogadores do Vasco inauguraram as melhorias da quadra da Praça Carmela Dutra, na Barreira do Vasco

crvasco_br

Nossos atletas do @crvgbasquete estiveram na Praça Carmela Dutra, na Barreira do Vasco, para a inauguração da reforma, com duas novas cestas e muita bola no ar. Teve jogo, teve brincadeira e, principalmente, troca com as crianças da nossa comunidade.

Estamos formando hoopers no quintal de casa. 🏀⛹🏾

𝓥𝓲𝓿𝓪 𝓸 𝓥𝓪𝓼𝓬𝓸 𝓭𝓪 𝓖𝓪𝓶𝓪 𝓮 𝓽𝓸𝓭𝓪 𝓼𝓾𝓪 𝓰𝓮𝓷𝓽𝓮! 💢✨

#VascoDaGama #GiganteDoBasquete

Fonte: Instagram oficial do Vasco

Veja números do cria Erick Marcus, especulado para voltar ao Vasco, em sua carreira profissional

Veja números do cria Erick Marcus, especulado para voltar ao Vasco, em sua carreira profissional

Terça-feira, 27/01/2026 – 22:40

✠Estagiário do VASCO✠ @EstagiarioVasco

🚨 Números de Erick Marcus na carreira profissional.

Hoje surgiu a informação que o VASCO tem interesse em repatriar o Cria.

➡️ OPINIÕES?

Fonte: X Estagiário do Vasco

Ex-Vasco, técnico Thiago Kosloski pede a convocação de Rayan para a Seleção

Thiago Kosloski trabalhou com alguns dos jogadores mais promissores do futebol brasileiro. A lista do ex-assistente técnico do Fluminense, seleção brasileira sub-20 e que deixou o Grêmio em dezembro conta com expoentes do futebol mundial como Estêvão e Andrey Santos, dois jogadores que devem figurar na lista do técnico Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026. Kosloski não poupa elogios para a dupla, mas quer um terceiro nome para figurar entre eles. É o de Rayan, destaque do Vasco no último Brasileirão e novo reforço do Bournemouth.

“O Rayan é um jogador espetacular. Eu trabalhei com ele antes de ele se tornar esse jogador conhecido. Ele tem um biotipo fantástico que me lembra muito o Adriano imperador. Mas ele tem uma diferença que eu gosto muito é que ele também joga pelos lados e infiltra por dentro. Isso faz dele muito diferente”, começa a explicar o treinador brasileiro.

“O Rayan é um nome que eu gostaria de ver na Copa do Mundo de 2026. Eu não tenho dúvida que ele vai ter uma vida longa na seleção. Se ele tiver oportunidade e for para um clube europeu em que ele possa jogar, ele é um atleta para a seleção brasileira. Se eu fosse auxiliar do Ancelotti, eu recomendaria a convocação dele. Ele tem uma característica que nós não temos na seleção. Nós temos jogadores de muita técnica, muita velocidade, mas que não se impõem fisicamente. O Rayan tem isso. Ele pode ser um cara de área, mas tem velocidade e qualidade para jogar pelos lados. E, por ser jovem, ele está com sangue no olho. Ele quer muito e está com vontade. O Ancelotti deveria olhar com carinho para ele”, complementou Kosloski.

Thiago Kosloski e Rayan foram campeões do Sul-Americano sub-20 na Venezuela ano passado. O torneio serviu para impulsionar a carreira de Rayan, que retornou ao Vasco prestigiado para ter mais oportunidades, situação que ele aproveitou e se tornou um dos grandes destaques do Brasileirão de 2025. O destaque despertou o interesse do futebol europeu e ele foi anunciado nesta semana como reforço do Bournemouth por 28.5 milhões de euros, 17ª maior venda da história do futebol brasileiro.

Neymar, Endrick e Vini: as vendas mais caras do futebol brasileiro

O ex-assistente da Seleção vê Rayan em desenvolvimento para se tornar uma referência no futebol mundial, diferente de Estêvão que já está consolidado no Chelsea e também na equipe de Ancelotti pelo Brasil. Não à toa, o jovem canhoto foi o jogador que mais o impressionou na base brasileira.

“O Estêvao foi o maior talento que eu trabalhei na seleção. Ele tem uma inteligência tática excepcional. Pode jogar por fora, por dentro e tem um raciocínio incrível. Eu gosto muito do poder de decisão dele”.

“Eu lembro de um treino que fizemos com o Brasil e eu fiquei muito impressionado com o Estêvao. Ele jogou primeiro de ponta e depois como 10. Ele fez quatro gols e ainda perdeu um pênalti. Ele é muito comprometido no dia a dia e quer muito aprender. Quando acabava o treino, ele ficava batendo falta e não erra. Ele é rápido, bom no drible, inteligente e tem a bola parada. Quando melhorar a parte física, ele vai subir ainda mais de patamar. Eu não tenho dúvida que ele vai ser um dos grandes nomes do nosso futebol”.

Por fim, Kosloski analisou Andrey Santos, também do Chelsea. Os dois foram campeões no sul-americano sub20 de 2023, na Colômbia. O meiocampista, então jogador do Vasco, era o capitão da equipe e já impressionava pela liderança dentro e fora de campo.

“Além da técnica e da qualidade, o Andrey é muito diferente disciplinarmente. Ele tem um nível de profissionalismo difícil de achar. Ele sabe como se comportar. Nós o convocamos para o amistoso contra o Marrocos (em março de 2023, primeiro jogo do Brasil após a Copa do Mundo do Catar). Ele não sentiu o jogo, ele não sentiu o peso de vestir a camisa do Brasil. Jogador grande precisa se sentir à vontade com a camisa do Brasil”

“O Andrey é absurdamente tático. Ele pode jogar em qualquer posição do meio de campo. Mas a saída de bola dele é impressionante. O adversário pode pressionar e mesmo assim ele consegue quebrar a marcação. Ele tem tudo para ser o substituto do Casemiro, que é também um cara muito diferente taticamente e comprometido com o trabalho

HISTÓRIA DE THIAGO KOSLOSKI

Thiago Kosloski conheceu os dois lados do futebol. Como jogador, viveu a parte mais difícil, de oportunidades escassas. Apesar de ter começado no PSTC, clube do Paraná, na geração que revelou Fernandinho, Dagoberto e Kleberson, ele rodou nas divisões mais inferiores do Brasileirão e das ligas estaduais do Brasil.

Sem sucesso no sonho de chegar a uma grande equipe, ele teve de interromper a carreira após sofrer uma grave lesão no joelho. Nesse período, trocou a chuteira pela carreira de treinador, mas de uma forma inusitada.

“Eu tinha desistido do futebol. Eu não aguentava mais as lesões e as dificuldades. Então eu decidi trabalhar em uma outra área e procurei um emprego para vender sapato. Fiz a entrevista com o gerente, ele olhou meu currículo tood ligado ao futebol e disse que vender sapato não era o meu mundo. Eu fiquei bastante chateado porque eu já tinha 30 anos e precisava trabalhar. Mas na saída da loja, eu recebi uma ligação para ser treinador em um clube e minha vida no futebol, fora do campo, começou”, contou.

Antes de chegar nas grandes equipes do Brasil, Kosloski passou pelo Cazaquistão e Austrália, quando voltou ao Brasil para fazer cursos e se aproximou de Ramon Menezes, técnico da seleção sub-20 entre 2021 e 2025, e Mano Menezes, que já comandou a seleção principal entre 2010 e 2012.

Por enquanto, ele deve seguir os passos de Mano Menezes e aguarda uma nova proposta para retornar ao futebol. Mas ele não descarta a mudança de setor em um futuro não tão distante.

“Eu gostei de ser treinador. Até hoje eu tenho o recorde de ser o técnico mais jovem a trabalhar em um time da primeira divisão no leste europeu. Mas eu ainda não defini como vai ser essa transição. Eu acho que as coisas precisam ser naturais. Um dia eu vou acordar e vou ouvir aquela vez do destino, sabe? Isso funciona bem comigo”, finalizou.

Fonte: Transfermarket

Valdir Bigode recebeu à vista os mais de R$ 5 milhões que cobrava na ação trabalhista que movia contra o Vasco

Valdir Bigode recebeu à vista os mais de R$ 5 milhões que cobrava na ação trabalhista que movia contra o Vasco

Terça-feira, 27/01/2026 – 23:41

Gilmar Ferreira @gilmarferreira

Preciso informar que Valdir Bigode recebeu à vista os mais de R$ 5 milhões que cobrava na ação trabalhista que movia contra o clube. E seus advogados foram dos primeiros a assinar a RJ aprovada pelos credores. O caso dele serviu, inclusive, como parâmetro para estabelecimento do teto para pagamento sem deságio.

Fonte: X do jornalista Gilmar Ferreira/Extra

Jornalista detalha forma de pagamento do Bournemouth ao Vasco por Rayan

Perdidinho Sumido @OpinaGigante

@gilmarferreira Gilmar, tem notícias do Vasco?? Recebeu realmente os €25mi a vista pela venda??? Sem patrocinador master desde o ano passado, vai completar um mês.

Tem plano B pro tecnico se for mal durante o ano??

Fonte: X Perdidinho Sumido

Gilmar Ferreira @gilmarferreira

As negociações entre Vasco e Bournemouth avançaram nesta terça-feira (20). O clube inglês atendeu exigências quanto à forma do pagamento e a conclusão da operação agora está por detalhes. Com o estágio avançado, o jogador não será relacionado para o clássico de amanhã, contra o Flamengo, devendo ter feito no jogo contra o Maricá, sua última partida com a camisa cruzmaltina. Rayan esperava estar em campo, mas, após as últimas tratativas, foi convencido pelos empresários a se preservar. O valor da venda será de 35 milhões de euros (R$ 220,5 milhões) com o Vasco, em princípio, ficando com 70% do valor – cerca de 25 milhões de euros (R$ 157,5 milhões).

Fonte: X do jornalista Gilmar Ferreira/Extra

Elle Marani @ElleMarani

@gilmarferreira E o que essa 3a instituição ganha? Se fica por conta dos ingleses, é pago sem juros, certo?

Pergunta sincera… Sou totalmente leiga.

Fonte: X Elle Marani

Gilmar Ferreira @gilmarferreira

Exatamente os juros deste valor empenhado: a empresa adianta o dinheiro e o Bournemouth paga este valor, acrescido da taxa – entre 10 e 15% do total. Ou seja: para o Vasco a operação segue nos € 25 milhões. Para o Bournemouth aumenta de 10 a 15%. Lembrando que isso não tem nada a ver com os 30% da parte do jogador.

Fonte: X do jornalista Gilmar Ferreira/Extra

FORA DINIZ @ramoncrvasco

@gilmarferreira Porra. Era 35, 28, agora 25…

Pqp

Fonte: X FORA DINIZ

Gilmar Ferreira @gilmarferreira

€ 35 milhões: valor total da operação sem o custo do adiantamento.

€ 28 milhões: valor que o Bournemouth pagaria às duas partes, na proporção 70 e 30%, pagando o restante em 18 meses.

€ 25 milhões: valor que o Vasco exigiu, cash.

Fonte: X do jornalista Gilmar Ferreira/Extra