Depois do grande sucesso em São Januário, a Vascorrida entra em uma nova fase e passa a acontecer em diversas cidades do país, levando esporte, saúde e vascainidade para todos os cantos do Brasil.
📍 Manaus (AM) e Vitória (ES) já estão confirmadas como sedes da Vascorrida 2026, reforçando a força nacional da torcida do Club de Regatas Vasco da Gama.
Em breve, mais cidades, datas e informações sobre inscrições no perfil da @vascorrida.
Prepare o tênis. O Vasco vai correr o Brasil inteiro.
Vasco atingirá o limite de estrangeiros com Johan Rojas; veja possíveis chegadas e saídas
Com chegada prevista para a madrugada desta quinta-feira, Johan Rojas é aguardado no Rio de Janeiro para realizar exames e assinar contrato de empréstimo com o Vasco. A contratação do meia colombiano fará o plantel vascaíno atingir nove estrangeiros no elenco – o número máximo de jogadores permitido pela CBF para lista de relacionados por partida.
O clube, porém, deve fazer novas movimentações ao longo da janela de transferências. Tanto para chegadas quanto para saídas. Uma possibilidade de contratação para os próximos dias é o uruguaio Alan Saldivia. A diretoria ouviu uma contraproposta do Colo-Colo e mantém negociações pelo defensor.
Há uma reunião da cúpula do time chileno marcada para debater a oferta nos próximos dias para definir o futuro da transferência. O Vasco conta com o desejo do jogador, que vê com bons olhos uma chegada ao futebol brasileiro. Diniz é o principal entusiasta do futebol de Saldivia.
Há também possíveis saídas de estrangeiros no elenco. Ainda sem Rojas oficializado, o Vasco conta com oitos jogadores nascidos fora do Brasil. São eles: os argentinos Sforza, Garré e Vegetti; os colombianos Andrés Gómez e Carlos Cuesta; o uruguaio Puma Rodríguez; o suíço Maxime Domínguez; e o português Nuno Moreira.
Recentemente, a diretoria se desfez de outros dois gringos. O contrato do uruguaio Mauricio Lemos chegou ao fim no último dia 31 e não foi renovado, e o clube acertou a rescisão do vínculo com o chileno Jean David.
Da lista, dois argentinos não estão nos planos da comissão técnica para o ano que vem. Conforme apurou o ge, Sforza e Garré estão na lista de jogadores negociáveis para o Vasco. Eles têm contrato, e o clube tenta ganhar caixa com as saídas dos dois. Ambos já tiveram sondagens de equipes do exterior.
Maxime Domínguez é outro estrangeiro em avaliação. Assim como a dupla argentina, o suíço está no grupo que se reapresentou na última sexta-feira e disputará as primeiras partidas do Campeonato Carioca, em que o Vasco mandará um time alternativo. O jogador retornou de período de empréstimo do Toronto FC e terá uma oportunidade para demonstrar seu valor. Uma saída, no entanto, não é descartada em caso de proposta. Seu contrato se estende até dezembro deste ano.
A primeira janela de transferências do ano se encerra no dia 3 de março. Eventuais saídas podem acontecer em um período mais próximo à data, já que a CBF aumentou o limite de jogos por um clube pelo Brasileirão antes de se transferir — até 2025, eram seis partidas; a partir de 2026, o número máximo é de 12.
Vasco aguarda SOD Capital negociar compra de terreno na Barra da Tijuca para fechar venda do potencial construtivo de São Januário; veja vídeo
ATUALIZAÇÃO SOBRE A REFORMA DE SÃO JANUÁRIO. COUTINHO E RAYAN SE APRESENTAM. BRENNER VEM? PITON VAI?
Fonte: Youtube Colina em Foco
Vasco avança nos bastidores para a reforma de São Januário, mas obra segue sem data para começar
A reforma de São Januário, um dos projetos mais aguardados pela torcida do Vasco, ainda não tem data para começar. Os motivos passam, principalmente, pela complexa engenharia financeira e imobiliária que sustenta o plano. Embora o clube tenha avançado em diversas frentes técnicas e comerciais, a execução da obra depende diretamente da venda do potencial construtivo do estádio, um processo que ainda enfrenta entraves de mercado. O Jogada10 traz detalhes sobre o que está atrasando o início das obras.
O ponto central da operação envolve a venda dos 280 mil metros² de potencial construtivo, mecanismo urbanístico que permite ao Vasco transferir esse direito para empreendimentos imobiliários em outras regiões da cidade. Desse total, a SOD Capital possui uma opção de compra para adquirir 220 mil metros². No entanto, a incorporadora ainda negocia a compra de um terreno na Barra da Tijuca. A demora na aquisição do lugar está travando toda a operação envolvendo a reforma de São Januário.
Caso a aquisição não se concretize, a tendência é que outro comprador avance, mas, ainda assim, tenha de negociar com o Vasco, já que o terreno só se torna viável economicamente para quem adquirir também o potencial construtivo de São Januário. Não há qualquer embargo ou problema jurídico envolvendo a área — o entrave é estritamente de mercado. Em paralelo, já há avanço na minuta da escritura: quando a SOD comprar (e se comprar) o terreno, a venda do potencial construtivo estará bastante adiantada.
Vale destacar que além do projeto de lei que envolve o estádio vascaíno, outros dois espaços também estão vendendo potencial construtivo no Rio de Janeiro, aumentando a concorrência e dificultando o poder de venda. Trata-se do espaço onde está localizado o Parque Olímpico e um terreno em Guaratiba que se tornará um autódromo. O cenário é de cautela generalizada: incorporadoras e investidores aguardam uma acomodação do mercado imobiliário antes de fechar negócios de grande porte.
Algumas empresas, porém, estão em estágio mais avançado com o Vasco. A Brastinto já possui um terreno para construir e negocia a compra de 30 mil metros² do potencial construtivo. A Tegra também tem área própria e está finalizando seu estudo de viabilidade e pode adquirir também até 30 mil metros². Ainda assim, nenhuma dessas negociações foi suficiente, até agora, para destravar o fluxo de caixa necessário ao início das obras.
A expectativa financeira do projeto prevê que a venda total do potencial construtivo chegue a R$ 614,5 milhões. Descontados 6% destinados à Prefeitura e outros abatimentos, o valor líquido ficaria próximo de R$ 550 milhões. Esse dinheiro, no entanto, só começará a entrar após a assinatura da primeira escritura — marco que também condiciona a conclusão do projeto executivo. Sem essa primeira entrada, não há como avançar para a fase de obras.
Além disso, o Vasco enfrenta limitações de caixa. Os projetos complementares — cerca de 27 ao todo — custam aproximadamente R$ 20 milhões. O clube não tem condições de antecipar esse valor. Ainda assim, tudo o que foi possível fazer sem comprometer as finanças está sendo realizado. Até agora, cerca de R$ 1 milhão já foi investido, valor que será posteriormente reembolsado. Todos os escritórios de engenharia já foram definidos, e tanto o plano de viabilidade quanto o plano de negócios estão em suas versões finais.
Do ponto de vista esportivo e comercial, o conceito do novo São Januário está bem definido. O estádio terá capacidade para cerca de 45 a 46 mil torcedores. No entanto, a ideia é deixar preparado estruturalmente para uma futura ampliação. O modelo de venda de camarotes e cadeiras já foi fechado, com preços e plataforma de comercialização definidos. Em relação aos Naming Rights, os estudos indicam que o valor de mercado tende a ser maior quando a obra já está em andamento ou próxima da conclusão — estimada em três anos após o início.
Enquanto isso, a realidade é clara. Não há previsão para o início das obras. A reforma de São Januário avança nos bastidores, em estudos, contratos e planejamentos, mas segue refém do ritmo do mercado imobiliário e da concretização das primeiras vendas do potencial construtivo. Até lá o projeto permanece estagnado.
Lojas Gigante da Colina começam a receber os produtos da Nike
Quarta-feira, 07/01/2026 – 06:24
Emerson Rocha @emerson_rocha
NAS LOJAS
Os produtos da Nike estão começando a chegar aos poucos nas lojas Gigante da Colina espalhadas pelo Brasil. Como trouxe o pessoal do @PodCruzmaltino, a venda só será mesmo no dia 15/01. Porém, ainda não terá todo o enxoval e talvez falte algumas peças e tamanhos.
Fonte: X do jornalista Emerson Rocha/Atenção Vascaínos