Jean David acusa intermediário de ter exigido comissão para que ele pudesse jogar mais no Vasco
newscolina @newscolina
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Jean David concedeu uma entrevista ao @latercera e fez graves acusações sobre ter sido vítima de suborno de intermediários para que ele pudesse ter mais minutos com a camisa do Vasco:
“É uma longa história. Quando eu jogava no Toluca, tive opções para ir para outro clube no México. Mas a diretoria não queria que eu reforçasse outro time no mesmo país, e meu salário era muito alto para uma renovação. Então surgiu a proposta do Vasco. Mas o único obstáculo era que outra pessoa, que não fosse meu agente, precisava me levar até lá. Pediram para eu não me envolver nas negociações por causa da comissão e tudo mais. Eu disse que tudo bem, sem problemas, que conversaria com meu agente, que disse não ter problema nenhum, mas que queria revisar os contratos para garantir que não havia nada suspeito.
Fui até lá, disse quanto eu queria ganhar. Até então, tudo estava em ordem. Dois meses depois de chegar ao Rio de Janeiro, essa pessoa que me levou até lá entrou em contato comigo e disse: “Ei, sabe de uma coisa? Agora você tem que pagar uma comissão.” Eu disse: “Comissão por quê? Que história é essa? Como funciona?”
Era muito dinheiro. E eu perguntei a ele: “Mas por quê? Onde no contrato está escrito isso?” E ele disse: “É assim que eu trabalho; tem gente que ajudou a fazer isso acontecer, eu tenho que prestar contas a eles.” E eu disse: “Você nunca me disse isso.”
Conversei com meu agente, que viajou ao Brasil para resolver a situação. Aí ele disse: “Não é assim que funciona, como você pôde pensar isso? Eu reservei minha comissão para que você pudesse fazer seus negócios em paz, você tem que receber do Vasco.” Ele respondeu que não, que era um caso à parte, que era assim que ele trabalhava, disse: “Eu tenho que prestar contas ao pessoal do Vasco e do Toluca.”
Veja bem, o Toluca me comprou por US$ 5,5 milhões e me vendeu por US$ 1,5 milhão. Então, você deve estar pensando… qual é a dessa história? Já tinha algo de suspeito. Conversamos com meu agente e demos a ele uma porcentagem para que o cara ficasse quieto e não nos incomodasse. Ele recebeu o dinheiro e me ameaçou: “Vou te processar, você não vai jogar e eles vão tornar sua vida um inferno.” Eu disse para ele fazer o que quisesse, que quando chegasse a hora, eu falaria.
Aconteceram algumas coisas e percebi que pessoas dos dois clubes estavam envolvidas. Outros jogadores do Vasco me disseram a mesma coisa: eles foram ameaçados de que, se não pagassem a comissão, não jogariam. Talvez seja por isso que o Vasco luta contra o rebaixamento há tanto tempo.
“Quem é essa pessoa?”
Não saberia dizer exatamente, e não quero me alongar mais sobre isso. É um assunto encerrado. O Rio de Janeiro é uma cidade linda, e o Vasco é uma instituição incrível com uma torcida maravilhosa. Essas pessoas estão prejudicando o futebol.
O time feminino do Corinthians entra em campo neste domingo (1º), às 15h, para buscar a maior conquista de sua trajetória repleta de glórias e fazer história mais uma vez. Será a decisão do título da Copa das Campeãs da Fifa, o primeiro mundial de clubes femininos organizado pela entidade máxima do futebol mundial.
O adversário será o Arsenal, da Inglaterra. As Gunners terão a vantagem de decidir o título em casa, no Emirates Stadium, em Londres. Esse será o primeiro duelo entre os dois times na história do futebol feminino.
Além disso, dentro de campo, o rival das Brabas não é qualquer time. É praticamente uma seleção internacional. Uma das estrelas é a atacante espanhola Mariona Caldentey, ex-Barcelona. Ela jogou por 3 temporadas com Andressa Alves, atualmente no Corinthians, na Catalunha. Pelo Barcelona, a jogadora conquistou 25 troféus e marcou mais de 100 gols. Caldentey ganhou quatro das últimas cinco edições da Champions League feminina.
Outro destaque é a atacante inglesa Alessia Russo, de 26 anos, com passagens por Manchester United, Chelsea e pela liga norte-americana. Ela foi a artilheira da equipe no último ano, com 20 gols. Na campanha do título da Champions League, fez oito gols e a vice-artilheira da competição. Ainda no setor ofensivo do time inglês, outro bom nome é Chloe Kelly. Ela se destacou por Manchester City e Everton.
O Arsenal se garantiu na grande decisão da Copa das Campeãs ao golear o As Far, de Marrocos, por 6 a 0. O Corinthians se classificou ao bater o Gotham FC, campeão da NWSL e da Concacaf, por 1 a 0. As brasileiras participam do torneio após conquistar a última Conmebol Libertadores; o Arsenal foi campeão da Champions League feminina.
O técnico Lucas Piccinato das Brabas pode repetir a escalação da estreia. O provável Corinthians tem Letícia; Gi Fernandes, Thais Ferreira, Leticia Teles e Tamires; Duda Sampaio, Andressa, Gabi Zanotti e Ana Vitória; Belén Aquino e Jaqueline Ribeiro. Enquanto isso, o Arsenal, da treinadora Renee Slegers, pode ter Anneke Borbe; Smilla Holmberg, Wubben-Moy, Laia Codina e Taylor Hinds; Frida Maanum, Mariona Caldentey e Victoria Pelova; Bethany Mead, Olivia Smith e Stina Blackstenius (Alessia Russo).
Brenner: ‘Sou um jogador que se movimenta bastante, que ataca as profundidades’
Sexta-feira, 30/01/2026 – 17:16
Colina 1927 @Colina_1927
“Sou um jogador voluntário pra equipe. Tenho uma ótima finalização e me encaixo no estilo de jogo do treinador.
Sou um jogador que se movimenta bastante, que ataca as profundidades. Não sou um centroavante de área. Sou mais de mobilidade que busca sempre o caminho do gol.”
– Brenner, ao ser perguntado sobre suas características
🚨⚠️ Vasco se posiciona sobre acusações de Jean David:
“O Vasco recebeu com espanto, através de matéria veiculada pela imprensa chilena, as acusações do atleta Jean Meneses envolvendo supostas cobranças indevidas, ameaças e condutas irregulares relacionadas à sua contratação, não havendo até o momento qualquer manifestação ou denúncia formal do próprio atleta ou de qualquer outro profissional do clube nesse sentido.
O Vasco não compactua com práticas que contrariem a ética e a legalidade e reforça que dispõe de canais formais, seguros e sigilosos de Compliance e integridade, justamente para o registro e a apuração de situações dessa natureza.
Tão logo tomou conhecimento das declarações, o clube determinou a imediata abertura de apuração interna para investigar os fatos com rigor e transparência.
O Vasco esclarece ainda que o não aproveitamento do atleta ocorreu exclusivamente por critérios técnicos da comissão técnica, sem qualquer relação com questões extracampo.
O clube reafirma seu compromisso com a ética, o respeito aos profissionais e a lisura de seus processos.”
Brenner é apresentado e ressalta importância de Diniz: ‘Sempre procurou saber como eu estava’
Brenner conta o que falou com Diniz antes de chegar ao Vasco: “A gente tem uma relação boa
Quarto reforço do Vasco para a temporada 2026, Brenner foi apresentado oficialmente nesta sexta-feira. Dono de uma relação muito próxima com o técnico Fernando Diniz, que teve papel importante na negociação, o atacante usará a camisa 20. Em sua primeira entrevista como jogador do Vasco, Brenner reforçou o papel do treinador em meio às conversas com a Udinese, da Itália. E também citou que Evander, cria vascaína, está doido para voltar a São Januário.
— As conversas iniciaram em dezembro, quando Diniz me ligou. Não foi a primeira vez que ele me ligou depois que saí do São Paulo, quando trabalhamos juntos. Sempre procurou saber como eu estava, as situações (da carreira) enquanto esteve empregado ou não. Temos uma relação boa fora do campo, e dentro de campo também tivemos quando trabalhamos juntos. As primeiras conversas foram com ele apresentando o projeto, o interesse, e pedindo para dar seguimento às negociações — disse.
Brenner chegou a dizer que não planejava voltar ao Brasil neste momento da carreira. No entanto, o atacante mudou de ideia ao receber a proposta do Vasco, levando também a torcida vascaína em consideração.
— Não estava nos planos voltar ao Brasil, mas quando chegou a oportunidade de vir ao Vasco e o projeto me foi apresentado… Eu já conhecia a grandeza do clube, joguei contra a torcida e foi muito difícil. Esse clube gigantesco tendo interesse em mim, com esses torcedores ao meu lado, com certeza é uma oportunidade que eu tinha que aproveitar — afirmou Brenner, acrescentando:
— Fico lisonjeado pelo Vasco ter me dado essa oportunidade, de me valorizar e poder vestir essa camisa. Sei da grandeza de todos os atacantes que o clube teve. Venho aqui para tentar escrever meu nome na história desse clube gigantesco, e espero que seja com títulos.
Brenner chega ao Vasco e revela: “Evander está doido para voltar”
Perguntado sobre o peso de substituir Rayan como referência no ataque do Vasco, Brenner parabenizou o jogador negociado com o Bournemouth pela carreira. Ao falar sobre as próprias características, se definiu como um centroavante de maior mobilidade..
— Parabenizar o Rayan pelo que fez no Vasco, a trajetória dele, acompanhei um pouco da história e do que estava vivendo aqui. Desejo boa sorte. Veho para somar, sou um jogador voluntário para a equipe. Acredito eu que tenho ótima finalização e que me movimento bastante, atacando as profundidas. Não sou um centroavante de área, mas de mais mobilidade, que busca sempre o caminho do gol.
— Eu cresci com pressão. Venho de uma realidade muito difícil, fui para o São Paulo muito cedo, cresci num clube que sempre teve pressão na base ou no profissional. Agora, no Vasco, é buscar trabalhar para fazer dessa pressão uma motivação a mais dentro de campo.
Brenner jogou com Evander, cria do Vasco, no Cincinnati, dos Estados Unidos. Durante a negociação, o atacante revelou ter conversado com o amigo:
— O Evander é um grande amigo que eu ganhei no futebol, pessoa incrível, jogador de alto nível. Quando começaram as negociações, começamos a conversar, me apresentou o clube, falou que a torcida era apaixonada, que eu iria gostar muito. Fazendo uma confissão aqui, ele tá doido para voltar também. É uma grande amizade que eu tive, que me ajudou muito nessa negociação, a entender o clube e perceber a dimensão, o carinho dos torcedores.
Outros tópicos da entrevista de Brenner:
— Frequentei dois países nesses últimos anos (EUA e Itália), de primeiro mundo. De início, quando surge a possibilidade de vir ao Vasco, vem na mente um passado recente, de coisas difíceis, ouvir outros jogadores falando. Mas desde que eu cheguei, quando o projeto foi apresentado, a estrutura do CT… A quantidade de oportunidade e de excelentes profissionais que têm no clube mostram que o clube está mudando, e tem tudo para voltar ao topo de onde nunca deveria ter saído. O planejamento foi Diniz ligar, começarmos a amadurecer a ideia e entender o trabalho que estava sendo feito ao redor, acertar com os clubes. Vamos seguindo esse planejamento até a estreia para ver os próximos passos.
Qual protagonismo pretende assumir?
— Espero que seja um protagonismo de um jogador que veio para somar, agrega com gols e que ao fim dos jogos, (o resultado) sejam os três pontos. Ambição de conquistar títulos pelo Vasco. É um clube que não pode ficar sem ganhar.
Metas de gols para 2026 e recepção do grupo:
— A gente sempre quer mais, mas ainda não fiz essa conta comigo. O mais importante são os três pontos. Se eu tiver oportunidade de marcar, farei de tudo para estar concentrado e ser eficiente. O grupo me recebeu muito bem. Já conhecia alguns jogadores, o ambiente é incrível. Foram muito amigos, parceiros, e me deixaram bem à vontade.
Por que você e Diniz se dão tão bem?
— Temos uma boa relação devido a alguns períodos de convivência, difíceis e ótimos. Ele foi muito eficiente em me fazer entender o meu lugar no futebol, no São Paulo, onde eu estava. Foi muito feliz em me dar oportunidade, mas antes disso, conversou comigo e me fez entender. Fora de campo, sempre busca ajudar os atletas. Dentro de campo, cobra bastante. Tem sua forma de cobrar, mas não tá ali para prejudicar ninguém. Se todos entenderem o que ele está pedindo, temos todas as oportunidades para evoluir.
— Fisicamente estou bem. Estava um período afastado devido às negociações. Cheguei aqui, fiz todos os exames médicos, a parte física. Espero estar pronto o quanto antes, mas estou dependendo da aprovação dos preparadores. Têm o aval do professor para me dar a liberação. Mentalmente estou muito bem, saudável, feliz, grato a Deus por essa oportunidade. Sei que o calendário do Brasil é muito cheio, tem muitos jogos. Esse relacionamento com o Diniz me ajuda porque consigo entender a ideia do que ele tá pedindo. Como é difícil jogar no Brasil, a pressão que tem. Tô bem, tô preparado e tô feliz.
O que melhorou no seu futebol?
— Acho que o que acrescentei foi a condição física. Fiquei mais forte e mais rápido. Fiquei mais experiente por jogar fora. Voltar ao Brasil com essas características ajuda a me adaptar o mais rápido possível para ajudar o Vasco.
Esquema sem centroavante:
— Vejo que ele (Diniz) pede muita movimentação. Ter a bola no pé, a coragem para jogar, é o que ele pede. Acredito que me enquadro nesse perfil. Eu tenho a chegada na área. Graças a Deus, tenho qualidade para finalizar. Espero que isso seja fundamental para efetivar o gol.
Pressão sobre Diniz e futuro imediato do Vasco:
— Imagino que todo início de temporada seja ruim porque nem todos os times têm a oportunidade de treinar o suficiente por causa do calendário. Conforme os dias vão passando, o time vai se entrosando, mais ritmo de jogo e todos os jogadores à disposição. A tendência é melhorar a cada jogo. Acredito que vai se encaixar. O Vasco tá buscando voltar ao topo, ao seu lugar ao sol. Tem tudo para dar certo. Diniz é um cara capacitado, sabe lidar com a pressão. Conhece todos os atletas e tá muito capacitado nesse cargo para extrair o melhor de cada atleta.
— Posso agregar ajudando a equipe. Tenho boa mobilidade, estou melhor fisicamente e com mais experiência. Quero ajudar a ganhar jogos marcando gols. Minha principal características é fazer gols. É trabalhar firme, fazer os gols e fazer as coisas darem certo.