Arquivo diários:fevereiro 12, 2026
Diniz: ‘Sobre a hostilidade da torcida, é normal. O time não ganha, tem que vaiar mesmo, tem que hostilizar’
Diniz: ‘Sobre a hostilidade da torcida, é normal. O time não ganha, tem que vaiar mesmo, tem que hostilizar’
Depois de mais um resultado frustrante em casa, a arquibancada ficou na bronca, e Fernando Diniz e jogadores vascaínos, como Coutinho, foram alvos de muitos protestos. Na entrevista coletiva, o técnico fez questão de sair em defesa dos jogadores, especialmente o camisa 10, mas afirmou que entende as vaias, depois de mais uma derrota.
– O Coutinho é um presente para o Vasco. É um jogador extremamente diferente. O torcedor está no direito de vaiar, de xingar. Em relação ao Pedrinho, é o presidente, é um cara que faz um bem enorme ao futebol. O que eu tenho que falar sobre o Pedrinho é isso. Sobre a hostilidade da torcida, é normal. O time não ganha, tem que vaiar mesmo, tem que hostilizar.
O time carioca viu o Bahia iniciar a partida melhor e sofreu o gol de Luciano Juba, depois de jogada ensaiada em escanteio e falha coletiva da marcação. O Vasco até melhorou ao longo da partida, teve mais controle do jogo, mas faltou eficiência para buscar o empate. A arquibancada ficou na bronca, e Fernando Diniz e jogadores vascaínos foram alvos de muitos protestos.
Com o resultado, o Vasco entrou na zona de rebaixamento do Brasileirão, com apenas um ponto conquistado nas três primeiras partidas. O próximo compromisso será diante do Volta Redonda, no sábado, pelas quartas de final do Campeonato Carioca, em São Januário. No Brasileiro, o próximo jogo será na próxima quinta-feira, contra o Santos, na Vila Belmiro.
Fonte: ge
Confira a súmula de Vasco 0 x 1 Bahia, pelo Brasileiro
Feminino Base: Vasco estreia na Copa Rio Sub-20 no dia 21/02, contra o Fluminense, no Nivaldo Pereira
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Quinta-feira, 12/02/2026 – 03:35
Confira mais trechos da entrevista coletiva de Fernando Diniz após Vasco 0 x 1 Bahia
Confira mais trechos da entrevista coletiva de Fernando Diniz após Vasco 0 x 1 Bahia
Depois de mais um resultado frustrante em casa, a arquibancada ficou na bronca, e Fernando Diniz e jogadores vascaínos, como Coutinho, foram alvos de muitos protestos. Na entrevista coletiva, o técnico fez questão de sair em defesa dos jogadores, especialmente o camisa 10, mas afirmou que entende as vaias para o grupo, depois de mais uma derrota.
— O Coutinho é um presente para o Vasco. É um jogador extremamente diferente. O torcedor está no direito de vaiar, de xingar. Em relação ao Pedrinho, é o presidente, é um cara que faz um bem enorme ao futebol. O que eu tenho que falar sobre o Pedrinho é isso. Sobre a hostilidade da torcida, é normal. O time não ganha, tem que vaiar mesmo, tem que hostilizar.
O time carioca viu o Bahia iniciar a partida melhor e sofreu o gol de Luciano Juba, depois de jogada ensaiada em escanteio e falha coletiva da marcação. O Vasco até melhorou ao longo da partida, teve mais controle do jogo, mas faltou eficiência para buscar o empate.
Diniz analisa ineficiência do Vasco no ataque: “Não é normal”
— Difícil explicar. A gente perdeu o Rayan, que era um jogador que precisava de poucas oportunidades para chutar e fazer gol de dentro e fora da área, cabeceio. Com o volume que a gente tem criado, é questão de tempo para a bola começar a entrar. Não é normal a gente não converter em gol. Ano passado, a gente teve uma taxa de conversão alta. Era um time que fazia muito gol e tomava muito gol. Mas, este ano, a gente não está tomando muito gol e tem cedido pouca chance ao adversário. Não sei explicar o porquê de estar tomando gol com pouca chance, que não é normal. A gente tem que melhorar, cedendo pouca chance aos adversários e converter nossas chances para vencer as partidas.
— Sentimento é de frustração total. O torcedor tem que estar bravo, chateado e ter alguém para xingar, e o treinador é o maior responsável. A gente produziu para ganhar. Tivemos chances para virar, mas não viramos. Estou aqui para ser vaiado e estou preparado para isso. O time tem que conseguir converter as oportunidades de gol. O Bahia não teve nenhuma grande chance. Fizeram um gol numa jogada que não estava mapeada e o Everton fez na hora — comentou Diniz.
Com o resultado, o Vasco entrou na zona de rebaixamento do Brasileirão, com apenas um ponto conquistado nas três primeiras partidas. O próximo compromisso será diante do Volta Redonda, no sábado, pelas quartas de final do Campeonato Carioca, em São Januário. No Brasileiro, o próximo jogo será na próxima quinta-feira, contra o Santos, na Vila Belmiro.
— Estou aqui para ser pressionado. Os números são esses, mas o rendimento não era para ser esse desde o ano passado. Eu vou sustentar e acredito que os números vão mudar.
“Não conversei nada com a diretoria. Sou seguro daquilo que faço”, afirmou Diniz.
Outros pontos da coletiva
Entrada de Marino
— O Marino tem expectativas. Se a gente não colocar um jogador que tem expectativa, a gente não sabe. O jogo estava pedindo igual um Marino. A ideia era ter o Andrés Gómez de um lado, e o Marino do outro. Ele é um cara que vai começar a entregar em algum momento. É um jogador muito bem avaliado.
Sistema defensivo
— Eu não acho que a gente tomou muito gol essa temporada. A defesa preocupa quando se oferece muita chance ao adversário, e não tem oferecido muita chance. A gente não está igual ao ano passado. A gente tem oferecido poucas chances, e as poucas chances tem entrado. Contra a Chapecoense, a gente não ofereceu chance de jogo, o cara fez um gol na intermediária, hoje fez um gol dificil de acertar, uma jogada ensaiada de muita precisão. O Léo Jardim não fez uma defesa importante. A gente defensivamente não foi mal no jogo. A gente tem sofrido gols com poucas oportunidades cedidas ao adversário.
Escolha por GB
— A gente chegou no último terço do campo 51 vezes, o Bahia chegou 13. As jogadas terminaram muito em cruzamento, e o GB é um cara alto, com presença de área, a gente quase fez um gol por conta da presença do GB. A lógica da mexida ela estava correta, depois o Rojas entrou meio por trás, justamente porque ele tem o passe muito bem, entrou bem de novo. E com o tempo ele vai ter mais minutagem.
Interesse do Fortaleza em GB
— Tem o interesse do Fortaleza, mas ainda não tinha nada acertado até o jogo. Era um jogador que o jogo pedia a participação. O jogo se ofereceu para ele entrar, como foi contra o Botafogo e contra o Vitória no ano passado. A gente aproveitou que ele estava aqui e colocou para jogar. Não sei da informação (se ele vai sair).
São Januário
— Acho que aqui é a casa do Vasco, o time tem que saber jogar aqui. Eu gosto muito de jogar aqui, mesmo a torcida me vaiando como vaiou hoje. A gente tem que aprender a jogar aqui cada vez mais e ganhar jogos aqui. Se o time não tivesse produzindo nada, eu estaria preocupado. Não é isso. A gente tem que colocar a bola dentro do gol.
Aprendizado com derrota
— De aprendizado, a gente subiu a marcação muito equivocada, que gerou o escanteio para o Bahia, ter mais atenção nas bolas paradas e conseguir aproveitar mais o que temos produzidos.
Erros na tomada de decisão
— Faltou inspiração para acertar um chute ou cruzamento. A chance que a gente teve, cabeçada do Nuno, do Puma, chute de fora da área, de dentro também. O que a gente errou no primeiro tempo, a gente estava subindo a marcação de forma equivocada, erramos isso na parte tática. Disso que a gente empurrou o Bahia para atrás, o espaço fica mais limitado. A gente teve uma boa ocupação no rebote, cedemos poucos contra-ataques, mas a gente não teve inspiração o suficiente para empatar e virar o jogo.
O que falar para o torcedor?
— Eu compreendo a reação da torcida, vocês não vão me ver falar mal da torcida. Eu sei que eles acreditam no time, na instituição, e nunca abandonaram. Os jogadores têm que agradecer pela torcida que têm e entregar resultado.
Bola aérea
— Quando a gente tomou gol de bola aérea, não foi falha do Cuesta ou do Saldivia. Geralmente alguém falha na marcação individual, e hoje foi uma falha de posicionamento. Ficou um vazio ali, eles atrairam a gente pra dentro da pequena área, a gente foi e eles fizeram uma jogada pra trás e tinha que ter pelo menos um jogador naquele posicionamento onde a bola entrou. A gente tem procurado trabalhar o máximo pra que a gente evite gol de bola aérea, principalmente de bola parada
Fonte: ge
Fernando Diniz se irrita com pergunta de jornalista: ‘Você está ganhando hoje, comemora’; veja vídeo
Fernando Diniz se irrita com pergunta de jornalista: ‘Você está ganhando hoje, comemora’; veja vídeo
🎙️💢 Momento em que Fernando Diniz reage muito mal ao ser perguntado sobre a sua situação no clube com os números atuais.
Fonte: X Mídia Vascaína
Planeta do Futebol 🌎 @futebol_info
Diniz se irrita com pergunta de repórter:
“Para trazer números para colocar mais pressão, você traz, não é a primeira vez que você faz isso. E você sabe que, pelo rendimento, não eram pra ser esses números. Você está ganhando hoje. Comemora.”
🎥 Vasco TV
Fonte: X Planeta do Futebol
Diniz se irrita com pergunta de repórter sobre derrota do Vasco: ‘Você está ganhando hoje, comemora…’
Técnico do Vasco, Fernando Diniz ficou na bronca com uma das perguntas dos jornalistas durante coletiva após a derrota por 1 a 0 para o Bahia, nesta quarta-feira (11), em São Januário, pelo Brasileirão.
Diniz, que chegou à 20ª derrota nesta segunda passagem pelo Cruzmaltino, foi questionado sobre como se sente em meio à pressão por conta dos resultados e como o seu trabalho é avaliado internamente. E o comandante do clube carioca ficou visivelmente incomodado com a pergunta e subiu o tom nas resposta.
“Contra o Botafogo (no Carioca), a gente ganhou, quando a gente quer trazer os números, e é conveniente para colocar mais pressão como você (repórter) está fazendo, aí você traz, né? Não é a primeira vez que você faz isso. Eu estou aqui para ser pressionado mesmo. Os números são esses, mas você sabe que o rendimento, não era para ter esses números desde o ano passado”, começou por dizer.
“Eu vou sustentar, e eu acredito que o trabalho, os números vão mudar, o placar final do jogo vai mudar, é isso que eu espero. Da diretoria, eu não conversei nada, mas eu sou seguro daquilo que eu faço, quando tiver uma outra oportunidade, você vai trazer os números de novo, está sendo uma prática sua, tudo bem, estou aqui para responder e está tudo certo, está tudo bem”, prosseguiu.
“Já é a terceira ou quarta vez que você traz. Eu não vou discutir, eu estou respondendo, está tudo certo, tá? Você está ganhando hoje, comemora”, finalizou.
Em relação às vaias e xingamentos da torcida pelo resultado negativo, Diniz assumiu a responsabilidade e deu razão ao sentimento do torcedor.
“Sentimento de frustração total. O torcedor tem que estar bravo, chateado, tem que ter alguém para xingar, e o treinador é o maior responsável quando a equipe não ganha. Agora, a equipe produziu para ganhar, o Bahia chutou sete vezes, nós 20. A gente entrou no último terço do campo 51 vezes, a gente teve oportunidade suficiente para virar o jogo e não virou. Agora, se tem alguém para vaiar, eu que sou o cara para vaiar mesmo. Estou aqui para sustentar isso, dar a resposta mais positiva e o time começar a ganhar, senão a gente vai ser hostilizado mesmo, e eu vou ser o mais hostilizado e estou preparado para isso”, disse.
“O time tem que conseguir converter e não é de hoje, o Campeonato Brasileiro desse ano, converter as oportunidades em gol. O Bahia não teve nenhuma grande chance, a gente falhou na marcação no escanteio, eles fizeram uma jogada ensaiada e a gente tomou na hora, de maneira improvisada, não era uma jogada que estava mapeada pela gente, pelo Bahia, não fez essa jogada nos últimos 10 jogos. Pelo que a gente ficou sabendo, o Everton (Ribeiro) que combinou na hora, botou a bola e o cara (Juba) teve a felicidade de fazer o gol”, concluiu.
Em São Januário, o Vasco dominou as ações ofensivas contra o Bahia, mas os visitantes que levaram a melhor, com gol de Luciano Juba ainda no primeiro tempo. A derrota não foi nada boa para os cariocas, que entraram no Z4 do Brasileirão.
Próximos jogos do Vasco:
- Volta Redonda (C): 14/02, 21h30 (de Brasília) – Campeonato Carioca
- Santos (F): 26/02, 19h (de Brasília) – Brasileirão
- Palmeiras (C): 12/03, 19h30 (de Brasília) – Brasileirão
Fonte: ESPN
Souza diz que São Januário precisa de ‘limpeza espiritual’; veja vídeo
O problema do Vasco é ESPIRITUAL acredite ou não , São Januário precisa de uma limpeza espiritual .
Muito jejum e oração 🙏
E quebrar todas as maldições que infelizmente plantaram naquele solo .
Fonte: Instagram do jogador Souza
Ex-Vasco dispara sobre São Januário: ‘Precisa urgentemente de uma limpeza espiritual’
Ex-jogador do Vasco e cria do clube, Souza foi às redes sociais após a derrota para o Bahia nesta quarta-feira (11), e revelou saber de alguns “trabalhos” feitos em São Januário, destacando que o clube e o estádio precisam de uma “limpeza espiritual”.
Acredite você ou não, precisamos fazer uma limpeza espiritual naquele estádio para o Vasco voltar a viver coisas felizes.
Para Souza, o Vasco jogou bem contra o Bahia apesar da derrota por 1 a 0. Contra a Chapecoense, na rodada anterior, também foi bem, mas levou o empate no último lance. O ex-volante vascaíno então iniciou sobre o problema espiritual do clube.
“Já estou para falar sobre isso há muito tempo, mas sempre tive cuidado, mas agora é muito descarado: o Vasco precisa urgentemente de fazer uma limpeza espiritual naquele estádio”, iniciou.
Souza afirmou que já conversou com pessoas que fizeram “trabalhos” no estádio visando o bem, mas, para ele, tiveram efeitos contrários.
“Eu mesmo já ouvi de pessoas que fizeram, que não vou expor por respeito, trabalhos com sangue de animais em volta do campo. No ponto de vista delas, era pensando em fazer algo bom, mas não tem como derramar sangue de animal em São Januário e pensar que vai ser bom”, disse.
Para o volante, o Vasco está “pagando o preço” por conta desses trabalhos realizados. O Cruzmaltino foi o último clube do jogador, que atuou pouco em 2024 e 2025. Mesmo assim, ele disse que conseguiu amenizar algumas situações enquanto esteve no clube.
“Já fui ao CT do Vasco fazer uma oração e uma limpeza, levei pastores e encontramos alguns trabalhos escondidos, desfizemos e oramos… por um tempo o clube teve um pouco de paz, mas em São Januário acabamos não indo e a coisa está feia”, afirmou.
Confira a fala completa de Souza e o vídeo
“Todos nós acabamos de ver, infelizmente, nosso Vascão perdeu mais um jogo em casa de uma forma incrível. Mais de 20 chutes a gol, contra a Chapecoense também fez um jogo excelente.
Já estou para falar sobre isso há muito tempo, mas sempre tive cuidado, mas agora é muito descarado: o Vasco precisa urgentemente de fazer uma limpeza espiritual naquele estádio. Eu mesmo já ouvi de pessoas que fizeram, que não vou expor por respeito, trabalhos com sangue de animais em volta do campo e, no ponto de vista delas, era pensando em fazer algo bom, mas não tem como derramar sangue de animal em São Januário e pensar que vai ser bom.
Isso não é de agora, vem de anos, e acredito que o Vasco agora está pagando um preço de muitos anos de trabalhos feitos ali. Nunca quis falar sobre isso publicamente, mas é visível que as coisas não estão dando certo. Time joga bem e não adianta colocar a culpa no Diniz.
Já fui ao CT do Vasco fazer uma oração e uma limpeza, levei pastores, e encontramos alguns trabalhos escondidos, desfizemos e oramos… por um tempo o clube teve um pouco de paz, mas em São Januário acabamos não indo e a coisa está feia.
Não sei a sua religião e nem importo, mas alguma coisa urgente precisa ser feita para esse peso espiritual saia do clube. Está muito complicado. Como ex-atleta que já esteve e vivi ali, é muito complicado. Não à toa muitos atletas chegam ali… e não é o peso da camisa, eles somem, aí vão para outros times e voam.
Acredite você ou não, precisamos fazer uma limpeza espiritual naquele estádio para o Vasco voltar a viver coisas felizes”.
Fonte: Itatiaia
Basquete: Assista aos melhores momentos de Vasco 72 x 74 São José, pelo NBB
Vasco tem 9 derrotas, 1 empate e 1 vitória nos últimos 11 jogos pelo Brasileiro
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Quinta-feira, 12/02/2026 – 00:00
Vídeo mostra Fernando Diniz sendo xingado após o fim do jogo Vasco 0 x 1 Bahia em São Januário
Vídeo mostra Fernando Diniz sendo xingado após o fim do jogo Vasco 0 x 1 Bahia em São Januário
Quinta-feira, 12/02/2026 – 00:03
Fernando Diniz deixa o gramado de São Januário sob fortes xingamentos da torcida do Vasco.
O clube carioca perdeu mais uma sob o comando do técnico no Brasileirão e segue sem vencer nesta edição.
#futebol #vasco #bahia #brasileirão #ge
Fonte: X ge
