Vasco e Volta Redonda abrem os confrontos das quartas de final do Campeonato Carioca, neste sábado, às 21h30, em São Januário. Premiere e sportv transmitem a partida. O ge acompanha todos os lances em tempo real (clique aqui).
A disputa por uma vaga será em jogo único. O vencedor da partida estará classificado para as semifinais. Em caso de empate, a vaga será decidida nas penalidades.
A equipe de Fernando Diniz terminou a Taça Guanabara na segunda posição do Grupo A, com 11 pontos. Por ter melhor campanha, o Vasco tem a vantagem de disputar a partida em São Januário. A pressão, porém, é grande. O time vem de derrota em casa por 1 a 0 para o Bahia e está na zona de rebaixamento do Brasileirão, com apenas um ponto em três partidas.
O Voltaço chega ao confronto das quartas finais depois de terminar a primeira fase em terceiro lugar do Grupo A, com os mesmos 11 pontos do Vasco. O time comandado por Rodrigo Santana ficou atrás somente pelo saldo de gols. Foram três vitórias, dois empates e apenas uma derrota na Taça Guanabara. A equipe tem a segunda melhor defesa da competição, com apenas cinco gols sofridos, atrás justamente do Vasco, vazado apenas três vezes.
Onde assistir
Transmissão: Premiere e sportv
Tempo real: o ge acompanha lances da partida (clique aqui)
Escalações prováveis
Vasco – Técnico: Fernando Diniz
Pressionado por resultados, Fernando Diniz deve mandar o que tem de melhor a campo. A tendência, é que o técnico repita o time titular que atuou nos últimos compromissos na temporada. Cuiabano aprimora a parte física e ainda não deve estar à disposição.
O provável time do Vasco: Léo Jardim; Puma Rodríguez (Paulo Henrique), Cuesta, Robert Renan, Lucas Piton; Barros, Thiago Mendes, Coutinho; Nuno Moreira, Andrés Gómez e Brenner.
Quem está fora: Jair (lesão no joelho), Hugo Moura (lesão no pé) e Cuiabano (poupado).
Pendurados: ninguém
Volta Redonda – Técnico: Rodrigo Santana
Rodrigo Santana chega ao confronto para tentar surpreender o Vasco e garantir uma vaga à semifinal em São Januário. O treinador construiu um time-base sólido ao longo da Taça Guanabara e não deve promover grandes mudanças. Destaque para Ygor Catatau, ex-Vasco, no comando de ataque.
O provável time do Volta Redonda: Avelino; Wellington Silva, Rafael Augusto, Lucas Adell, Juninho Monteiro, Bruno Barra, (Dener), Henrique Silva (Wagninho), PK, Marquinhos, MV e Ygor Catatau.
Mestre-sala e porta-bandeira da Viradouro não usarão fantasias com referência ao Vasco no desfile da Sapucaí
O vascaíno Mestre Ciça, que comanda a bateria da Viradouro, escola da qual é enredo, será homenageado em um desfile que fará referência ao clube do coração. Mas, por outro lado, o maior rival, Flamengo, também não será esquecido. O motivo? Desfiles dos quais o próprio mestre participou.
O carnavalesco Tarcísio Zanon explica que as referências são os centenários dos dois clubes, que motivaram enredos na Sapucaí. Em 1995, a Estácio de Sá desfilou com o enredo “Uma Vez Flamengo…”, ano em que a bateria da escola era comandada por Ciça.
Já em 1998, foi a vez da Unidos da Tijuca homenagear o Vasco da Gama (“De Gama a Vasco, a Epopéia da Tijuca”). E Ciça era o responsável por comandar os ritmistas da Pura Cadência. Por isso, alas do desfile da Viradouro terão as cores dos dois times cariocas neste ano.
Neste pré-carnaval, no minidesfile da Viradouro — realizado em novembro durante evento promovido pela Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) na Cidade do Samba — o casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho e Rute desfilou com roupas em referência ao Vasco, já dando o tom da homenagem.
Mas Tarcísio Zanon garante que, no desfile oficial, o casal terá outra fantasia, sem referência ao cruz-maltino. A escola é a terceira a desfilar na segunda-feira de carnaval, 16 de fevereiro, depois de Mocidade e Beija-Flor.
A TV Brasil transmite, neste sábado (14), as emoções do confronto entre Bahia e Jacuipense válido pela oitava rodada do Campeonato Baiano. A transmissão do jogo é feita com sinal gerado pela emissora parceira, TVE Bahia, que integra a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).
As equipes entram em campo às 16h, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), mas a emissora inicia sua transmissão a partir das 15h45 com um pré-jogo especial.
Com a vaga praticamente garantida na segunda fase, o Esquadrão de Aço, líder disparado, cumpre tabela diante do sétimo colocado, Jacuipense, que precisa da vitória para se classificar.
A edição 2026 do Campeonato Baiano sofreu mudanças em relação a anos anteriores. Iniciado em 10 de janeiro e com previsão de término em 8 de março, a competição será realizada em paralelo ao Campeonato Brasileiro e contará com redução de datas, passando de 13 para 11 jogos.
A primeira fase terá nove rodadas, com as quatro melhores equipes classificadas para as semifinais, que, assim como a final, serão disputadas em jogo único.
Participam do Campeonato Baiano 2026 dez clubes: Bahia, Vitória, Atlético de Alagoinhas, Jacuipense, Porto, Juazeirense, Jequié, Barcelona de Ilhéus, Bahia de Feira e Galícia.
Jornada esportiva da TV Brasil em 2026
Além do Campeonato Baiano, a TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), começa o ano de 2026 com os jogos de outros três campeonatos estaduais de futebol. Estão confirmados na programação os confrontos pela disputa dos Campeonatos Baiano, Capixaba, Cearense e Paraense.
Paralelamente, cumprindo com a missão de dar visibilidade ao esporte feminino, a emissora também exibe os jogos da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino pelo terceiro ano consecutivo.
As transmissões dos Campeonatos Estaduais são exibidas para todo o país e geradas a partir das emissoras parceiras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). Nestes confrontos, a cobertura, a narração e os comentários serão realizados pelas equipes dos canais dos quatro estados: TVE Bahia, TVE Espírito Santo, TV Ceará e TV Cultura do Pará.
Ao vivo e on demand
Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.
Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.
Média de Publico PAGANTE do Campeonato Carioca até o momento;
A média do campeonato é de 6556 pagantes por jogo, com Flamengo, Fluminense e Vasco superando a marca dos cinco dígitos e o Sampaio sendo o único com média inferior a mil pagantes.
Novorizontino 2 x 1 São Bernardo | Juninho marca nos acréscimos e dá vitória ao Novorizontino
Toda semana o futebol cria novos heróis e vilões. O autor do gol da vitória de um clube vira o centro das atenções dos torcedores. Quem perde uma grande chance, passa a ser o causador de todos os problemas. Tudo muito efêmero, passageiro.
Outros personagens surgirão em poucos dias, mas em meio aos holofotes, existem histórias de vida dos protagonistas que vão além do gramado e muitas vezes não ganham as manchetes. Momentos que impactam na performance dentro de campo.
Juninho, volante do Novorizontino, é um desses exemplos. Na última rodada do Paulistão, o jogador marcou o gol da vitória contra o São Bernardo já nos acréscimos. Um gol importante, que manteve o Tigre na liderança. Juninho não conteve as lágrimas na hora da comemoração.
— Quando entrei no jogo, eu ouvi a voz dela gritando: ‘Vai, Júnior’. E naquele momento, eu entrando no jogo, eu comecei a chorar. Acho que meus companheiros não entenderam nada. Poder ouvir aquela voz novamente, eu falei, minha tia está aqui. Comecei a orar para ser abençoado com um gol e poder dedicar a ela. Eu já estava até desacredito, mas aconteceu. Deus me abençoou, eu pude fazer aquele gol maravilhoso e dedicar a ela, e à minha esposa — confidenciou em entrevista ao programa Resenha Esporte Clube, da Rádio Esperança, de Novo Horizonte.
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A tia não é tia de sangue, mas de consideração. Angélica Monteiro foi uma presença importante na vida do hoje camisa 50 do Novorizontino. A relação começou quando ele ainda era uma criança de nove anos.
Por conta de dificuldades financeiras familiares, Juninho, que à época vivia com a sua mãe, não tinha condições de se deslocar de Volta Redonda, onde residia, até o Rio de Janeiro, cidades que estão separadas por cerca de 130 km.
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Na categoria de base do Flamengo, o volante jogava com o filho de Angélica, o goleiro João Fernando, que hoje é profissional do Boavista-RJ. Ela assumiu a responsabilidade de levar os dois garotos aos treinamentos.
Essa relação foi interrompida quando Juninho foi dispensado do clube, aos 10 anos, por indisciplina. Sem o futebol, a vida tomou outro rumo.
— Eu não ia mais para a escola, não estava jogando e estava começando a roubar. Eu estava viciado em roubar dinheiro, eu era ladrão, ladrãozinho mesmo — revelou.
Com pais separados, Juninho, após a saída do Rubro-negro, foi morar com o seu pai, Alexandre, em Nova Iguaçu, na baixada fluminense.
— Meu pai conseguiu tirar esse vício de mim. Quando o Flamengo soube disso foi na minha casa e perguntaram se eu poderia voltar, e eu voltei. Só que meu pai não tinha condições de ficar me levando todos os dias. Um dia ele me deu o dinheiro da passagem (para ir ao CT) e disse que eu poderia ir ou voltar a trabalhar com ele. Eu tinha 11 anos e decidi ir para o clube — contou.
Durante dois anos, entre transporte público e algumas caronas, Juninho fez o trajeto de cerca de 60 quilômetros entre a Baixada Fluminense e Vargem Grande, bairro do Rio de Janeiro onde fica o centro de treinamentos do Flamengo.
Aos 13 anos, o jovem jogador e seu pai mudaram para Vargem Grande. Com problemas de relacionamento, Juninho saiu de casa. Como o pai era o responsável legal por ele, mais uma vez, foi dispensado pelo Flamengo.
Neste momento, a tia Angélica surge novamente.
— A gente se mudou para Vargem Grande com ela pagando o nosso primeiro aluguel. Quando eu saio de casa, ela posta uma foto comigo dizendo que não ia desistir de mim. Ali, ela me chamou para morar com ela, sabendo de tudo que eu estava fazendo de errado, porque eu estava me desviando do caminho novamente. Eu volto para Volta Redonda, para morar com ela e, depois de quatro meses, eu fui para o Vasco. Dali, eu segui a minha vida sozinho.
— Então, desde os meus 15 anos, a minha tia nunca tinha ido mais a um jogo meu. Ela me acompanhou desde os nove até os 15. Eu sempre via ela no estádio gritando. Meu pai e minha mãe, acho que foram (me ver jogar) uma vez só, mas a minha tia sempre me acompanhou — contou.
Juninho atuou de 2017 a 2023 no Vasco, sendo os três últimos anos como profissional. Depois, defendeu Orlando City, dos Estados Unidos, Goiás e Criciúma.
Com o Novorizontino, o volante vive a liderança do Paulistão. Com 16 pontos, o próximo compromisso será neste domingo, às 20h30, para enfrentar o Bragantino, em Bragança Paulista, o clube já está garantido nas quartas de final da competição.
Pontuação que já garantiu o Aurinegro, pelo menos, com a segunda colocação. Ou seja, no mata-mata decidirá o jogo das quartas em casa. Uma eventual semifinal e final, também podem ser decididas em Novo Horizonte.
A história de vida de Juninho é marcada por inúmeros desafios e com a camisa do Tigre, ele quer mais.
— Primeiro é a humildade de lutar, porque não ganhamos nada, mas por que colocar um empecilho no nosso sonho? Por que não sonhar mais? Então, com muita humildade, a gente sonha, né? Não tem um bicho de sete cabeças, mas a gente acredita no nosso potencial — finalizou o camisa 50.