Há 68 anos, 3 vascaínos ajudavam o Brasil a conquistar sua 1ª Copa do Mundo: Bellini, Vavá e Orlando

Há 68 anos, 3 vascaínos ajudavam o Brasil a conquistar sua 1ª Copa do Mundo: Bellini, Vavá e Orlando

Há 68 anos, no dia 29 de junho de 1958, o Brasil começava a ser reconhecido como o país do futebol. O marco foi a vitória na decisão da Copa do Mundo da Suécia, contra os próprios donos da casa, por 5 a 2. Era o primeiro título mundial da Seleção Brasileira. E, não é exagero dizer, o Club de Regatas Vasco da Gama foi um dos que mais contribuíram – se não o que mais contribuiu – para a conquista canarinho nos gramados suecos. Tudo graças a três craques vascaínos: BELLINI, VAVÁ e ORLANDO.

Hideraldo Luiz BELLINI – Zagueiro, tinha 28 anos na época (nascido em 7 de junho de 1930 em Itapira, SP). Participou de todas as partidas e foi o capitão do time. Foi o primeiro brasileiro a tocar a Taça Jules Rimet e o primeiro jogador de futebol a levantar a taça de campeão acima da cabeça com as duas mãos, imortalizando o gesto que acabou transformado numa estátua que fica à frente de uma das entradas do Maracanã. Faleceu em São Paulo em 20 de março de 2014, aos 83 anos.

Edwaldo Izidio Netto (VAVÁ) – Atacante, tinha 23 anos na época (nascido em 12 de novembro de 1934 em Recife, PE) e sua coragem na Suécia lhe valeu o apelido de “Leão da Copa”. Também era chamado de “Peito de Aço”. Nos 4 jogos que disputou marcou 5 gols, todos eles decisivos. Contra a URSS, Fez os dois gols que classificaram o Brasil às quartas de final; na semifinal contra a França, fez o gol que abriu o caminho para a goleada brasileira; e, na decisão contra a Suécia, fez os dois gols da virada canarinho de 1 a 0 para 2 a 1. Foi o quarto artilheiro da Copa do Mundo, atrás apenas de Fontaine (França, 13 gols), Rahn (Alemanha Ocidental, 6 gols) e Pelé (6 gols). Devido ao seu sucesso no Mundial, no mesmo ano foi vendido ao Atlético de Madrid-ESP (eram raras as transferências para a Europa naquela época). Faleceu no Rio de Janeiro em 19 de janeiro de 2002, aos 77 anos.

ORLANDO Peçanha de Carvalho – Zagueiro, tinha apenas 22 anos na época (nascido em 20 de setembro de 1935 em Recife, PE). Participou de todos os jogos, sendo dúvida apenas para a final devido a dores na virilha. Formou com o também vascaíno Bellini a defesa menos vazada da Copa do Mundo, sofrendo apenas 4 gols em 6 partidas. Faleceu em 10 de fevereiro de 2010, no Rio de Janeiro, aos 74 anos.

Não podem deixar de ser mencionados os vascaínos que chegaram a ser convocados para a Seleção Brasileira, mas que acabaram não figurando no grupo que viajou à Suécia: o atacante Almir Pernambuquinho, craque explosivo que chegou a ser chamado de “Pelé Branco” e que morreu assassinado em 1973, e o goleiro Carlos Alberto Cavalheiro, falecido em 2012.

Confira um resumo das partidas disputadas pelo Brasil rumo ao título:

1º jogo: BRASIL 3 X 0 ÁUSTRIA (1ª fase)

Estréia do Brasil na Copa do Mundo, em 8 de junho de 1958, em Uddevalla. Pelé [Santos] estava machucado, mas era reserva de Dida [Flamengo]. Vavá [Vasco] era reserva de Mazzola [Palmeiras]. Zito [Santos] era reserva de Dino Sani [São Paulo]. Garrincha [Botafogo] era reserva de Joel [Flamengo]. A Seleção jogou, portanto, com 3 jogadores do Flamengo, 2 do Vasco, 2 do Botafogo, 2 do São Paulo, 1 do Corinthians e 1 do Palmeiras:

Gilmar [Corinthians]; De Sordi [São Paulo], Bellini (cap) [Vasco], Orlando Peçanha [Vasco] e Nílton Santos [Botafogo]; Dino Sani [São Paulo] e Didi [Botafogo]; Joel [Flamengo], Mazzola [Palmeiras], Dida [Flamengo] e Zagallo [Flamengo]. Técnico: Vicente Feola.

Bellini [Vasco] era o capitão do Brasil, o que se repetiria em todas as partidas. Os gols foram marcados por Mazzola [Palmeiras] aos 38 minutos do 1º tempo, Nilton Santos [Botafogo] aos 4 minutos do 2º tempo e Mazzola [Palmeiras] aos 44 minutos do 2º tempo.

A Áustria jogou com Rudolf Szanwald; Paul Halla e Franz Swoboda; Gerhard Hanappi (cap), Ernst Happel e Karl Koller; Walter Horak, Helmut Senekowitsch, Hans Buzek, Alfred Körner e Walter Schleger. Técnico: Karl Argaüer. O público foi de 25.000 espectadores e o árbitro foi o francês Maurice Guigue, auxiliado por Albert Dusch (Alemanha Ocidental) e Jan Bronkhorst (Holanda). No outro jogo do Grupo 4, Inglaterra e União Soviética empataram por 2 a 2.

Brasil 3 x 0 Áustria: Melhores momentos

2º jogo: BRASIL 0 X 0 INGLATERRA (1ª fase)

No dia 11 de junho de 1958, em Gotemburgo. Dida [Flamengo] foi barrado por Vavá [Vasco]. Mazzola [Palmeiras], que havia se contundido no jogo contra a Áustria, atuou sem estar 100% recuperado. Pelé [Santos], ainda machucado, e Garrincha [Botafogo] continuavam na reserva. O Brasil jogou, portanto, com 3 jogadores do Vasco, 2 do Flamengo, 2 do Botafogo, 2 do São Paulo, 1 do Corinthians e 1 do Palmeiras:

Gilmar [Corinthians]; De Sordi [São Paulo], Bellini (cap) [Vasco], Orlando Peçanha [Vasco] e Nílton Santos [Botafogo]; Dino Sani [São Paulo] e Didi [Botafogo]; Joel [Flamengo], Mazzola [Palmeiras], Vavá [Vasco] e Zagallo [Flamengo]. Técnico: Vicente Feola.

O jogo terminou num empate sem gols. Foi o primeiro 0 a 0 da história das Copas do Mundo. Vavá [Vasco], considerado pela imprensa o melhor jogador brasileiro em campo, foi quem chegou mais perto do gol ao chutar uma bola na trave aos 30 minutos do primeiro tempo.

A Inglaterra jogou com Colin McDonald; Don Howe e Tommy Banks; Eddie Clamp, Billy Wright (cap) e Bill Slater; Bryan Douglas, Bobby Robson, Derek Kevan, John Haynes e Alan Court. Técnico: Walter Winterbottom. O público foi de 30.000 espectadores. O árbitro foi Albert Dusch (Alemanha Ocidental), auxiliado por Bertil Loeoew (Suécia) e Istvan Zsolt (Hungria). No outro jogo do grupo, a União Soviética venceu a Áustria por 2 a 0.

3º Jogo: BRASIL 2 X 0 UNIÃO SOVIÉTICA (1ª fase)

Disputado no dia 15 de junho de 1958, em Gotemburgo. O Brasil entrou em campo com três alterações: Zito [Santos] no lugar de Dino Sani [São Paulo], Garrincha [Botafogo] no lugar de Joel [Flamengo] e Pelé [Santos], então com 17 anos, no lugar de Mazzola [Palmeiras]. A Seleção Brasileira jogou com 3 jogadores do Vasco, 3 do Botafogo, 2 do Santos, 1 do Flamengo, 1 do São Paulo e 1 do Corinthians:

Gilmar [Corinthians]; De Sordi [São Paulo], Bellini (cap) [Vasco], Orlando Peçanha [Vasco] e Nílton Santos [Botafogo]; Zito [Santos] e Didi [Botafogo]; Garrincha [Botafogo], Vavá [Vasco], Pelé [Santos] e Zagallo [Flamengo]. Técnico: Vicente Feola.

O Brasil deu um show contra o time do goleiro Yashin, o “Aranha Negra”, até hoje considerado o melhor arqueiro de todos os tempos. Somente nos dois primeiros minutos de jogo houve uma bola na trave de Garrincha [Botafogo], uma bola no travessão de Pelé [Santos] e finalmente o gol de Vavá [Vasco]. No segundo tempo, Vavá [Vasco] voltou a balançar as redes aos 20 minutos. No lance do gol, o artilheiro vascaíno sofreu uma entrada dura do soviético Boris Kuznetsov em seu tornozelo direito e passou a preocupar a comissão técnica para os jogos seguintes da Copa do Mundo.

A URSS jogou com Lev Yashin; Vladimir Kessarev e Boris Kuznetsov; Juri Voinov, Konstantin Kriglevski e Viktor Tsarev; Alexander Ivanov, Valentin Ivanov, Nikita Simonian, Igor Netto (cap) e Anatoli Ilin. Técnico: Gavril Katchalin. O público foi de 50 mil espectadores. O árbitro foi Maurice Guigue (França), auxiliado por Carl Jörgensen (Dinamarca) e Birger Nielsen (Noruega). No outro jogo do grupo, Inglaterra e Áustria empataram por 2 a 2. O Brasil ficou com a primeira colocação do Grupo 4. Num jogo-desempate, a URSS venceu a Inglaterra por 1 a 0 e ficou com a segunda vaga.

Brasil 2 x 0 URSS: Melhores momentos

4º Jogo: BRASIL 1 X 0 PAÍS DE GALES (quartas de final)

No dia 19 de junho de 1958, em Gotemburgo. A única alteração na Seleção foi a entrada de Mazzola [Palmeiras] no lugar de Vavá [Vasco] devido à contusão do vascaíno no tornozelo direito, fruto da entrada de um zagueiro adversário no lance do segundo gol contra a URSS (após a partida, o jogador, Boris Kuznetsov, foi à concentração do Brasil pedir desculpas pela entrada). O Brasil jogou, portanto, com 3 jogadores do Botafogo, 2 do Vasco, 2 do Santos, 1 do Flamengo, 1 do São Paulo, 1 do Palmeiras e 1 do Corinthians:

Gilmar [Corinthians]; De Sordi [São Paulo], Bellini (cap) [Vasco], Orlando Peçanha [Vasco] e Nílton Santos [Botafogo]; Zito [Santos] e Didi [Botafogo]; Garrincha [Botafogo], Mazzola [Palmeiras], Pelé [Santos] e Zagallo [Flamengo]. Técnico: Vicente Feola.

A seleção do País de Gales, mesmo cansada por ter enfrentado um jogo-desempate contra a Hungria (que venceu por 2 a 1) dois dias antes, pela 2ª colocação do Grupo 3, enquanto o Brasil teve quatro dias para descansar, resistiu bravamente ao poderoso ataque brasileiro. Mas caiu aos 21 minutos do 2º tempo com um gol do garoto Pelé [Santos]. O Brasil estava na semifinal da Copa do Mundo.

O País de Gales jogou com Jack Kelsey; Stuart Williams e Melvyn Charles; Melvin Hopkins, Derek Sullivan e David Bowen (cap); Terence Medwin, Ronard Hewitt, Colin Webster, Ivor Allchurch e Clifford Jones. Técnico: Jimmy Murphy. O público foi de 25.000 torcedores. O árbitro foi Friedrich Seipelt (Áustria), auxiliado por Albert Dusch (Alemanha Ocidental) e Maurice Guigue (França). Os resultados dos outros confrontos das quartas de final foram: Suécia 2 x 0 URSS, Alemanha Ocidental 1 x 0 Iugoslávia e França 4 x 0 Irlanda do Norte. A França seria a adversária do Brasil na semifinal.

Brasil 1 x 0 País de Gales: Melhores momentos

5º jogo: BRASIL 5 X 2 FRANÇA (semifinal)

Em 24 de junho de 1958, em Estocolomo, capital da Suécia. O Brasil teve uma única alteração no time: a saída Mazzola [Palmeiras] para a volta de Vavá [Vasco], que, no entanto, ainda não estava totalmente recuperado da contusão no jogo contra a URSS. A Seleção jogou, portanto, com 3 jogadores do Vasco, 3 do Botafogo, 2 do Santos, 1 do Flamengo, 1 do São Paulo e 1 do Corinthians:

Gilmar [Corinthians]; De Sordi [São Paulo], Bellini (cap) [Vasco], Orlando Peçanha [Vasco] e Nílton Santos [Botafogo]; Zito [Santos] e Didi [Botafogo]; Garrincha [Botafogo], Vavá [Vasco], Pelé [Santos] e Zagallo [Flamengo]. Técnico: Vicente Feola.

O Brasil não se intimidou com o melhor ataque da Copa (15 gols em 4 jogos até então), nem com o artilheiro Just Fontaine (que já tinha assinalado 7 gols até o momento e chegaria a 13, sendo até hoje o maior goleador de uma edição da Copa do Mundo) e deu outro show, vencendo por 5 a 2. Aos 2 minutos, Vavá [Vasco] matou a bola no peito dentro da área e fuzilou, abrindo o placar. Fontaine empatou aos 9. Aos 26, Vavá [Vasco] dividiu com o capitão francês Jonquet, que se machucou e teve que deixar o campo. Como na época não havia substituições, a França ficou com um homem a menos. Didi [Botafogo], aos 39, fez 2 a 1 para o Brasil. No segundo tempo, Pelé [Santos] fez 3 gols – aos 7, 19 e 30 minutos – e começou a se tornar o Rei do Futebol. Piantoni, aos 37, deu números finais ao jogo. Manchete do jornal francês “L’Equipe” no dia seguinte: “Brasileiros parecem ter vindo de outro planeta!”.

A França jogou com Claude Abbés; Raymond Kaebel e Robert Jonquet (cap); André Lerond, Armand Penverne e Jean-Jacques Marcel; Maryan Wisniewski, Just Fontaine, Raymond Kopa, Roger Piantoni e Jean Vincent. Técnico: Albert Batteux. O público foi de 27 mil pagantes. Benjamin Mervyn Griffiths (País de Gales) apitou a partida, auxiliado por Reginald Leafe (Inglaterra) e Raymond Wyssling (Suíça). Na outra semifinal, a Suécia derrotou a Alemanha Ocidental por 3 a 1 e se credenciou para enfrentar o Brasil na decisão.

Brasil 5 x 2 França: Melhores momentos

6º jogo: BRASIL 5 X 2 SUÉCIA (final)

No dia 29 de junho de 1958 o Brasil parou para ouvir, pelo rádio, a final da Copa do Mundo, que seria disputada no Estádio Rasunda, em Estocolmo, entre a Seleção Brasileira e os donos da casa. Era a primeira vez que uma Copa era decidida entre uma equipe europeia e uma sul-americana. A partida estava marcada para começar às 19 horas locais, 15 horas de Brasília. Vavá [Vasco], com dores musculares, e Orlando [Vasco], com problemas na virilha, só foram confirmados no time na véspera da decisão. Já De Sordi [São Paulo] não conseguiu se recuperar de uma contusão e cedeu lugar a Djalma Santos [Portuguesa]. Trajando camisas azuis e calções brancos, pois os uniformes principais dos dois finalistas eram idênticos, Brasil foi a campo com 3 jogadores do Vasco, 3 do Botafogo, 2 do Santos, 1 do Flamengo, 1 do Corinthians e 1 da Portuguesa:

Gilmar [Corinthians]; Djalma Santos [Portuguesa], Bellini (cap) [Vasco], Orlando Peçanha [Vasco] e Nílton Santos [Botafogo]; Zito [Santos] e Didi [Botafogo]; Garrincha [Botafogo], Vavá [Vasco], Pelé [Santos] e Zagallo [Flamengo]. Técnico: Vicente Feola.

Foi a consagração definitiva do futebol brasileiro no cenário mundial. A Suécia começou na frente logo aos 4 minutos com um gol de Liedholm, mas Vavá [Vasco] marcou duas vezes, aos 9 e aos 32 minutos, ambas em cruzamentos de Garrincha [Botafogo], e virou o jogo para o Brasil ainda no primeiro tempo. No segundo tempo, Pelé [Santos] fez o terceiro aos 10 minutos e Zagallo [Flamengo] fez 4 a 1 aos 23. Simonsson descontou aos 35 e Pelé [Santos], de cabeça, aos 45 minutos, encerrou a goleada: Brasil 5 x 2 Suécia. Brasil, campeão do mundo! Até hoje esta é a maior goleada numa final de Copa do Mundo. Também foi a primeira vez que uma equipe da Europa ou da América do Sul conseguiu ser campeã no continente rival (façanha que só seria igualada 56 anos depois, em 2014, quando a Alemanha ganhou a Copa do Mundo do Brasil).

A Suécia jogou com Karl Svensson; Orvar Bergmark e Sven Axbom; Reino Börjesson, Bengt Gustavsson e Sigvard Parling; Hurt Hamrin, Gunnar Gren, Agne Simonsson, Nils Liedholm (cap) e Lennart Skoglund. Técnico: George Raynor (Inglaterra). O público foi de 51.800 espectadores. O árbitro foi Maurice Guigue (França), auxiliado por Albert Dusch (Alemanha Ocidental) e Juan Gardeazábal (Espanha).

Após a partida, o capitão Bellini [Vasco] recebeu a Taça Jules Rimet e a ergueu com as duas mãos, acima da cabeça, atendendo a um pedido dos fotógrafos que buscavam um melhor ângulo para focalizá-la. Com a ajuda dos vascaínos, o mundo do futebol tinha um novo dono: o Brasil.

Brasil 5 x 2 Suécia: Melhores momentos


Brasil 5 x 2 Suécia: Melhores momentos (em cores)


Brasil 5 x 2 Suécia: Jogo completo

Diversas músicas foram compostas em homenagem a Bellini, Orlando, Vavá e os demais jogadores campeões do mundo. Você pode ouvi-las no blog Vasco da Música.

Fonte: NETVASCO (texto), Reprodução Internet (fotos, vídeos)

Futebol Americano Feminino: Thamires e Larinha são campeãs sul-americanas de Flag pela Seleção Brasileira

brasil_oncas

A AMÉRICA DO SUL É NOSSAAAAAAAAAAA!!!! A SELEÇÃO FEMININA É CAMPEÃ DO SULA PELA SEGUNDA VEZ 🥇🥇🥇🥇🥇🥇🥇🥇

Vencemos a Colômbia com o placar de 21×19 em um jogo que pegou FOGOOOOOOOO, TEM QUE RESPEITAR A NOSSA SELEÇÃO, TEM QUE RESPEITAR O FLAG FOOTBALL FEMININOOOOOOOOO! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

Fonte: Instagram Brasil Onças

Torcedores fizeram manifestação em São Januário pela venda da SAF e em apoio a Pedrinho

Torcedores fizeram manifestação em São Januário pela venda da SAF e em apoio a Pedrinho

Torcedores do Vasco realizaram um protesto na manhã deste domingo em São Januário e cobraram a conclusão da venda da SAF do clube para Marcos Lamacchia.

Durante a manifestação, que contou com centenas de torcedores, houve gritos de apoio ao presidente Pedrinho e alguns xingamentos a ex-dirigentes que foram exonerados de seus respectivos cargos na última semana. O protesto foi convocado pelas principais torcidas organizadas do Vasco e aconteceu em frente à fachada principal de São Januário.

Os torcedores também estenderam uma faixa em frente ao portão principal da entrada social:

“Lamacchia, a torcida te espera”

Em decisão da 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, na noite da última terça-feira, a Justiça afastou Pedrinho do comando da SAF e nomeou a advogada Samantha Mendes Longo como interventora da SAF pelos próximos 60 dias.

Os torcedores cobraram que a venda da SAF seja concluída. Em entrevista, Pedrinho garantiu que Marcos Lamacchia segue com confiança na conclusão da transferência de 90% dos ativos do futebol do Vasco. Dono da Crefisa, José Roberto Lamacchia, pai de Marcos Lamacchia, afirmou ao ge que o acordo para assumir o futebol vascaíno “está assinado e valendo”, segundo ele.

Apesar do acordo assinado, o ge apurou que ainda não existe acerto formal entre as partes. Ainda há discussões finais sobre como seria feito o reinvestimento no futebol a partir do dinheiro da venda de atletas. O que existe é um memorando de entendimento, chamado de MOU.

O empresário de 83 anos também citou na entrevista ao ge que o processo da venda da SAF estaria sofrendo resistência de membros da direção e nomeou, entre eles, Felipe Carregal, ex-vice jurídico, exonerado na última semana; e Paulo Salomão, ex-vice-presidente geral do clube. Os dois foram alvos de xingamentos no prostesto em São Januário.

Fonte: ge

Pela 2ª fase da Copa do Mundo, Brasil enfrenta o Japão nesta 2ª-feira às 14h; Rayan deve ser titular

Pela 2ª fase da Copa do Mundo, Brasil enfrenta o Japão nesta 2ª-feira às 14h; Rayan deve ser titular

Nesta segunda-feira, 29/6, o Brasil busca a sua classificação para as oitavas de final na Copa do Mundo. O duelo será contra o Japão, no NRG, em Houston, pela segunda fase da competição. Os Canarinhos terminaram em primeiro lugar no Grupo C, com sete pontos, enquanto os japoneses ficaram em segundo no Grupo F, com cinco pontos. Ambos seguem invictos, mas o Brasil leva o favoritismo. Nos oito primeiros duelos, venceu 11 vezes, com três empates e apenas uma derrota. Mas este fracasso brasileiro foi exatamente no último confronto, um amistoso em 2025.

O vencedor deste jogo na cidade-sede da Nasa (e da famosa frase de “Houston, temos um problema”, que por pouco não gerou uma catástrofe no foguete Apollo 13 em 1970), tudo o que a torcida quer é nova vitória diante de um velho freguês e, assim, avançar para as oitavas, quando enfrentará o vencedor de Noruega e Costa do Marfim.

Onde assistir

O jogo terá transmissão da Globo e SBT (TV aberta); SporTV (fechada), CazéTV (Youtube), NS Sports e Globo Play.

Como chega o Brasil

O treinador Carlo Ancelotti deve repetir o time que venceu a Escócia, mantendo a ideia de escalar um meio de campo com três jogadores, com Paquetá flutuando um pouco mais do que Bruno Guimarães e Casemiro mais preso. Assim, Raphinha e Vini Jr. seguem nas mesmas pontas e Matheus Cunha atuando como o 9. Já Neymar, que começará no banco, deve ganhar alguns minutos mais do que fez contra os escoceses para ganhar ritmo.

Na coletiva deste domingo, Ancelotti, muito descontraído, disse que espera mais um jogo consistente do Brasil:

“Para o jogo com o Japão precisamos de muitas coisas: mente, coração e ideias claras. Temos que estar preparados para tudo o que pode acontecer numa eliminatória, e numa eliminatória podem acontecer muitas coisas. O time está preparado, tem confiança, foi bem nos últimos dois jogos. O time está preparado para tudo o que pode acontecer.”

Como chega o Japão

O técnico Hajime Moriyasu, mais uma vez, não terá Takefusa Kubo. Será o principal desfalque dos japoneses, que mais uma vez jogarão com três zagueiros. Mas Itakura ainda está  se recuperando da lesão que o tirou do primeiro tempo contra a Suécia, na rodada passada. Assim, é provável que Taniguchi, que entrou em seu lugar, seja mantido. Na frente, a dúvida é se joga Nakamura ou Sano. Com este último, o time fica mais fechado na defesa.

O treinador não esconde que tem muita confiança nos seus jogadores. Afinal, considera que esta é a melhor geração que o país já teve.

“Estamos evoluindo. Temos convicção de que podemos vencer essa Copa do Mundo. É claro que enfrentaremos o Brasil, uma seleção líder do ranking mundial, mas podemos vencer. O Brasil é pentacampeão, mas queremos desafiá-los”, disse, para completar:

“Tivemos um amistoso com o Brasil no ano passado e vencemos. Mas sabemos que o time brasileiro está diferente em comparação com aquele amistoso. Só que também estamos diferentes e focados em vencer.”

BRASIL X JAPÃO

2ª fase da Copa do Mundo (jogo eliminatório)

Data e horário: 29/6/2026, 14h (de Brasília)

Local: NRG Stadium, Houston (EUA)

BRASIL: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Rayan, Paquetá e Vini Jr; Matheus Cunha. Técnico: Carlo Ancelotti.

JAPÃO: Zion Suzuki; Tomiyasu, Taniguchi (Ko Itakura) e Hiroki Ito; Sugawara, Ao Tanaka,  Sano (Nakamura) e  Doan;  Maeda e Kamada; Ayase Ueda. Técnico: Hajime Moriyasu

Árbitro: Maurizio Mariani (ITA)

Auxiliares: Daniele Bindoni e Alberto Tegoni (ITA)

VAR: Não divulgado até o fechamento desta matéria

Fonte: Jogada10

Pedrinho completa 49 anos nesta 2ª-feira

Pavilhão Cruzmaltino @PavilhaoCrvg

Hoje o Pedrinho completa 49 anos! 🎂💢

Cria da Colina desde 1983, ex-meia do Vasco em 1995-2001/08 (220J/47G/30A), Campeão Brasileiro 97/2000, Carioca 98, Libertadores 98, Rio SP 99* e a Mercosul 2000. Lançado no profissional pelo ídolo Zanata, foi também seu treinador na base.

Fonte: X Pavilhão Cruzmaltino

Presidente do Conselho Fiscal da Vasco SAF renuncia

Atenção, Vascaínos! @AVascainos

PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL DA VASCO SAF RENUNCIA AO CARGO

O presidente do Conselho Fiscal da Vasco SAF, Marco Norci Schroeder, oficializou sua renúncia, que terá efeito a partir de 31 de julho de 2026.

Na carta, ele afirma que tomou a decisão diante da falta de realização da Assembleia Geral Ordinária de 2026, prevista no Estatuto da SAF, e defende que a empresa precisa fortalecer sua governança, transparência e mecanismos de controle.

Marco também diz que não possui informações suficientes para avaliar as negociações envolvendo um possível investidor, ressaltando que o Vasco precisa de novos aportes, mas que isso não significa aceitar qualquer modelo de acordo. Segundo ele, transparência é indispensável em operações dessa importância.

Antes de deixar o cargo, o dirigente ainda faz um apelo por mais compliance, regras de governança e sustentabilidade financeira para que a Vasco SAF possa construir um futuro mais sólido.

Fonte: X Atenção Vascaínos

Eduardo Ferrari @EDUFERRARI98

Informação!

Presidente do conselho fiscal da Vasco da Gama SAF, Marco Schroeder acabou pedir demissão.

Fonte: X do jornalista Eduardo Ferrari/Vasco Connection