Vasco segue trabalhando para dar garantias ao Betis para contratar Deossa

Vasco segue trabalhando para dar garantias ao Betis para contratar Deossa

Quinta-feira, 02/07/2026 – 21:23

Pipe Sierra @PSierraR

🚨 #VascoDaGama sigue trabajando en las garantías bancarias que pidió #RealBetis para la compra de Nelson Deossa (26). Son cerca de 12M€ divididos en diferentes pagos. Trabajan por concretar la operación 🇨🇴

👀 #RiverPlate y #ClubAmérica están atentos al colombiano y a la espera

Fonte: X do jornalista Pipe Sierra

Justiça homologa renúncia da interventora da SAF do Vasco

Atenção, Vascaínos! @AVascainos

🚨 JUIZA SE DIZ SUSPEITA E PEDE PRA SAIR DO CASO VASCO SAF

A Justiça do Rio de Janeiro homologou a renúncia da gestora judicial Samantha Mendes Longo, que deixou o cargo alegando questões relacionadas à sua segurança pessoal.

No mesmo despacho, a juíza Caroline Rossy Brandão Fonseca também se declarou suspeita para continuar conduzindo o processo, informando que surgiram fatos supervenientes que impedem sua atuação no caso. Com isso, o processo será encaminhado para a 6ª Vara Empresarial, que passará a decidir os próximos passos da ação.

Para evitar que a intervenção fique sem comando, a magistrada nomeou provisoriamente a administradora judicial Adriana Campos Conrado Zamponi e o conselheiro Alexandre Cordeiro Macedo para exercerem as atribuições da gestão até a definição do novo juiz responsável.

Além disso, o pedido de reconsideração apresentado pelos novos advogados do Vasco ainda não foi analisado e ficará sob responsabilidade do magistrado que assumirá o processo.

⚖️ O caso da SAF ganha mais um capítulo e pode ter novos desdobramentos nos próximos dias.

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Fonte: X Atenção Vascaínos

Estrela do atletismo é pódio nos Jogos Parasul-Americanos no ciclismo

O Brasil iniciou a trajetória nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar (Colômbia) nesta quinta-feira (2) – a emissora pública Señal Colombia transmite o evento ao vivo no YouTube. Foram sete medalhas – quatro ouros e três pratas – nas provas de contrarrelógio do ciclismo, em que vence o atleta que finalizar o percurso no menor tempo.

Uma das medalhistas foi Jerusa Geber, prata na classe B (deficiência visual). Ligada ao ciclismo desde o fim de 2024, a acreana de 44 anos é uma estrela paralímpica do atletismo. Ela é tetracampeã mundial nos 100 metros (m), distância na qual é recordista, sendo, ainda, a primeira cega a percorrê-la em menos de 12 segundos. Além disso, conquistou dois ouros na Paralimpíada de Paris (França), há dois anos, nos 100 e nos 200 m.

Jerusa, que teve a paulista Marcella Toldi como pilota (guia da ciclista com deficiência visual), realizou a prova desta quinta em 27min55s23, superada somente por outra brasileira, a fluminense Viviane Soares, campeã com 26min46s41. A argentina Maria Jose Quiroga (29s13s73) completou o pódio do contrarrelógio.

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“Estou muito feliz com este resultado. O ciclismo é uma paixão para mim. Estou gostando muito e pretendo ficar nele por bastante tempo. Até onde der, quero seguir no esporte dando trabalho para minhas adversárias”, disse a acreana, em depoimento à comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Viviane, ouro na disputa para atletas com deficiência visual com a paulista Lara Marinho de pilota, também se divide entre os esportes. A fluminense de 30 anos, que foi medalhista de bronze nos 100 m da classe T12 (baixa visão) no Campeonato Mundial de Atletismo de 2019, planejava encerrar a carreira em 2025, quando foi apresentada ao ciclismo.

“Muitas pessoas me ajudaram e me apoiaram nos momentos mais difíceis, quando pensei em parar. Foi uma prova maravilhosa. Eu sabia que tinha chances de pódio, mas não sabia qual medalha seria. Entrei para dar tudo de mim e mais um pouco para conseguir este ouro. Foi duro, cansei bastante, mas deu tudo certo no final”, celebrou a Viviane, também à assessoria de imprensa do CPB.

Mais pódios

O Brasil foi ao pódio com mais cinco ciclistas. O paulista Lauro Chaman venceu a disputa masculina da classe C5 (atletas com deficiências físico-motoras leves ou amputações), com tempo de 34min30s81. Ele ficou à frente dos colombianos Diego Dueñas e Juan Gómez. Entre as mulheres, a mineira Fabiana Ventura foi prata (32min08s15), atrás da colombiana Paula Ossa, mas superando a panamenha Laydis Veja.

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Na classe C2 (comprometimento físico-motor moderado nas pernas, braços ou tronco), o mineiro Roberto Neto garantiu o ouro entre os homens, cravando 26min00s68. Ele bateu o colombiano Esneider Muñoz e o chileno Manuel Opazo. No feminino, Sabrina Custódia levou a prata, com 15min40s07. A paulista ficou 1min42s atrás da colombiana Daniela Munévar. O bronze foi para a argentina Maria Sergo.

Já na classe H3 (atletas que utilizam bicicletas impulsionadas com as mãos, as handbikes), o mineiro Eduardo Pimenta venceu a prova com tempo de 28min41s49. O pódio ainda teve o argentino Oscar Biga (prata) e o chileno Sebastian Morales (bronze).

Evento continental

O Brasil disputa os Jogos Parasul-Americanos com 237 representantes em 13 modalidades, além de quatro atletas-guia (atletismo) e quatro pilotos (ciclismo) para auxiliar competidores com deficiência visual, dois goleiros do futebol de cegos e dois calheiros, que atuam com os atletas da bocha.

A competição vai até 15 de julho. Apesar de as disputas terem iniciado, a cerimônia de abertura será apenas neste domingo (5). O Brasil terá a halterofilista paulista Mariana D’Andrea, bicampeã paralímpica, e o mesatenista goiano Iranildo Espíndola como porta-bandeiras.

Trata-se do primeiro evento multimodalidade com participação brasileira no ciclo dos Jogos de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. A delegação que viajou para a Colômbia tem 50 medalhistas em Mundiais e 48 que foram ao pódio em Paralimpíadas.

Esta é a segunda edição do Parasul. A primeira ocorreu em Santiago (Chile), em 2014. O Brasil, na ocasião, ficou em segundo lugar no quadro de medalhas, atrás da Argentina. Os hermanos, inclusive, sediariam a disputa em 2018, em Buenos Aires, mas o evento acabou cancelado por questões financeiras.

Coritiba não aceita parcelamento e quer receber multa de Fernando Seabra à vista

Coritiba não aceita parcelamento e quer receber multa de Fernando Seabra à vista

Atenção, Vascaínos! @AVascainos

TRAVOU!

Apesar do acerto com o treinador Fernando Seabra, o acordo entre Vasco e Coritiba deu um passo atrás depois de um prévio aceite de parcelamento do pagamento da multa.

O Coritiba exige agora a liberação com o pagamento do valor total de R$4 milhões e o Vasco tenta ajustar este impasse. O agente do técnico, Hugo Magalhães, costura para que isso não atrapalhe a negociação. Fernando Seabra está com viagem marcada para esta noite para o Rio de Janeiro e os demais membros da comissão técnica acertados, permanecem sem saber qual desfecho.

A situação financeira do cruzmaltino atrapalha um acerto aparentemente tranquilo. A postura do clube Coxa Branca surpreendeu, mas é provável ter aproveitado o momento instável para lutar pelo seu técnico até o fim. As 22 horas, estaremos no ar com o Avnews e traremos desdobramentos. Seabra vem ou não vem?

Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Gazeta Press

Fonte: X Atenção Vascaínos

Advogados do Vasco se reúnem com juíza e esperam posicionamento para ingressar com agravo de instrumento

Atenção, Vascaínos! @AVascainos

MOVIMENTOS JURÍDICOS

Os advogados do Vasco estarão com a juíza Caroline Fonseca daqui a pouco para despachar e dar o posicionamento do clube diante da decisão que não teve ainda a reconsideração por parte dela. Informação de bastidor da conta de um provável novo pedido por outro profissional que possa ser interventor judicial, substituindo a antiga Samantha Longo. Isso ocorrido e confirmado, levará o Vasco a ingressar com o agravo até amanhã, levando o caso a julgamento.

No entanto, ainda se aguarda posicionamento oficial da magistrada.

Fonte: X Atenção Vascaínos

Adversária em campo, Noruega é parceira de ações ambientais do Brasil

A Seleção Brasileira tem pela frente, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, um adversário que ela nunca venceu: a Noruega. Desde 1998, foram quatro confrontos, com dois empates e duas vitórias norueguesas, e as duas equipes se encontram novamente no próximo domingo, às 17h.

Apesar do retrospecto incômodo no futebol, fora de campo os países trabalham juntos pelo meio ambiente, na conservação de florestas tropicais.

A Noruega é a principal doadora do Fundo Amazônia, criado pelo Brasil em 2008, e recentemente tornou-se sócia no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês).

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Rios contaminados têm coloração e margem afetadas pela atuação de garimpo ilegal na região do Surucucu, dentro da Terra Indígena Yanomami, Oeste de Roraima, avistados em sobrevoo da Força Aéra Brasileira para lançamendo de suprimentos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Proteção das florestas tropicais

O novo instrumento busca atrair recursos públicos e privados para financiar a manutenção das florestas tropicais no planeta, sobretudo na América do Sul, na África Central e no Sudeste Asiático. 

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>> Entenda como funciona o Fundo Florestas Tropicais para Sempre

O fundo foi lançado oficialmente durante a Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre Mudança do Clima (COP 30), realizada em novembro de 2025, em Belém, com apoio de 66 países. 

A Noruega se comprometeu, na ocasião, a investir US$ 3 bilhões no TFFF ao longo de dez anos, o maior aporte individual e o maior investimento dos noruegueses na conservação de florestas tropicais no planeta.

Na ocasião, o ministro do Clima e do Meio Ambiente daquele país, Andreas Bjelland Eriksen, disse que o mundo estava diante do desaparecimento das florestas, “com consequências que não eram exclusivas para o Brasil”. Segundo Eriksen, a medida ajudaria na mitigação da crise climática global.

Atualmente, o TFF tem U$ 6,8 bilhões. Além dos recursos da Noruega, conta com US$ 1 bilhão do Brasil, US$ 1 da Indonésia, € 1 bilhão da Alemanha, € 500 milhões da França, € 50 milhões de Luxemburgo e US$ 5 milhões dos Países Baixos. A Fundação Minderoo prometeu US$ 10 milhões.

 

Andreas Bjelland Eriksen, ministro do Clima e do Meio Ambiente da Noruega. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

No mesmo evento, o primeiro-ministro, Jonas Gahr Støre, acrescentou que o TFFF poderia oferecer “financiamento estável e de longo prazo” e, por isso, apoiava a iniciativa. 

A proposta, desenhada pelo governo brasileiro, pretende alcançar inicialmente US$ 25 bilhões com as adesões e alavancar US$ 125 bilhões com capital privado. Os recursos serão aplicados em países com florestas tropicais, que são 70 e somam 1 bilhão de hectares.

“O Brasil precisava de parceiros que pudessem também aportar recursos [na iniciativa], e o natural era acionar os parceiros tradicionais que há anos vinham trabalhando conosco e são notórios em apoiar conservação da natureza”, explicou Garo Batmanian, diretor do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. “Com o tempo, a Noruega se aproximou e fez um aporte com condicionantes”.

Na visão do governo brasileiro, o apoio do país nórdico é fundamental para alavancar novos empréstimos e alcançar os US$ 10 bilhões iniciais. Com esse montante, o TFFF emitirá títulos que financiarão os projetos.

No radar, está a China, que, no fim de junho, mês do Dia Mundial das Florestas Tropicais, sinalizou a intenção de aderir, segundo informou o ministro da Fazenda brasileiro, Dario Durigan, ao Jornal Valor Econômico. O tema foi tratado em uma reunião entre Durigan e o ministro das Finanças da China, Lan Fo’an. De acordo com o ministro, equipes estão mobilizadas para acertar os detalhes da adesão.

Fundo Amazônia 

O TFFF se diferencia de outras estratégias baseadas em doações, como o Fundo Amazônia, que também tem a Noruega como a principal parceira.

O país nórdico contribuiu com R$ 3,8 bilhões dos R$ 4,9 bilhões do fundo, entre 2009 e 2025. Em junho, o Reino Unido fez mais um depósito, tornando-se o segundo maior doador, com R$ 500 milhões. A Alemanha é o terceiro maior parceiro, tendo investido R$ 387 milhões.

 

Floresta Amazônica – Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Fundo Amazônia já financiou mais de 650 ações de pequenos agricultores, quebradeiras de coco, indígenas, cientistas, órgãos ambientais e Corpos de Bombeiros, por exemplo, e é gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

As medidas incluem ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, além de apoio à restauração florestal, regularização fundiária e produção sustentável.

O mecanismo foi proposto pelo Brasil na 12ª Conferência das Partes da ONU, no Quênia, e é liberado mediante comprovação da redução de desmatamento pelo Brasil. 

Noruega e suas contradições

Embora a Noruega seja uma das maiores patrocinadoras de projetos verdes no mundo, o país é um dos principais exportadores de petróleo e gás, transferindo grande parte do seu impacto climático para o exterior, uma vez que os combustíveis fósseis são os mais poluentes e considerados vilões do aquecimento global no planeta.

Apesar da contradição, para ambientalistas, em termos de cooperação internacional, os nórdicos têm importante papel de liderança.

“Diferente do futebol, no caso da natureza, jogar junto, em parceria, é fundamental, nada está desvinculado”, avaliou o vice-presidente da Conservação Internacional (CI-Brasil), Maurício Bianco.

Ele lembrou que, internamente, a Noruega tem favorecido iniciativas limpas, como adoção de veículos elétricos.

 “A Noruega tem demonstrado liderança consistente no financiamento de iniciativas de proteção das florestas tropicais e está à frente de outras nações desenvolvidas na redução do impacto ambiental de suas atividades”, afirmou Bianco.

Enquanto isso, outros grandes poluidores e desmatadores não demonstram protagonismo na agenda.

 

Vista de um braço do Rio Caeté em área de manguezal na Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu monitorada pelo projeto Mangues da Amazônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Bianco explicou que proteger, restaurar e manejar a natureza de forma sustentável pode reduzir os efeitos da mudança climática, mas exige investimentos.

Segundo ele, a natureza recebe apenas 3% do financiamento climático global, apesar de responder por um terço das soluções para mitigar o problema. Somente na Amazônia, informou, estudos do Banco Mundial estimam a necessidade de investimentos anuais de US$ 7 bilhões. 

“A Noruega mostra para os países desenvolvidos que é importante eles financiarem soluções que possam evitar a crise climática e a [perda de] biodiversidade, para que eles mesmos não sofram com os problemas, como está ocorrendo agora”, concluiu.

De acordo com o Greenpeace Brasil, o controle do desmatamento e da degradação estão entre as principais formas de limitar o aquecimento global a 1,5ºC.

“Proteger e restaurar as florestas tropicais é fundamental para enfrentar as crises da biodiversidade e do clima, além de garantir um planeta habitável para as futuras gerações”, disse a organização em posicionamento divulgado no último Dia Mundial das Florestas, 22 de junho.