Pedrinho: ‘Independente do que aconteça hoje aqui, são esses momentos que vão fortalecer o elenco’

Pedrinho: ‘Independente do que aconteça hoje aqui, são esses momentos que vão fortalecer o elenco’

Terça-feira, 13/10/2026 – 20:28

newscolina @newscolina

“Nas quartas de final eu falava que preferia pegar o River porque o Vasco precisa retomar esse nível de jogos dessa grandeza. Então independente do que aconteça hoje aqui, são esses momentos que vão fortalecer o elenco e passar pra eles o que realmente é o Vasco e sua grandeza.”

— Pedrinho, na ESPN Brasil.

Fonte: X NewsColina

Palpite NETVASCO: O resultado mais palpitado foi Boca Juniors 1 x 2 Vasco

Palpite NETVASCO: O resultado mais palpitado foi Boca Juniors 1 x 2 Vasco

Terça-feira, 13/10/2026 – 20:35

Confira todos os palpites para Boca Juniors x Vasco:
Palpite Quantidade %
1 x 2 130 25.39
0 x 1 105 20.51
1 x 1 86 16.80
0 x 2 73 14.26
0 x 0 41 8.01
1 x 3 27 5.27
0 x 3 12 2.34
0 x 4 11 2.15
2 x 2 11 2.15
2 x 3 5 0.98
3 x 3 4 0.78
1 x 4 4 0.78
3 x 4 2 0.39
2 x 4 1 0.20
512 100.00

Fonte: NETVASCO

Veja vídeos da torcida vascaína na Bombonera

Veja vídeos da torcida vascaína na Bombonera

Terça-feira, 13/10/2026 – 20:41

Danteskoo @Danteskoo

Que show da torcida enquanto os jogadores fazem reconhecimento do gramado

Fonte: X do jornalista Danilo Danteskoo/Expresso 1923

newscolina @newscolina

Já estamos fazendo barulho na Bombonera! 🥁

Fonte: X NewsColina

Mário Junqueira: ‘É um projeto sério. A gente não tá vendendo ilusão’

Mário Junqueira: ‘É um projeto sério. A gente não tá vendendo ilusão’

newscolina @newscolina

“É um projeto sério. A gente não tá vendendo ilusão. O que a gente vende é esforço, trabalho. Vai ter um corpo técnico e um corpo diretivo muito forte no Vasco da Gama. Essa é a nossa promessa.

Eu não quero prometer títulos, porque futebol é uma coisa difícil. Mas eu prometo dedicação, e eu tenho certeza que ao longo do tempo a gente chega lá.”

— Mario Junqueira, sócio de Marcos Lamacchia e presidente da Almirante Participações, ao @pedroivoalmeida.

Fonte: X NewsColina

Jorginho Paulista relembra jogos por Vasco e Boca e festas com Romário, Viola e Riquelme

Jorginho Paulista relembra jogos por Vasco e Boca e festas com Romário, Viola e Riquelme

Jorginho Paulista compara baladas com Romário e Riquelme

Jorginho Paulista viveu experiências que poucos jogadores podem contar. O lateral-esquerdo vestiu as camisas de Vasco e Boca Juniors em um dos períodos mais marcantes da história dos dois clubes. Além da coletânea de títulos na carreira, também pôde viver baladas com Romário e Viola no Rio de Janeiro e festas de cúmbia com Riquelme em Buenos Aires. Ele ficou em cima do muro sobre quais festas foram melhores, mas deixou o palpite sobre quem acha que vai para a final da Sul-Americana.

Mais de duas décadas depois, o ex-lateral guarda as amizades construídas nos dois vestiários e admite que terá o coração dividido no confronto entre as equipes. Em entrevista exclusiva ao ge, Jorginho relembrou os bastidores das passagens pelo Vasco e pelo Boca e explicou por que mantém uma relação especial com os dois clubes.

— Eu vou colocar aquela camisa meio a meio. Se o Riquelme não estivesse como presidente lá, eu ia falar: “Pô, 100% Vasco”. Eu joguei no Boca, tudo isso, mas o cara é o presidente do clube, e eu torço por ele porque ele me abraçou de uma forma que ele não precisava — contou Jorginho, que completou:

Jorginho Paulista aposta no Vasco contra o Boca e diz que coração está dividido

— Eu joguei com os dois jogadores que hoje são os dois presidentes dos clubes, que é o Riquelme e o Pedrinho. Então, eles podiam me convidar como uma estrela desse encontro, né, cara? Seria bacana — brincou.

A relação com Riquelme segue até hoje. Quando chegou ao Boca, em 2001, o brasileiro encontrou um elenco em transformação, depois de uma geração que havia conquistado títulos importantes, incluindo a Libertadores e o Mundial contra o Real Madrid. Mesmo em meio à reformulação, o camisa 10 argentino fez questão de acolher o novo companheiro.

— O principal jogador do time fazia questão de me levar para dentro da casa dele, de conhecer os familiares, de passar momentos de folga. “Pô, vem aqui em casa conhecer meus pais, conhecer minha esposa”. Riquelme me deu a satisfação de poder falar assim: “Pô, os caras me querem bem dentro do grupo, querem me fazer adaptar o quanto antes possível” — lembrou.

Do outro lado, Jorginho jogou também com o atual presidente do Vasco, Pedrinho, com quem fez uma boa dupla em vários momentos pela esquerda. O lateral foi campeão brasileiro e da Mercosul, com participação decisiva na virada histórica contra o Palmeiras na final.

Ele iniciou a jogada do quarto gol decisivo, mas Jorginho fica na bronca quando dizem que a construção foi por pura sorte. Ele explicou que pensou em cada detalhe do lance que ficou eternizado na história do clube.

Vasco: virada do século sobre o Palmeiras na Mercosul completa 25 anos

— Todo mundo fala: “Foi sem querer”. Não foi sem querer, porque eu aponto para onde tinha que dar o passe! Então eu estava ciente do que tinha que fazer. Se eu tocasse no Viola, eu sabia que ele ia querer chutar no gol. Daí eu toquei na intermediária ali na meia-lua, onde eu vi o Juninho, que daí chutou e sobrou no rebote para o Romário. Mas com certeza o Viola ia querer fazer o gol. A gente dá crédito porque ele entrou bem pra caramba — afirmou.

Baladas com Romário, Viola e Riquelme

Se dentro de campo Jorginho conviveu com craques, fora dele também acumulou histórias. O ex-lateral contou que chegou a sair algumas vezes com Riquelme e Marcelo Delgado para ouvir cúmbia, ritmo popular na Argentina.

— Fui umas três vezes para a balada com o Riquelme, com o Delgado, para ouvir cúmbia. Eles adoram esse estilo musical. É tipo um forró com música eletrônica. O samba para nós jogadores aqui no Brasil é a cúmbia para os argentinos — explicou.

Jorginho Paulista conta sobre chegada ao Boca

Jorginho também recordou as saídas com Romário e Viola durante a passagem pelo Vasco. Com o Baixinho, a experiência foi mais tranquila. Já com Viola, a dupla se aventurou para escapar da concentração e ir parar em um ensaio da Unidos da Tijuca, no Rio de Janeiro.

— Com o Romário foi a experiência mais fácil, porque já estava tudo pago. Era combinado já. Com o Viola foi a maior aventura que tivemos: escapar da concentração do Hotel Othon, em Copacabana, e parar no ensaio da Unidos da Tijuca — contou.

O ex-lateral brincou que se considera privilegiado por ter vivido as três experiências, tanto pela convivência com os jogadores quanto pelos lugares e pelas histórias que ficaram.

— Foram três experiências de alto nível! Jogando no Rio de Janeiro e em Buenos Aires, no Vasco da Gama e no Boca Juniors, pode ter certeza que foi de alto nível — disse.

Os títulos no Vasco e a experiência na Argentina

Jorginho Paulista tem a passagem pelo Vasco como um dos maiores orgulhos de sua carreira no futebol. Revelado pelo Palmeiras, ele passou pelo PSV, Udinese e Athletico Paranaense até chegar a São Januário.

— Eu coloco o Vasco como um divisor da minha vida mesmo, do que eu sou hoje como pessoa, ex-jogador, profissional, e das conquistas que eu tive vestindo essa camisa. A representatividade que eu tive para o futebol vendo aonde eu atingi depois que eu vesti essa camisa, o que eu era antes e depois que eu vesti essa camisa, o que ganha, os títulos que ganhamos… — declarou.

— Então, com toda a certeza — eu não tenho dúvida disso —, até também o orgulho máximo pelo histórico, a história do clube, de todas as brigas e causas que ele levantou bandeiras, enfim. O Vasco é para mim motivo de muito orgulho — completou.

A trajetória de Jorginho no Boca, curiosamente, tem relação direta com um duelo histórico contra o River Plate. O lateral se destacou na vitória por 4 a 1 no Monumental na semifinal da Mercosul de 2000. Em 2001, ele ainda defendia o Vasco quando o Boca eliminou o clube brasileiro nas quartas de final da Libertadores — ano em que o time argentino faturou o título em cima do Cruz Azul.

Meses depois, o brasileiro foi contratado pelo Boca para substituir Rodolfo Arruabarrena, atual técnico do Boca Juniors. A chegada aconteceu em um período de reformulação após a conquista da América, com a saída de peças importantes e a promoção de jovens da base por Carlos Bianchi.

No segundo semestre daquele ano, o Vasco também passou por mudanças, mas os caminhos voltaram a se cruzar, desta vez com Jorginho vestindo a camisa xeneize.

— O Vasco joga contra o Boca na Libertadores no primeiro semestre e na Mercosul no segundo, e é eliminado nos dois. E o segundo eu joguei, então eu fui eliminado pelo Vasco e depois eu eliminei o Vasco — relembrou.

Jorginho Paulista fala de relação com o Vasco: “Orgulho máximo”

Jorginho também precisou se adaptar ao futebol argentino, que descreveu como mais intenso e de maior contato físico do que o brasileiro. A desvalorização do peso, no fim de 2001, foi outro fator que pesou na decisão de retornar ao Brasil, momento em que transferiu-se para o Cruzeiro.

Feliz por ter vestido as duas camisas, Jorginho Paulista segue acompanhando de perto os jogos de Vasco e Boca Juniors. E fica ainda mais feliz ao ver a reconstrução e a retomada dos caminhos das vitórias das duas equipes, com as gestões de dois amigos tão próximos. Sobre o palpite de quem vai para a final da Copa Sul-Americana, ele não ficou em cima do muro.

— Eu acredito que o Vasco vai passar. O Vasco encaixou, está jogando bem, o time está melhor. O Boca está com problemas, o Paredes se machucou… A qualidade do Vasco eu acho melhor do que a qualidade do time do Boca.

Fonte: ge

Contra o Vasco, Boca Juniors não terá Tomás Aranda, apontado por Messi como ‘projeto de craque’

Contra o Vasco, Boca Juniors não terá Tomás Aranda, apontado por Messi como ‘projeto de craque’

Torcedor se divide entre as paixões por Vasco e Boca Juniors

Leandro Paredes será uma ausência sentida do Boca Juniors contra o Vasco, mas o volante é mais um de uma extensa lista de desfalques do time argentino para o jogo de terça-feira, na Bombonera, pela semifinal da Copa Sul-Americana.

O rival tem mais cinco desfalques além do camisa 5: o goleiro Marchesín, os meias Belmonte e Aranda e os atacantes Bareiro e Velasco, todos lesionados.

Desta lista, Tomás Aranda era o jogador mais influente na equipe comandada por Rodolfo Arruabarrena. Ele é um meia ofensivo de 19 anos criado nas categorias de base do clube e que conquistou titularidade nessa temporada, com um gol marcado e três assistências em 32 jogos, mas só voltará a jogar em 2027 depois de fraturar a fíbula no treino.

Aranda foi chamado para participar de treinos com a seleção argentina no começo do ano. A ascensão do meia é tamanha que ele foi um dos 10 atletas citados por Lionel Messi para ficar de olho no futuro em vídeo divulgado por uma patrocinadora do atleta do Inter Miami no fim de semana. O meia do Boca foi descrito como “projeto de craque”.

— Sonhos existem para serem cumpridos. Mais que agradecido com a vida por poder usar suas chuteiras e, mais ainda, ser um dos escolhidos por você. Obrigado, capitão! Você é uma referência para mim dentro e fora de campo — escreveu Aranda.

Velho conhecido como substituto

Com vários desfalques no meio, uma das opções estudadas pelo técnico Rodolfo Arruabarrena é a entrada de Carlos Palacios para compor o setor.

O nome não é estranho para o torcedor vascaíno. Ele foi a primeira contratação de tom midiático da Era-777, em abril de 2022. Na ocasião, o meia de 21 anos assinara por US$ 2 milhões (cerca de R$ 8 milhões a R$ 9 milhões na época) do Internacional. Ele só marcou um gol em 24 jogos disputados em uma passagem esquecível.

Aos 50 min do 2º tempo – gol de falta de Carlos Palacios do Vasco contra o Operário-PR

Palacios chegou ao Boca no ano passado depois de boa passagem no Colo-Colo, clube que assinou depois de sair do Vasco. Nessa temporada, porém, pouco jogou: apenas oito aparições em campo, com duas assistências.

Como o rival chega

O Boca Juniors carrega uma invencibilidade de 17 jogos e não perde desde o fim de julho, justamente quando foi superado pelo O’Higgins em jogo da segunda fase da Copa Sul-Americana, mas, posteriormente, confirmou a classificação nos pênaltis.

A equipe ocupa a tereceira posição no Grupo A no Clausura do Campeonato Argentino, a cinco pontos do líder Instituto. O time está na Sul-Americana por ter ficado em terceiro no seu grupo da Libertadores, atrás de Universidad Católica e Cruzeiro. Na fase anterior, a equipe eliminou o São Paulo no Morumbis.

Boca Juniors empata com o São Paulo e pega o Vasco na semifinal

O técnico Arruabarrena, com passagem marcante pelo Boca como jogador, chegou ao clube no início de julho. Desde então, trouxe mais consistência ao time. Por mais que haja um entendimento entre torcedores que o desempenho não é espetacular, a avaliação é positiva, principalmente porque o técnico lida com lesões no elenco desde que chegou.

Ayrton Costa, então zagueiro titular, machucou a coxa esquerda no fim de agosto e perdeu dois meses da temporada. O técnico chamou o jovem Facundo Herrera das categorias de base direto para o time titular. O defensor tem menos de 15 jogos pelo time principal do Boca, mas apareceu com destaque e barrou o antigo titular, que se recuperou do problema físico.

Desde que o confronto contra o Vasco foi confirmado, um novo jogador tem assumido ares de protagonismo: Enner Valencia. O atacante ex-Internacional chegou ao Boca no início de agosto e tinha desempenho bem ruim, inclusive ouvindo algumas vaias de parte da torcida, mas marcou três gols em heroica classificação sobre o Racing, no mês passado, e, desde então, tornou-se uma opção de confiança de Arruabarrena.

Outro jogador ofensivo para ficar de olho é o ponta Leonel Flores. O jovem é mais um criado nas categorias de base do clube que foi lançado ao time principal por necessidade de lesão. O atleta estreou profissionalmente em julho e impressionou em pouco tempo, sendo convocado pela Argentina na última Data Fifa.

Fonte: ge

Conheça as origens de Sosa, Lescano e Colidio, trio argentino que mudou o time do Vasco

Conheça as origens de Sosa, Lescano e Colidio, trio argentino que mudou o time do Vasco

Eles chegaram há pouco tempo, mas já conquistaram o coração do torcedor vascaíno. O trio de reforços Colidio, Sosa e Lescano mudou o patamar do Vasco na temporada de 2026 e fez com que o time se recuperasse no Campeonato Brasileiro e se permitisse sonhar com a Copa Sul-Americana e a Copa do Brasil.

Fora dos gramados, parecem se conhecer há anos. Enquanto Colidio ficou no Rio, fora da Sul-Americana (ele não pôde ser inscrito) e em tratamento após sentir dores no jogo contra o Remo, Sosa e Lescano viajaram para a Argentina, onde receberam familiares no hotel, mataram a saudade dos mates e curtiram a companhia entre amigos.

Contra o Boca Juniors, pela ida da semifinal da Sul-Americana, o Vasco volta para a Argentina, berço do trio que subiu o nível do elenco vascaíno. Da capital Buenos Aires, o ge conta as origens de Colidio, Sosa e Lescano.

O inteligente e estudioso Sosa

Do trio, apenas Santiago Sosa nasceu perto de Buenos Aires. O volante é de La Plata, que fica a cerca de 60 quilômetros do grande centro da capital argentina. Ele deu os primeiros passos no Club Mercedes, o clube mais antigo do futebol argentino, em que ficou até se transferir para Buenos Aires, onde defendeu o clube do coração River Plate.

O ge entrevistou Juan Sosa e Valeria, pai e madrasta de Santiago Sosa, na Argentina. Eles comentaram sobre a expectativa para a partida e como foi acompanhar desde pequeno a trajetória do jogador do Vasco.

— Desde os três anos, ele não queria saber de outra coisa. O futebol era a sua maior paixão. Viajávamos para todos os lados, porque era a sua paixão. Era diferente do resto desde os cinco anos — disse Juan, que completou:

— A partida de amanhã tem um tempero a mais para nós. Somos torcedores do River. Esperamos que tenhamos o melhor resultado possível para que tudo saia bem.

Sosa chegou ao River Plate graças a um acaso, ou acontecimento do destino. Em 2010, quando tinha apenas 11 anos, o garoto viajava com a família, quando os pais do jogador conheceram um dentista que era amigo de Daniel Messina, coordenador das categorias juvenis do River. Os pais conseguiram fazer com que Sosa fizesse um teste, e deu tudo certo.

— Sinto muito orgulho e satisfação de ver o carinho que os torcedores do Vasco têm com Santi. Nunca imaginei que ele fosse para um time tão grande e com tanta torcida no Brasil. Orgulhoso de vê-lo com a camisa do Vasco — afirmou o pai do jogador.

— Sou madrastra de Santi desde seus quatro anos. Tenho todos os passos dele por cada clube. Todas as etapas da vida e a liderança que ele tem desde cedo. Sempre marcado por essa personalidade de conduzir grupos — disse Valeria.

Os relatos na base do Mercedes e do River Plate sempre chamaram atenção para algo que o torcedor do Vasco já vê em campo: a inteligência do jogador. Sosa foi elogiado desde cedo pelo seu entendimento do jogo. E a inteligência de Sosa vai para além dos gramados. “Santi”, como é chamado por amigos, é bastante estudioso e começou cedo a faculdade de Ciências Contábeis, enquanto também batalhava por um espaço no profissional do River.

Depois de realizar o sonho de se tornar profissional no River Plate, em que fez parte do elenco que conquistou a Libertadores de 2018 contra o Boca Juniors, Sosa foi para o Atlanta United. Após algumas temporadas, voltou ao futebol argentino, desta vez para o Racing, e virou um ídolo do clube. Com o Vasco, ele tenta repetir o feito de conquistar a Sul-Americana, título que conquistou em 2024, e terá o maior rival do clube do seu coração pelo caminho.

Lescano: do interior ao destaque nacional

Lescano é de San Carlos de Bolívar, uma cidade do interior agrícola da província de Buenos Aires. Fica a 335 quilômetros da capital. Nada que impedisse o jovem de chegar à elite do futebol argentino. O talento com a perna esquerda foi determinante desde cedo. Com classe para jogar, ele chamou a atenção desde cedo.

— Em Talleres de Bolívar começou muito cedo. Depois saltou para um clube formador chamado Balonpie Bolívar, que foi quem o deixou perto do Gimnasia de la Plata. Lá, ele seguiu a trajetória no futebol até o profissional — disse Luigi Casas, empresário e amigo do jogador, ao ge.

A benção da primeira chance no profissional não poderia ser de alguém maior para o futebol argentino. Diego Armando Maradona, que era técnico do Gimnasia de La Plata, viu o talento do meia canhoto e o lançou para o profissional.

— Foi um orgulho alguém como ele me dar essa oportunidade — disse Lescano em sua chegada ao Vasco.

A transferência de Lescano do Gimnasia para o Argentinos Juniors foi na metade de 2023. O Argentinos Juniors adquiriu uma porcentagem significativa dos direitos econômicos de Lescano, apostando numa potencial valorização e numa futura revenda.

Lescano não só rendeu um bom dinheiro aos cofres do Argentinos Juniors com a venda, como também se tornou a principal referência do clube, cujo estádio também se chama Diego Armando Maradona. Ele se tornou camisa 10 e capitão do time em menos de três anos, mesmo ainda muito jovem.

O talento já ficou claro para a torcida do Vasco. Desde que Lescano estreou, são dois gols em quatro jogos. O Vasco ainda não sabe o que é perder com o argentino em campo.

Colidio: revelado pelo Boca e apaixonado pelo River Plate

Facundo Colidio é da cidade de Rafaela, a mais de 500 quilometros da capital Buenos Aires. Da província de Santa Fé, a cidade tem forte ligação com o futebol. E assim é a história de Colidio desde cedo. Em frente ao estádio do Atlético Rafaela, time da cidade, começou a jogar futebol com quatro anos. Colidio queria ser goleiro como o irmão mais velho Gonzalo, mas aos poucos tomou gosto por fazer gols, inspirado no ídolo Cristiano Ronaldo.

Ele morou em Rafaela até os 14 anos. Durante algum tempo, ele jogava durante a semana pelo Atlético Rafaela e aos fins de semana pelo Boca Juniors. Somente em 2014 ele se mudou para Buenos Aires em definitivo, quando o Boca pagou 12 mil dólares para se acertar com o time da cidade natal de Colidio.

Dos 15 aos 20, Colidio foi figurinha carimbada em todas as convocações de seleções de base da Argentina. No Sub-15, conheceu um de seus melhores amigos no futebol, Benjamin Garré, que atuou no Vasco em 2024 e 2025. No Sub-20, era titular do ataque da seleção argentina, que tinha Sosa entre os selecionáveis e era comandada por Lionel Scaloni.

Colidio foi disputado por grandes clubes europeus. Há notícias de Juventus, Monaco, Real Madrid, Manchester City e PSG, mas Colidio escolheu a Inter de Milão, que tinha Javier Zanetti, lenda do futebol argentino, como vice-presidente. O Boca o vendeu por 8 milhões de dólares, mas Colidio teve pouco espaço na Inter e ficou mais restrito ao time B da equipe de Milão.

“Facu”, depois de ser emprestado ao futebol belga, voltou para o futebol argentino. Primeiro, para o Tigre, onde se destacou e chamou a atenção do River Plate, que o contratou em 2023. Apesar do histórico com o Boca, Colidio nunca escondeu o amor que tinha pelos millonarios. Em entrevistas recentes, ele deixou clara a insatisfação em não poder enfrentar o Boca Juniors na Sul-Americana pelo Vasco.

O impacto de Colidio foi imediato no Vasco, e isso explica a frustração do clube em não tê-lo nesta semifinal contra o Boca Juniors. Já são cinco participações em gols em dez partidas com a camisa vascaína.

Fonte: ge

Mário Junqueira elogia a torcida do Vasco e projeta jogo contra o Boca; veja vídeo

Mário Junqueira elogia a torcida do Vasco e projeta jogo contra o Boca; veja vídeo

ge @geglobo

Mário Junqueira, sócio da Almirante Participações, empresa que negocia compra da SAF do Vasco, está em Buenos Aires para acompanhar a partida entre o clube carioca e o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Sul-Americana.

Junqueira bateu um papo com o repórter @brunomurito sobre a conclusão da compra da SAF e sobre a relação com a torcida do Cruzmaltino.

#SulAmericana

Fonte: X ge

Mário Junqueira, sócio de Lamacchia, elogia torcida do Vasco: “Invadimos Buenos Aires”

Mário Junqueira, sócio e presidente da Almirante Participações, empresa de Marcos Lamacchia que está próxima de comprar a SAF do Vasco, foi para Buenos Aires acompanhar a partida contra o Boca Juniors, nesta terça-feira, pela ida da semifinal da Sul-Americana.

O ge entrevistou o empresário, que passou pelo hotel do Vasco na tarde desta terça-feira, antes do jogo. Ele comentou o carinho que tem recebido da torcida vascaína durante o processo de compra. A entrevista completa vai ao ar nesta quarta-feira, aqui no ge.

— Digo que invadimos Buenos Aires. Vocês viram. Ontem estive em Puerto Madero, fui muito bem recebido. A torcida do Vasco, gigante como é, merece esse carinho, esse apoio. Agradeço muito o que fizeram. A ansiedade pelo processo é muito grande, quero acelerar isso, mas dependo da assembleia dos sócios, que aí as coisas vão andar de forma positiva.

Mário foi a Puerto Madero na noite desta segunda-feira. A região portuária de Buenos Aires, conhecida por seus bares e restaurantes, foi tomada por vascaínos desde domingo. Lá, ele foi reconhecido por torcedores, tirou fotos e também ouviu pedidos e recomendações para o ano que vem.

— O torcedor agradece antecipadamente porque a gente quer investir. E eu que agradeço a ele por confiar na gente e no nosso projeto. Já disse, vai ser o maior projeto da América do Sul. Acreditem nisso, porque vai ser bonito mesmo.

Ele disse que é uma novidade receber o carinho dos torcedores do Vasco e que se sente bem acolhido. Nesta terça-feira, ele começou a usar as redes sociais para se comunicar com os torcedores. Mário postou um vídeo celebrando a decisão da Justiça que determinou que o clube enfrente o Boca Juniors no Maracanã na semana que vem.

— É uma novidade espetacular. Me sinto muito bem acolhido. Você vê na rede social, só comentários carinhosos. Aqui também, só abraços. No leilão lá no fórum, a pessoa que vendia café era vascaína, perguntei quanto era o café e disse que para mim era de graça. Isso é uma coisa que me deixa muito feliz.

Mário já foi a alguns jogos do Vasco, mas este será o primeiro jogo internacional que ele verá no estádio desde o início do processo de compra. Ele citou a expectativa de conhecer a Bombonera e disse que viu um ambiente tranquilo e equilibrado no hotel da delegação vascaína.

— Eu estou muito ansioso. Vai ser minha primeira vez na Bombonera assistindo jogo. Já fui visitar aquelas arquibancadas bem íngremes que têm lá. Eu estou como visitante, como torcedor, no hotel, sentindo um ambiente muito tranquilo e equilibrado. Estou confiante.

Fonte: ge