PRESIDENTE DO VASCO REVELA QUE JÁ FALOU COM CBF E FFERJ E DÁ ESPERANÇAS À TORCIDA SOBRE ANULAR JOGO COM INTER

Jorge Salgado @jorgesalgadovg
Torcida Vascaína, falei ontem à noite com o Secretário-geral da CBF, Walter Feldman, e com o presidente da FFERJ, Rubens Lopes, sobre o escândalo do VAR no jogo de ontem.

O Vasco vai se insurgir contra essa injustiça. Nossos Departamentos Jurídico e de Futebol estão trabalhando para que sejam tomadas as medidas cabíveis, tanto na esfera administrativa como junto à Justiça Desportiva.

Temos que garantir a lisura da principal competição do país. Enquanto isso, nossos atletas e comissão técnica técnica seguem focados e trabalhando duro para as próximas partidas. Em frente. SV.

Fonte: Twitter do presidente do Vasco Jorge Salgado

VASCO X INTERNACIONAL: CHANCES DE TAPETÃO E ANULAÇÃO DO JOGO É MÍNIMA, DIZEM ESPECIALISTAS

A 36ª rodada do Campeonato Brasileiro poderá parar no tribunal. Logo após o término do jogo contra o Internacional em São Januário, o VASCO anunciou, em seu site oficial, que pedirá a anulação da partida na justiça desportiva. O motivo é a falha técnica do VAR (árbitro de vídeo) no lance que originou o gol colorado de Rodrigo Dourado. O Lei em Campo ouviu especialistas sobre a possibilidade de a solicitação ser aceita.

“O pedido do Vasco não deverá prosperar uma vez que o uso do VAR não é obrigatório, sendo a decisão de campo soberana. Além disso, pela regra do VAR o não uso deste não gera uma anulação da partida”, afirma Alberto Goldstein, advogado especialista em direito desportivo.

“Esse caso é diferente dos outros casos em que foram levantadas possibilidades de anulação das partidas. A diferença é que nos outros casos havia o claro descumprimento de alguma regra, no caso do Vasco não. O artigo 78 do regulamento geral de competições da CBF diz que a entidade não será obrigada a disponibilizar o equipamento em todas as partidas de uma mesma competição”, ressalta Vinicius Loureiro, advogado especialista em direito desportivo e colunista do Lei em Campo.

Fernanda Soares, advogada e colunista do Lei em Campo, vai na mesma linha e entende que a anulação de uma partida só deve ser feita em casos graves. “Anulação de partida é algo extremamente raro, e assim deve ser, já que prejudica muito a competição. Só ocorre quando o árbitro toma decisão contrária às regras do jogo, algo evidente e grave o suficiente para ensejar uma interferência tão forte do tribunal na competição. Interpretação do árbitro, a princípio, não enseja anulação da partida”, avalia a advogada especialista em direito desportivo e colunista do Lei em Campo.

Na súmula, o árbitro Flávio Rodrigues não citou o lance polêmico, tão pouco o problema técnico no equipamento. Na parte reservada para “observações especiais”, o juiz escreveu que “nada houve de anormal”.

Confira a nota divulgada pelo Vasco

O Club de Regatas Vasco da Gama entrará com um pedido de anulação da partida contra o Internacional, neste domingo (14), em São Januário, válida pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro de Futebol. Em ofício, assinado pelo presidente Jorge Salgado imediatamente após o término do confronto, e anexado à súmula do jogo, o Vasco afirma que o “VAR disfuncional não anula gol do Internacional em flagrante impedimento”.

“O que presenciamos hoje em São Januário foi mais uma repetição do ultraje que tem sido a atuação da arbitragem da CBF em nossas partidas. Pediram para retirarem uma câmera da Vasco TV, ‘descalibraram’ a linha e ironizaram nosso treinador dizendo que avaliariam as imagens ‘de casa’. Já são 18 apitos contra o Vasco, em uma disparidade desrespeitosa em relação a qualquer outro time da competição. Estou acionando a CBF por telefone hoje para uma reunião esclarecedora. Vamos requerer na justiça desportiva a anulação desse jogo”, declara Jorge Salgado.

O jurídico do Vasco já está reunindo todas as informações pertinentes para acionar o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e buscar os direitos do Clube.

Fonte: Blog Lei em Campo – UOL

Tapetão? Súmula de Vasco x Inter ignora problema no VAR

A arbitragem do jogo entre Vasco e Internacional, neste domingo, no estádio de São Januário, no Rio, ignorou a pane ocorrida no VAR durante a partida. O recurso ficou sem funcionar e, neste período, ocorreu um gol do Internacional, no primeiro tempo, que os vascaínos consideram estar em condição de impedimento.

Na súmula, publicada no site da CBF após a partida, a área reservada a “observações eventuais” diz que “Nada houve de anormal”. O documento é feito pela equipe de arbitragem.

O departamento jurídico do Vasco vai pedir a anulação do jogo deste domingo. Os advogados do clube vão entrar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, nesta segunda-feira, e também vão enviar ofício à CBF para questionar o problema do VAR em São Januário.

Vasco não marca um gol há 20 dias ou 415 minutos

Vasco não marca um gol há 20 dias ou 415 minutos. O último gol marcado foi contra o Palmeiras em 26/01, de bola parada,  com Benitez.

Para piorar, o time faz campanha de rebaixado,  está no Z4 E DEPENDE de resultados ruins dia rivais para não cair.

Ah… O German Cano perdeu seu primeiro pênalti pelo Vasco.

SUSPEITO? VAR pediu para que VascoTV retirasse câmera da linha do impedimento antes do jogo

Lucas Pedrosa @pedrosa
Exclusivo: antes de iniciar a partida, o VAR pediu para que a Vasco TV retirasse a câmera da linha do impedimento “descalibrado” porque disseram que poderia ter algum lance em que o VAR não tivesse a imagem e a da Vasco TV fosse a imagem exclusiva (que o VAR não tem acesso).

Logo depois houve o lance e eles assumiram a descalibragem no VAR.

Fonte: Twitter do jornalista Lucas Pedrosa/Band

Reviravolta pode devolver estadual do Rio, o Carioca, à Globo

A TV Globo ainda não desistiu de transmitir o campeonato Carioca de 2021 que começará nos dias 6 e 7 de março. Nas últimas horas houve um aumento da proposta de R$ 45 milhões para R$ 50 milhões, por todas mídias, TV aberta e fechada, pay-per-view e a internet.

À reportagem da Super Rádio Tupi apurou que a nova oferta não sensibilizou os clubes e a federação que apostam em um outro formato de negocião do Carioca, fatiando os canais de transmissão com a TV Record ficando com TV aberta e as operadoras Vivo e Net/Claro com TV fechada e pay-per-view, abrindo para as TVs dos clubes a possibilidade de vender os pacotes e de transmissão para seus respectivos torcedores.

Outra questão importante, a federação vai contratar uma empresa para gerar as imagens do campeonato Carioca, hoje um novo filão de negócios, saindo das mãos de uma única emissora. O contrato de TV aberta com a Record foi aprovado pelos clubes na última quinta-feira (11/2), no Conselho Arbitral na sede da FERJ.

Fonte: Super Rádio Tupi

BAHIA EMPATA, GOIÁS GANHA E VASCO SÓ DEPENDE DE SI CONTRA O REBAIXAMENTO, VEJA CLASSIFICAÇÃO

Com o empate do Bahia neste sábado com o Atlético-MG por 1 a 1, o Vasco depende apenas de si para deixar a zona do rebaixamento. O Vasco enfrenta o Internacional neste domingo às 16h em São Januário pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Confira a classificação atualizada e os resultados dos jogos deste sábado:

 

Fonte: NETVASCO (texto), ge (classificação, jogos)

DIRETOR REVELA PLANO CONTRA REBAIXAMENTO DO VASCO: “PREMIAÇÃO, PSICÓLOGO E SEM FOLGAS”

Mobilizado a fim de evitar o rebaixamento à Série B, o Vasco teve reunião importante na manhã desta sexta-feira, antes do penúltimo treinamento que antecede o duelo com o Internacional, domingo, às 16h, em São Januário. O presidente Jorge Salgado, Carlos Osório (primeiro vice-presidente), Alexandre Pássaro (executivo de futebol) e Vanderlei Luxemburgo conversaram por cerca de 40 minutos com o elenco. O papo foi iniciado às 9h30, e os atletas foram a campo às 10h15.

Em longa entrevista ao ge, o executivo Alexandre Pássaro detalhou como foi a apresentação do “Plano de 15 dias” ao grupo de jogadores. Afirmou que a conversa foi muito produtiva, com a participação tanto de dirigentes quanto das da liderança do elenco, e procurou resumir a reunião em uma palavra: unidade.

– Hoje no CT tivemos uma mobilização gigante de muitas pessoas do Vasco. O Salgado esteve aqui, o vice-presidente Osório também. Muitas pessoas do clube vieram aqui e conversaram com todos do elenco antes do treino. Foi uma conversa muito produtiva, uma conversa mesmo e não um discurso unilateral. Os jogadores participaram, contribuíram e dividiram as questões deles conosco. A gente já vem caminhando para isso, ainda que numa gestão super recente, mas criou-se ainda mais uma unidade maior.

– De todos sermos um só time. Isso foi criado e enfatizado hoje. Uma conversa de confiança, de acreditar, dar força e segurança. Enfim, de tirar toda e qualquer pedra de caminho, além das pedras que já existem, que são jogos, dificuldades e a zona de rebaixamento em que estamos – afirmou Pássaro.

Confira o que ficou definido no Plano de 15 dias:

– Não haverá folga no Carnaval e nem até o final do Campeonato Brasileiro
– Concentração alternada: um dia o elenco treina no CT e volta para casa, no outro treina novamente, mas dorme no hotel.
– Carga de horário dobrada: não haverá treino em período integral, mas o jogador permanecerá dentro dos locais de trabalho o dobro do que ficava anteriormente.
– Viagem com o Corinthians um dia antes com todos os integrantes do plantel, mesmo os lesionados e suspensos.
– Reunião “médica/física” diária para discutir o que vem sendo feito corretamente ou não.

Elenco pede que divisão do eventual bônus pela permanência seja dividido

Pássaro citou que atrasos salariais não foram pauta na conversa desta sexta-feira, mas revelou um desejo manifestado pelo grupo logo após a derrota por 3 a 0 para o Fortaleza, na última quarta-feira. De acordo com o diretor executivo de futebol, partiu do elenco um pedido para que, caso o Vasco permaneça na Série A, o bônus previsto para esta meta atingida seja dividido com os funcionários de outros setores do clube e da base.

– Para você ter uma ideia do caráter, perfil e preocupação desse elenco, houve uma conversa pós-jogo do Fortaleza onde partiu dos atletas uma solicitação de que esse bônus por resultado, quando alcançado, seja dividido por todos os funcionários do clube. Não falo só do futebol, falo de São Januário, base e etc. Partiu deles para que todos estejam na mesma página. Eles não estão preocupados com isso, estão abrindo mão de uma parte desse bônus para poder destinar a todas pessoas envolvidas, preocupadas e que vão dar força nesse momento.

– Esse é o tipo de elenco que a gente tem e que às vezes as pessoas não conhecem porque só veem jogando, e o resultado acaba pautando. Esse é o tipo de líderes que temos aqui. Eles estão preocupados com a instituição, não com eles, com premiação ou com o bolso deles.

Confira outros tópicos da entrevista com Pássaro:

O que foi conversado e o que tiraram de mais positivo?

– Na verdade a conversa foi muita aberta. Os dois lados tiveram a mesma sensação: os jogadores estão imbuídos nesses três jogos, totalmente focados em manter o Vasco na Série A. Percebemos que estamos na mesma sintonia, somos um só time. Tudo o que foi falado foi no sentido de dar confiança, proteção e deixar claro que estaremos juntos independentemente dos resultados. Foi mostrar que eles não estão sozinhos e que nós não estamos.

– Houve a constatação mútua de acreditar, de saber que é possível e ter a confiança de que o Vasco vai permanecer na Série A. Conversa que leva o astral e energia de todo mundo para cima. Temos dois caminhos agora: um de acreditar e ajudar. E outro de desacreditar e atrapalhar. Não existe outro, já escolhemos nosso caminho, e a gente acredita que a torcida também escolherá esse caminho.

Salários atrasados fora de pauta (o Vasco deve a folha de dezembro, 13º e parcelas do acordo de repactuação de uma dívida celebrado em junho)

– Houve uma continuação da conversa que a gente tem desde que assumiu. O Salgado pagou duas folhas em 20 e poucos dias, o mês dele até agora não tem 30 dias. Os jogadores sabem desse movimento, observaram o que aconteceu e acreditam no que essa gestão está se propondo a fazer. Então isso não foi pauta hoje porque não é uma preocupação. É um ponto que a gente precisa resolver, mas não precisa resolver isso para ficar na Série A. Precisa porque é obrigação do clube, nós vamos honrar, e os jogadores têm total confiança.

– O que temos aqui ao longo do campeonato é um bônus de resultados. E agora o bônus vale para a permanência na Série A. Mas para você ter uma ideia do caráter, perfil e preocupação desse elenco, houve uma conversa pós-jogo do Fortaleza onde partiu dos atletas uma solicitação de que esse bônus por resultado, quando alcançado, seja dividido por todos os funcionários do clube.

Quem mais participou do papo

– Além dessas figuras (VP de Relações Públicas Mauricio Corrêa também estava presente), tivemos conversando com eles o treinador e funcionários do clube. Houve uma mobilização geral, citei o presidente e o vice porque são pessoas que não costumam frequentar diariamente o CT, mas que vieram e foram os porta-vozes daquilo que a gente falou.

Defesa a Leandro Castan, acusado por torcedores de ter “entregado os pontos” com a entrevista pós-jogo com o Fortaleza

– Acho que a gente precisa contextualizar é quem é o Castan. Tenho certeza que a torcida sabe quem é o Castan. Eu, que não conhecia o Castan e já o conheço há uns 45 dias, posso garantir que se há uma pessoa que não entregou os pontos é o Castan. Na verdade, ninguém entregou os pontos e muito menos o Castan.

– Ele estava na saída de um jogo bastante nervoso, decepcionado, e foi perguntado na beira do campo sobre isso. Temos que falar a verdade de que não é uma situação que nos orgulha o que estamos vivendo. Só isso que o Castan disse.

– Quando o Castan diz que é uma vergonha, é uma vergonha estar que o Vasco, com a história, pelos jogadores e por tudo que carrega e tem, estar nessa situação. Nada mais ele fez do que tomar as dores do torcedor e externar o que os torcedores sentem. É totalmente diferente de entregar os pontos.

– Se estamos nessa situação, tudo que vamos fazer é para não sentir mais isso. Todos sabemos do caráter, perfil, preocupação e líder que o Castan é aqui dentro. Do quão grato é ele ao Vasco, que foi quem o recebeu no Brasil depois de todos os problemas que passou no Brasil. Acho que isso não deve ficar, é uma polêmica que não combina com o Castan. A gente não deve colocar esse carimbo no Castan depois de tudo que fez pelo Vasco e vai continuar fazendo.

Defesa também a Vanderlei Luxemburgo após entrevista em que falou que o Flamengo estava em outro patamar no Brasileiro

– A entrevista do Castan, no outro jogo teve uma polêmica do Vanderlei. São todos momentos pós-jogo de quem está sofrendo com os resultados. Quando as coisas se acalmam, atitudes como essa de dividir premiação essas sim que combinam e emanam do grupo. As outras não aderem a esse grupo que temos. Vamos com eles juntos até o final de todas as formas. No momento certo, a gente vai fazer avaliação e ver o que fará na próxima temporada, mas a gente não fala disso dentro do Vasco.

– A gente acredita muito nas pessoas que podem deixar o Vasco na Primeira Divisão, que é o grupo de atletas. Não estaria falando isso se estivesse havendo descompromisso, pouco caso, falta de respeito com a camisa e com a tradição. Muito pelo contrário.

Explicação detalhada do Plano de 15 dias

– É um plano para o campeonato, independe do que acontecer no domingo ou no outro. É um plano de ações extras em relação ao que a gente já vinha fazendo. Desde que chegou aqui, a gente mudou muita coisa na rotina, treinos, concentração e com viagens um dia antes. Agora estamos adicionando coisas, que, na nossa opinião, vão nos ajudar a passar por esses três jogos de uma forma melhor. E de novo: não é uma coisa unilateral, é algo de todos entenderem o que é melhor.

Sem folgas

– A primeira coisa que a gente fez, lógico, foi tirar qualquer possibilidade de folga no Carnaval ou autorizar qualquer ida a eventos. Isso não vai existir. Temos um histórico de pouquíssimas folgas desde que chegamos, foram três ou quatro.

Concentração alternada e carga horária dobrada

– Além disso: a equipe, a partir desse jogo com o Internacional até o jogo com o Goiás, vai concentrar em dias alternados. A concentração não vai ser feita só pré-jogo. Para que a gente mantenha o jogador conosco por mais de 24 horas num ciclo de dois treinos. Com isso, vamos controlar muito melhor a alimentação, o sono e parte psicológica. A nossa psicóloga Maíra estará à disposição em todos os dias, não só na concentração, mas aqui também no CT.

– Vamos ter mais tempo para estudar a parte tática tanto nossa quanto dos adversários. Teremos o grupo por mais tempo. Jogador que eventualmente esteja lesionado poderá tratar em três turnos porque agora precisamos fazer todo o esforço para ter todos à disposição.

– Nessa conta, a carga horária em que permanecerão trabalhando no Vasco vai dobrar. Se o jogador trabalha X agora, ele vai trabalhar 2X.

Viagem com recuperação realizada no avião e elenco completo

– No jogo contra o Corinthians, vamos um dia antes com toda uma estrutura até maior para que a gente possa ir e voltar fazendo o “recovery” no avião, como por exemplo o Henrique fez após o jogo contra o Fortaleza. Ele não está descartado e estamos fazendo de tudo para tê-lo domingo. Contra o Corinthians, todo o elenco, mesmo os lesionados e suspensos, viajarão para São Paulo.

Reuniões diárias das comissões

– Faremos reuniões médica/física diárias após os treinos para discutirmos comigo, Vanderlei e supervisores o que foi feito. É hora do esforço total e geral para sair dessa situação. É um esforço de permanência, foco e controle. Ninguém estará pensando em nada além da permanência na Primeira Divisão. Foi isso que transmitimos e o que eles também transmitiram para nós. Isso que vamos repetir, fazer e forçar nos próximos 15 dias além de todas as ações que já temos feito.

– Estamos adicionando coisas que são completamente incomuns no futebol. Se você pegar, a maioria dos times da Série não concentra em dias alternados.

Mensagens de funcionários e atletas da base ao elenco e à diretoria

– Houve ontem uma mobilização do clube inteiro, e falo de jogadores da base e de funcionários. Mandaram vídeos, cartas, e-mails e manifestações de todos os tipos aos jogadores, ao Vanderlei e ao presidente Salgado. O clube todo está imbuído. Foi uma coisa muito orgânica e natural, mostrando o desejo de todos e que o Vasco é uma unidade. Tenho visto todo mundo remando numa só posição, hoje somos um só time.

Funcionários não sabem da divisão do prêmio

– E essa manifestação dos funcionários foi feita sem eles saberem que o bônus seria dividido. Isso mostra a unidade, a crença e de que como as coisas estão novamente se interligando. Por isso que a gente precisa continuar na Série A e que a gente vai continuar na Série A exatamente para dar prosseguimento a tudo que iniciamos agora.

Mudança da premiação

– Existia antes um bônus por jogo, que é o bicho. Como quando chegamos, o Vasco já estava inserido na luta contra o rebaixamento, não tinha sentido pagar por jogo. Então a gente criou um modelo híbrido que tem valores por jogo e pela permanência na Série A, mas o grande bônus é a permanência na Série A. Isso que temos mantido desde o jogo com o Atlético-GO com as mãos da gestão do Jorge Salgado.

– Muito se fala de valores e premiações atrasadas, mas os jogadores trabalham muito aqui e se preocupam muito com o Vasco. Eles sofrem a derrota do mesmo jeito que os torcedores sofrem. E eu testemunho vestiário, viagens e os ônibus. Eles não estão preocupados. Isso nesse momento está bastando. Eles não estão correndo menos e não estão treinando menos porque existem pendências do passado. Estão fazendo tudo de peito aberto para realizar a mudança que a gente tanto quer para o Vasco. O bônus é muito mais um gesto do que valor. Não existe manifestação melhor e que mais combina com esse grupo do que essa de dividir o prêmio.

Gabriel Félix ex-goleiro do Vasco cobra fortuna do clube

Ex-goleiro do Vasco, Gabriel Félix está cobrando na Justiça uma dívida do clube. O Esporte News Mundo teve acesso a detalhes do caso, que corre nas últimas semanas na 5ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1).

O valor da cobrança de Gabriel Félix contra o Vasco é o de R$ 342.019,40. Ele é referente a pontos como rescisão e verbas rescisórias e aviso prévio. O caso está em julgamento pela juíza Mônica de Almeida Rodrigues.

As partes se manifestaram nesta semana nos autos, quando a magistrada deu 15 dias para a réplica a Gabriel Félix e se há novas provas que tanto o goleiro quanto o Vasco queiram produzir antes da sentença ser proferida.

Ficou também em aberto a possibilidade de um acordo entre Gabriel Félix e Vasco, para que a ação judicial chegue ao fim de maneira rápida. A juíza determinou que as partes definam se haverá acordo também no prazo de 15 dias.

Após este prazo, sem definição, uma primeira audiência entre as partes será marcada pela Justiça. Atualmente, Gabriel Félix defende as cores do Luverdense, do Mato Grosso. O goleiro é cria das categorias de base do Vasco.