Para o historiador do Vasco, Walmer Peres, a oficialização estabelece um novo marco: “A criação do Museu do Club de Regatas Vasco da Gama representa um passo fundamental para a preservação, valorização e difusão do acervo vascaíno. Ao se institucionalizar e integrar o Cadastro Nacional de Museus, o museu passa a existir formalmente no âmbito da política museal brasileira”.
O MVG mantém a guarda de cerca de 200 mil itens, entre troféus, manuscritos, iconografias e documentos digitais. Segundo Peres, a estrutura cumpre funções específicas: “O museu cumpre o papel de tornar acessível um acervo que expressa a trajetória de um clube profundamente ligado a temas como a inclusão social e o combate ao racismo”.
O próximo passo envolve a catalogação do acervo na plataforma Tainacan. Sobre isso, o coordenador afirma: “Isso irá ampliar o acesso à informação e aproximar torcedores e pesquisadores desse patrimônio”.
O Museu Vasco da Gama atua na difusão da história e das memórias institucionais do Clube. O espaço promove a produção de conhecimento e o diálogo com a sociedade, e integra a trajetória social e cultural do Brasil.
Fonte: Site oficial do Vasco